Arquivo de abril, 2009

Redes sociais e suportes móveis são o futuro da internet, diz inventor da web

Postado em Redes Sociais - 23/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar
Tim Berners Lee - Inventor do World Wide Web

Tim Berners Lee - Inventor do World Wide Web

MADRID, Espanha – As páginas web nasceram há 20 anos e, ainda que seu crescimento tenha sido muito rápido, seu futuro é ainda mais “amplo e promissor”, sobretudo por causa das redes sociais e suportes móveis, afirmou nesta quarta-feira o criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, na inauguração do Congresso Internacional www2009, em Madrid

No auditório repleto de engenheiros e especialistas em telecomunicações, o pai da World Wide Web expôs seus prognósticos sobre a web em dois âmbitos: suas aplicações em telefonia móvel e o desenvolvimento das redes sociais.

Numa sociedade que atravessa uma crise global, Berners-Lee acredita que a web 3.0 – sucessora da atual web 2.0, mãe das redes sociais – cresça em direção a uma intercomunicação mundial sem precedentes, com as barreiras linguísticas sendo derrubadas.

Esta ruptura fará com que a sociedade da comunicação se amplie com páginas com um desenho mais simples, mais protocolos de segurança e maior velocidade de acesso e download de todo tipo de documentos.

As páginas web, que em sua origem foram uma forma de troca de textos entre comunidades acadêmicas, se transformaram em um espaço no qual os internautas de todo o mundo publicam e baixam informação em todas as línguas e se comunicam graças a ferramentas de “chat” e correio-eletrônico.

Tim Berners-Lee estima que com um desenvolvimento da internet cada vez mais incontrolável é difícil analisar seu futuro, opinião compartilhada por Vinton Cerf, vice-presidente de Google e pai da internet.

Em sua apresentação conjunta na abertura da www2009, Berners-Lee e Cerf disseram que para eles a web é uma “oportunidade de desenvolvimento” do marco social, econômico e político de qualquer nação. A palavra democracia apareceu durante o congresso tanto quanto as mais novas aplicações da web.

Quanto aos avanços técnicos que estão por vir, Berners-Lee disse imagina que no futuro as pessoas vão se conectar através do telefone móvel que sai “muito barato nos países em desenvolvimento” e que pode funcionar como “um grande servidor” de informação e comunicação.

Por isso o desenvolvimento dos sites em espanhol – terceiro idioma mais popular na internet e segundo nas redes sociais -, segundo Berners-Lee, será tão grande como o “crescimento da rede em outros idiomas”.

Diante da expansão da internet, que Cerf descreveu como um “mundo maravilhoso para a informação”, os dois pioneiros apontaram a necessidade de se salvaguardar a segurança e a privacidade.

O vice-presidente do Google aposta na implementação de medidas como o controle governamental para “proteger o acesso” aos conteúdos, “a prevenção a nível tecnológico”, penalizar quem cometer crimes na rede, persuadir as pessoas a fazer as coisas da forma correta e “proteger a propriedade intelectual”.

Com a chegada de uma era com “mais internet, maior velocidade e mais internautas” a informação chegará em tempo real a um número maior de pessoas que a receberão em suportes como os telefones celulares ou outros que, hoje, parecem ficção científicas, como lentes de óculos, arrisca Berners-Lee.

Os dois pesquisadores receberam títulos de doutor Honoris Causa na Universidade Politécnica de Madrid, coorganizadora do encontro mundial que pela primeira vez se celebra na capital espanhola e se prolongará até esta quinta.

Para Berners-Lee a chave está em se “construir uma plataforma (ou rede) para as gerações futuras” sem poder se “presumir para que ela será usada”, uma vez que a web avança para ser “cada vez mais aberta e comunitária”.

Fonte: O Globo

“Boas maneiras” nas ações de e-mail marketing

Postado em E-mail marketing - 23/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

A Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) elaborou esta relação de “Boas maneiras” para contribuir na estruturação de ações de e-mail marketing. Trata-se de uma série de recomendações que conduzem a uma utilização ética, pertinente e responsável do e-mail como ferramenta de marketing. Estas orientações se fundamentam no respeito aos destinatários das ações e, também, no uso adequado da internet, o que certamente contribuirá para as empresas alcançarem os resultados desejados e construírem um relacionamento sólido e de confiança mútua com clientes e prospects.

