Arquivo de abril, 2009

Graficos comparativos: Clientes B4W

Postado em Projetos B4W - 21/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Veja abaixo alguns gráficos com os resultados comparativos do número de visitantes nos sites de nossos clientes antes e depois da nossa consultoria.

Gráficos comparativos

Graficos comparativos: Clientes B4W

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E-mail marketing

Postado em E-mail marketing - 21/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

E-mail marketing é a utilização do e-mail como ferramenta de marketing direto. De acordo com um estudo realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, o principal motivo de acesso à Internet no Brasil é o e-mail. Por isso, o e-mail marketing é bastante importante para as empresas no relacionamento com clientes.

E-mail Marketing e o SPAM

Diferentemente do spam (mensagens indesejadas), é essencial ao e-mail marketing o consentimento do cliente (também chamado opt-in), que pode ser explícito, quando ele mesmo opta por receber, ou implícito, caracterizado por uma relação evidente entre as partes.

Utilizações do E-mail Marketing

Seguindo esses princípios éticos, o e-mail marketing pode ser usado na oferta de produtos e serviços, na promoção de itens adicionais e de interesse específico, bem como em campanhas de fidelização, pesquisas de satisfação, cartões comemorativos e de aniversário.

Também é utilizado para envio de informativos periódicos, notícias, artigos e comunicados internos. Na organização de eventos, por exemplo, o marketing por e-mail pode ser aplicado para a distribuição de convites, confirmação de presença e agradecimento de participação.

Benefícios do E-mail Marketing

Nesse sentido, as empresas que adotam o e-mail marketing têm uma série de benefícios: proactividade —em vez de esperar o interesse do cliente, a empresa pode encontrá-lo; interatividade — o cliente interage imediatamente com a mensagem; segmentação — é possível direcionar a mensagem por sexo, faixa etária e cidade, por exemplo; personalização — a mensagem pode ser facilmente personalizada com informações do cliente; mensuração — o retorno da ação realizada é acompanhada em tempo real.

Diferenças entre Email Marketing e a Mala Direta

Em comparação com a mala direta, por exemplo, o e-mail marketing oferece grandes vantagens. A primeira delas é a velocidade. Enquanto que, pelo correio, a mensagem tradicional leva de três a cinco dias para ser entregue, utilizando-se a Internet, o cliente a recebe imediatamente.

Outra vantagem é a economia, pois a comunicação digital reduz custos de criação e envio, bem como elimina despesas de impressão e manuseio. Além disso, a praticidade também é uma vantagem, pois, no relacionamento por e-mail, é necessário ter apenas o nome e a caixa postal eletrônica do cliente. Já por mala direta impressa, são necessárias várias informações: rua, bairro, cidade, estado e CEP.

Mensuração

Nas ferramentas mais modernas de e-mail marketing é possível acompanhar o resultado das campanhas em tempo real (enquanto a campanha é enviada). Uma informação importante sobre disparos de e-mails é que devem ser realizados sempre pela mesma conta de e-mail, pois muitos sistemas hoje contam com autenticação de contas (ou filtros anti-spam) que exigem inserção de dados por seres humanos para garantir que não foram robos que enviaram a mensagem.

Design de interação

Postado em Design, Design de Interação - 21/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Design de interação é uma área do design especializada no projeto de artefatos interativos, como websites, PDAs, jogos eletrônicos e softwares. O foco do Design de Interação são as relações humanas tecidas através dos artefatos interativos, que funcionam também como meios de comunicação interpessoal.

Autores e profissionais da área referem-se a este por meio dos acrônimos “iD” ou “IxD” (do inglês interaction design).

O design de interação tornou-se motivo de estudos em grandes universidades dos Estados Unidos da América, como o MIT, a Carnegie Mellon University, a Savannah college of art and design, o Institudo Ivrea de design de interação, a Universidade de Iorque e o Royal College of Art.

Definição

(A definição de trabalho abaixo foi baseada em na lista de discussão Interaction Designers.)

IxD é uma vertente do design cuja filosofia prega o desenvolvimento de projetos à partir da aplicação de conceitos construídos com base na observação das experiências de usuários.

Sua aplicação visa a melhoria da relação homem-máquina já que o sucesso de um produto no mercado depende muito da experiência interativa que este pode proporcionar.