  1. Ética.
    Atuar dentro do Código de Ética da ABEMD, que conceitua detalhadamente as boas práticas no Marketing Direto.
  2. Opt in.
    O primeiro recebimento é muito importante, porque marca o início da relação. É preciso ter permissão para prosseguir o relacionamento, por meio do opt in do receptor, tanto quando ele procura como quando é procurado.
    Quando é a pessoa quem procura a empresa, o campo onde é feita a opção pelo recebimento da mensagem deve estar visível e com descrição clara do produto ou serviço oferecido.
    Quando é a empresa quem procura a pessoa, tratando-se do primeiro contato deve-se informar como foi possível chegar a ela, explicitar o produto ou serviço oferecido e apresentar de forma visível a alternativa opt in. Se a pessoa não responder o e-mail com essa alternativa assinalada, deve-se entender que não deseja receber novas mensagens.
  3. Opt out.
    Toda mensagem precisa ter opt out. É prerrogativa do receptor decidir o momento em que não quer mais receber mensagens de determinado emissário.
  4. Uso do endereço eletrônico.
    Quando houver cadastro prévio, deve ficar claro que o endereço eletrônico poderá ser utilizado para o envio de mensagens comerciais, ou seja, na geração de leads próprios ou, se for o caso, repassado também com a finalidade de envio de mensagens comerciais. E o receptor deve manifestar sua concordância com isso.
  5. Tamanho dos arquivos.
    Procure sempre limitar o tamanho dos arquivos enviados, seja no corpo das mensagens ou nos anexos. Deve-se ter sempre em mente o público da média inferior em capacitação tecnológica (software, hardware e modalidade de conexão). Sugere-se mensagens no formato txt ou html, este último com tamanho máximo de 12 KB, e que as figuras (gif’s) não estejam anexadas na mensagem, mas sim localizadas em servidor próprio.
  6. Auto-executáveis.
    Não devem ser enviados arquivos com auto-funcionamento. Os auto-executáveis são arquivos que os programas gerenciadores de e-mail conseguem ler e interpretar, iniciando automaticamente algum processo que não é necessariamente desejado pelo receptor. Essa modalidade de arquivo também torna o sistema vulnerável à transmissão de vírus (voluntária ou não).
  7. Relevância.
    O consumidor não se incomoda em receber uma mensagem de cunho comercial, desde que seja relevante para ele. Portanto, preocupe-se sempre com o conceito de relevância.
  8. Freqüência.
    Deve-se preferencialmente oferecer ao cliente que assinale a opção de sua preferência na freqüência de recebimento de informações ou solicitar que ele opte entre as diversas alternativas de periodicidade que lhe são oferecidas. Quando não for possível oferecer que faça a opção, deve-se deixar claro qual a freqüência de envio das mensagens.
  9. Política de relacionamento.
    É sempre conveniente que se tenha clareza na política de relacionamento adotada, o que pode ser feito por meio de um contrato/compromisso assumido formalmente com o consumidor.

Fonte: ABEMD

Blog corporativo: ganhe rankings nos sites de busca, aumente a visitação de seu site e conquiste novos clientes

Postado em Blog Corporativo, Marketing de busca, Web Marketing - 22/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

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Pouca leitura explica o gosto do brasileiro pelo Orkut

Postado em Redes Sociais - 22/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Uma das explicações que podemos ter para essa necessidade de forte relacionamento – e pelo gosto maior por redes sociais – é justamente a falta de prática da leitura. No Brasil, apenas 4,5% da população lê jornais.

Por Carlos Nepomuceno

Volta e meia me perguntam sobre o motivo do brasileiro ser um dos principais usuários do Orkut.

Hoje, suspeito que isso se deve à nossa cultura de massa ainda muito baseada na oralidade.

O Brasil, gostemos, ou não, ainda é um país oral. Apesar de termos só 10% da população analfabeta, quem já se alfabetizou lê pouco.

Quando lê, pouco escreve. E, quando escreve, pouco circula o que escreveu. (Tenho amigos que têm vergonha de cometer erros de português e, por causa disso, participam pouco de ferramentas interativas escritas na rede.)

Se isso acontece na classe média, imagina em outros segmentos?

As sociedades baseadas na cultura escrita tendem a conseguir as informações que querem sem a necessidade da conversa com o outro. Criam, de certa forma, uma cultura independente dos relacionamentos.

Ou seja, em resumo: o Brasil, apesar de todos as campanhas de alfabetização, ainda pode ser considerado um país oral. A maioria da sua população, ao invés de se informar através de livros ou jornais, prefere conversar, ouvir rádio e televisão. É um fato.

No Japão, 65% dos japoneses leem jornal, na Noruega 62,3%, na Alemanha 30%, na Eslovênia 25%, nos Estados Unidos 24,9%.

No Brasil temos 4,5% – e perdemos para El Salvador (5,8%), Costa Rica (4,9%) e Chile (4,9%)… Que vergonha!

Fonte: Blog do JJ – Publicidade & Marketing

Não é à toa que o próprio presidente da República diz que opta por ser informado através de conversas, do que pela leitura de jornais. É o típico representante de uma parcela significativa do povo brasileiro.

Uma das explicações que podemos ter para essa necessidade de forte relacionamento – e pelo gosto maior por redes sociais – é justamente a falta de prática da leitura.

Note ainda que o brasileiro é o povo que fica mais tempo fica online no mundo.

O internauta brasileiro passa, em média, 21 horas 20 minutos navegando na internet por mês. São consideradas usuários ativos as pessoas que acessam a rede ao menos uma vez por mês de casa.

O recorde de tempo de navegação é de dezembro de 2006, quando o internauta brasileiro passou 21 horas e 39 minutos na média do mês.

A França, com tempo médio por internauta residencial de 20 horas e 55 minutos, os Estados Unidos, com 19 horas e 30 minutos, Alemanha, com 18 horas e 56 minutos, o Japão, com 18 horas e 31 minutos e o Reino Unido, com 18 horas e 29 minutos, foram os países que mais se aproximaram do Brasil, entre os dez medidos com a mesma metodologia.

Fonte: Folha Online

(Seria interessante uma pesquisa para comparar o tempo que o brasileiro fica online com a sua atividade em rede. Nós ficamos mais tempo fazendo exatamente o que? Olhando o perfil dos outros no Orkut? Seria isso?)

Se você está em uma encruzilhada na estrada cheia de placas e não sabe ler, certamente, você precisará conversar com alguém para saber que caminho tomar. Já aqueles que sabem, passarão por lá sem necessidade de nenhum tipo de contato humano.

O livro impresso e a disseminação da leitura criaram a independência, mas, por outro lado, tivemos um preço a ser pago: a diminuição do relacionamento oral. Vide o ambiente metrô em uma cidade americana, por exemplo.

Se você entra num determinado ambiente em que existem placas explicativas ou compra determinado produto eletrônico, que vem com manual, terá dificuldade para se informar pelo papel se tem como prática ouvir e falar, ao invés da ler.

Por isso, talvez, tenhamos tanta gente perguntando nas ruas sobre uma informação que está numa placa acima das nossas cabeças!

Dessa maneira, a oralidade reforça a necessidade do relacionamento para contornar problemas.

Resumo da ópera: toda rede de conhecimento traz um preço a ser pago.

Se a leitura massificada com a rede escrita trouxe, de certa forma, uma independência, ao mesmo tempo nos levou a uma menor necessidade do contato com o outro.

E isso, a longo prazo, tende a fazer com que as pessoas diminuam a prática de se relacionar para se informar.

A internet com sua capacidade de troca de informações rápidas e instantâneas trás um pouco de volta essa cultura oral. É um pouco, aliás, o que defende Piérre Lévy.

No caso do Brasil, isso é facilitado pelo ambiente oral, pois o país ainda não passou para valer, de forma massificada, pelo caminho do livro. Assim, a interação – que é a grande marca das culturas orais – se expande na rede, principalmente, em países menos letrados

Some-se aí o clima tropical, a miscigenação, entre outros fatores culturais particulares brasileiros e tem-se uma explicação mais plausível para o uso desenfreado do Orkut.