Estes são alguns benefícios:

  • adequar respostas do sistema às entradas do usuário
  • balancear interação e funcionalidade
  • previnir erros do usuário

Aplicando estes conhecimentos, os designers de interação criam produtos e serviços de maior (usabilidade) sob o conceito do design centrado no usuário, levando em conta os objetivos, funções, experiências, necessidades e desejos destes.

Visando o equilíbrio entre os anseios dos usuários, os negócios dos clientes e as possibilidades tecnológicas, os designers de interação superam desafios complexos e criam produtos e serviços inovadores.

Estes designers quase sempre trabalham em conjunto com especialistas em design gráfico, design de informação (ou arquitetura da informação), design industrial baseando-se em pesquisas sobre usuários (usabilidade), podendo atuar em mais de uma dessas atividades simultaneamente. Mas seu principal objetivo sempre é proporcionar a máxima interatividade do produto.

Designers de interação avançam explorando paradigmas e tirando proveito dos avanços tecnológicos. Enquanto a capacidade e complexidade dos dispositivos evoluem, estes profissionais tem um papel importante na consolidação da tecnologia como um grande benefício para as pessoas.

Design

Postado em Design - 21/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Denomina-se design qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato. Esse processo normalmente é orientado por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema.

Exemplos de coisas que se podem projetar incluem muitos tipos de objetos, como utensílios domésticos, vestimentas, máquinas, ambientes, e também imagens, como em peças gráficas, famílias de letras, livros e interfaces digitais de softwares ou de páginas da internet, entre outros.

Design é também a profissão que projeta os artefatos. Existem diversas especializações, de acordo com o tipo de coisa a projetar. Atualmente as mais comuns são o design de produto, design visual, design de moda e o design de interiores. O profissional que trabalha na área de design é chamado de designer.

Finalmente, o design pode ser também uma qualidade daquilo que foi projetado.

O termo deriva, originalmente, de designare, palavra em latim, sendo mais tarde adaptado para o inglês design. Houve uma série de tentativas de tradução do termo, mas os possíveis nomes como projética industrial que acabaram em desuso.

Arquitetura da informação

Postado em Arquitetura da Informação - 21/abril/2009 por B4W – 1 Comentário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A arquitetura tradicional, voltada para a construção civil e já amplamente conhecida, é conceituada como a arte ou técnica de projetar e edificar ambientes habitados. Como atividade humana, ela existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries, e tem evoluído à medida em que ganhou importância o design do ambiente construído, buscando-se a organização de espaços físicos.

Nos tempos atuais, um novo tipo de arquitetura tem sido necessário, sobretudo em grandes organizações. Lidando com estruturas digitais de informação e software, ao invés de estruturas físicas de alvenaria, a Arquitetura de Informações consiste no design de ambientes informacionais compartilhados e resistentes à entropia, que vem a ser o estado de desordem natural de qualquer sistema, na ausência de uma força organizadora.

Muitos dos artigos publicados sobre esse tema apontam o design de interfaces ou a estruturação de sítios na Web, como o seu principal foco. Entretanto a interface é uma janela para a informação. Até mesmo a melhor interface só é tão boa quanto a informação por trás dela. O oposto também é valido: até a informação mais compreensivelmente formatada só será tão útil quanto a sua interface. Assim, embora mutuamente dependentes, essas disciplinas não são a mesma coisa, nem tampouco estão contidas integralmente uma na outra.

Não por acaso, a Arquitetura de Informações guarda muitas semelhanças com aquela sua ancestral. A principal delas é a característica de ser centrada no ser humano: como a informação só pode existir em “comunidades de sentido”, a Arquitetura de Informações trata primeiramente de pessoas, buscando assegurar-lhes conforto e, somente depois, de tecnologia.

Com esse objetivo, faz-se necessário, por exemplo, o estabelecimento de padrões capazes de homogeneizar o significado de palavras, expressões e símbolos utilizados em todo o ciclo de produção das soluções de tecnologia da informação. Um vocabulário controlado contribui muito para minimizar as barreiras de entendimento, proporcionando um meio eficiente e confiável para a troca de informações.

Nas organizações, situa-se no domínio dessa disciplina a responsabilidade por manter a “visão do todo”, assim materializada no modelo arquitetural das informações corporativas voltadas ao atendimento das necessidades dos clientes, acionistas e sociedade, considerando o movimento do mercado e em conformidade com órgãos reguladores.