Temos, assim, uma população mais preparada para trocar em rede, que tem muito uma oralidade ainda viva. Nosso desafio, porém, é transformar esse ambiente interativo com menos fofoca, com mais educação e projetos inclusivos socialmente – talvez um dos nossos grandes desafios enquanto nação rumo à rede digital.

E você o que dizes?

Fonte: Webinsider

Otimizar o Web Design com Eyetracking

Postado em Arquitetura da Informação, Usabilidade - 22/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar
Eyetracking

Eyetracking

Para onde vai a nossa atenção quando olhamos para um website? Conhecer esta resposta é o objetivo dos estudos que usam o Eyetracking. Trata-se de uma tecnologia que permite seguir o movimento dos olhos do visitante e desta forma obter dados sobre a eficácia do design do site.

Repetidas análises utilizando esta metodologia, fizeram sobressair algumas boas práticas compiladas numa reportagem de 2 minutos da BBC.

The eyes have it – how people view websites

Nada de revolucionário, no fundo vem confirmar o bom senso: a importância do topo e da lateral esquerda, das imagens, e dos títulos.

Mas como não se pode ir à loja da esquina e pedir um estudo de Eyetracking, aqui fica a melhor alternativa.

A Feng Gui, tem uma ferramenta onde se pode gratuitamente fazer o upload de uma imagem, e simular um heatmap, estilo eyetracking, graças a um algoritmo que analisa fatores como as cores, contraste, tamanho dos objetos, etc.

Eles afirmam que a fiabilidade da simulação chega aos 70%, quando comparadas com the real deal. Não custa nada experimentar.

Fonte: BBC

Market Share Março/2009: Ferramentas de busca

Postado em Marketing de busca - 21/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Por: Thiago Melo

O uso de ferramentas de busca em Março conforme a Net Applications é o seguinte:

Market Share Março/2009: Ferramentas de busca

Market Share Março/2009: Ferramentas de busca

Para ver as demais ferramentas de busca acesse o site da Net Applications.

Fonte: Profissão Web

Conheça 6 empresas com estratégias inovadoras em mídias sociais

Postado em Web Marketing - 21/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

São Paulo – Veja como empresas como Dell, Ford, Adobe e Zappos usaram a mídia social de maneira inovadora para se aproximar de seus clientes.

Não basta criar um perfil social – tem que participar. Pode-se dizer que esta máxima deve ser não apenas aplicada, mas seguida religiosamente pelas empresas interessadas em interagir online com seus clientes e consumidores.

Afinal, segundo levantamento da Nielsen Online publicado nessa semana, 67% dos internautas do mundo usam redes sociais e blogs – atualmente com mais uso do que e-mails pessoais. E como as empresas obtém sucesso na comunicação com este público?

Mais que simplesmente criar uma comunidade centrada na sua marca ou promover eventos com blogueiros de determinada área que escrevem sobre o encontro em questão, como utilizar as ferramentas digitais de interação para quebrar ainda mais a distância entre quem produz e vende e quem compra e usa?

O IDG Now! selecionou 6 exemplos de empresas que fugiram à mesmice da atuação social , promovendo ações que levam realmente a sério algo que Tom Smith, fundador da consultoria em mídia social Trendstream, lembra em seu blog: embora muitas empresas invistam em anúncios nos ambientes sociais, o retorno de verdade vem de comunidades e da conversa direta com consumidores.

Entre os exemplos estão a Dell, que começou a conversar com seus clientes e fãs em 2006 pela comunidade Direct2Dell, ou a Ford, que direciona sua estratégia social massivamente no Twitter.

Acompanhe alguns bons exemplos de estrategistas que se aproveitam de ferramentas populares para escrever um capítulo social, devidamente bem pensado, no histórico de comunicação corporativa.

Veja 6 cases de sucesso em mídias sociais:

> Adobe
> Dell
> EMC
> Ford
> Skittles
> Zappos

Fonte: IDGNow