Usabilidade, a prática da simplicidade!

Postado em Usabilidade - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante.

Pela definição da International Organization for Standardization, usabilidade é a medida pela qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico.

Usabilidade = Simplicidade

“Que ninguém se engane: só se consegue a simplicidade através de muito trabalho” – Clarice Linspector

Recomendo o livro “As leis da simplicidade“.

Usabilidade é ferramenta contra a crise econômica

Postado em Usabilidade - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Boa experiência de uso em canais de auto-atendimento garante redução de custos, aumento de produtividade e fidelização do cliente. Sem a fácil compreensão pelos usuários o problema e os custos ficam ainda maiores.

Por Fabiana Curi Yazbek

Sempre que a economia passa por uma crise, profissionais, empresas e mesmo países voltam a discutir sobre a necessidade de implementar mecanismos de controle mais seguros e eficientes. Mas, a atual crise global tem uma diferença fundamental em relação a outras ocorridas no passado: a presença da economia digital.

Desde que a economia digital passou a fazer a parte dos cálculos da economia real, com a disseminação da internet e com o aumento do uso de canais de auto-atendimento, mecanismos e processos popularizados pela web ganharam destaque e tiveram sua relevância ampliada.

Além da praticidade e conveniência desses canais para o usuário, as empresas também têm muito a ganhar. Os canais de auto-atendimento – terminais de auto-atendimento, atendimento telefônico eletrônico, internet, sistemas de extranet, entre outros – geram grande redução de custo e automatização de processos, muitas vezes burocráticos.

Mas esses canais precisam ser facilmente compreendidos e utilizados pelos usuários. Senão, o problema e os custos ficam ainda maiores.

Existe uma ciência, pouco conhecida, mas muito valorizada, que trata da facilidade de uso e compreensão de canais, sistemas, aplicativos etc.: a usabilidade.

Mesmo que já fosse utilizado antes da explosão da internet comercial, o termo usabilidade passou a ser mais valorizado quando ligado ao universo da web.

Com a difusão do auto-serviço no final dos anos 90, principalmente pela crescente utilização da internet, a preocupação com a usabilidade aumentou, pois ela passou a estar diretamente relacionada ao resultado das empresas. Esta é uma situação muito diferente da época em que os ATMs (caixas de auto-atendimento) foram introduzidos no Brasil, quando os bancos destacavam um funcionário que ficava explicando o funcionamento para os clientes dentro do próprio caixa.

Hoje, a economia não comporta mais um procedimento como esse. O relacionamento de uma instituição com seu cliente tem que acontecer da forma mais produtiva e menos onerosa possível, tanto para a instituição como para o cliente, independente do canal utilizado.

Nesse sentido, a usabilidade se torna um procedimento-chave.

No caso da indústria bancária, quanto maior for a utilização do internet banking, menor será o número de clientes nas agências do banco ou realizando o atendimento telefônico, o que significa diminuição de gastos e, consequentemente, aumento do lucro – desde que ao acessar o site de seu banco, o cliente consiga realizar sem dificuldade suas consultas, pagamentos, transferências etc.

Se não conseguir, sua primeira reação é usar o telefone ou seguir até a agência mais próxima, serviços mais caros para o banco. O mesmo pode acontecer em um ATM: se o cliente não conseguir realizar a operação sozinho, entrará no banco e pedirá auxílio a um funcionário.

O caso do e-commerce é semelhante. O número de abandono de compras por receio, insegurança em finalizar a compra ou não encontrar um produto, ou não saber como proceder, é altíssimo.

Em sistemas de extranet, onde ocorrem transações em grandes volumes, como sistemas de pedidos, acompanhamento de carga, pagamentos, entre outros, uma falta de entendimento ou um erro podem acarretar perda de milhões de reais. Assim, a usabilidade pode ser entendida em termos simples: uma experiência de uso que permita encontrar com facilidade o que se procura e possa ser concluída sem deixar dúvidas.

Por isso, a usabilidade não é um procedimento a ser utilizado apenas em um momento de retração econômica, por possibilitar aumento de produtividade, mas está diretamente relacionada com a satisfação dos usuários e à fidelização de clientes. Ou seja, a usabilidade deve ser uma preocupação estratégica das empresas.

Fonte: Webinsider