Arquivo de abril, 2009

Usability BoK: pelas boas práticas de usabilidade

Postado em Usabilidade - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Usabilidade será a bola da vez, a exemplo do que aconteceu com a gestão de projetos. A UPA (Usability Professional Association) articula a criação do Usability Body of Knowledge e você pode influir se quiser.

Por Rodrigo Polacco

Em 2000, a preocupação das empresas era ter um site e em alguns casos fazer parceria com um portal, que seria responsável por aumentar a visibilidade e mensurar os resultados.

Com o estouro da bolha em 2001, o mercado de forma geral ficou um pouco estagnado. Mas como a internet é um ambiente em expansão, continuou crescendo à taxa de dois dígitos, tornando-se mais relevante.

Até que em 2004 a preocupação migrou de ter um site para a de mensurar os resultados e entender melhor o comportamento do usuário dentro do site.

O mercado seguiu evoluindo e no final de 2005, início de 2006, o marketing de links patrocinados se tornou uma febre pela perspectiva de aumento de audiência a baixo custo. Ainda em 2006, mais para o final do ano, a importância da otimização para o site se posicionar melhor na busca orgânica entrou no radar das empresas e SEO foi a onda do momento.

Com o aumento do tráfego e mensuração dos resultados a necessidade que surgiu foi a de melhorar a experiência do usuário dentro do ambiente receptivo. Assim, ferramentas que fazem A/B testing, testes multivariados e projetos de usabilidade começaram a proliferar e tomar conta do mercado.

Esta semana recebi um e-mail da UPA (Usability Professional Association) com uma novidade que promete desmistificar e ajudar na disseminação de boas práticas de usabilidade, a criação do Usability BoK (Usability Body of Knowledge).

A proposta é criar uma referência viva que represente o conhecimento coletivo da profissão usabilidade e que seja uma referência na definição do âmbito da profissão, seguindo os mesmos passos da gestão de projetos anos atrás que culminou na criação do PMBoK.

Para participar da criação do Usability BoK precisa ser membro da UPA.

Mais detalhes no site do Usability Body of Knowledge.

Fonte: Webinsider

Tem como divulgar meu produto nas redes sociais?

Postado em Redes Sociais - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

A resposta é que não existe receita pronta e a internet tem regras próprias, o que muitos profissionais não entendem. Confundem o papel das redes sociais e acreditam que através dela irão economizar verba.

Por Antonio Mafra

Recentemente li no Webinsider um artigo de um web planner que respeito muito, Felipe Morais (Medo de que falem mal de minha marca. O que faço?). O texto mostra que as grandes empresas temem críticas dos consumidores e que por este motivo perdem oportunidades.

Bom! Eu vou me atrever e estender um pouco mais o assunto e sinalizar alguns pontos. Minha intenção é propor uma reflexão e discussão acerca do que está em todos os veículos: redes sociais.

De uns tempos pra cá muitos amigos, colegas de trabalho, colegas de mercado e fornecedores perguntam a minha opinião e pedem dicas sobre como proceder para divulgar e comunicar seus produtos através das redes sociais. As dúvidas são tantas que fica difícil iniciar um papo com tantas perguntas. E tudo piora quando respondo sinceramente: “Não sei, mas você já está lá!”.

E ao dizer que essas redes não estão somente na internet, mas também nas mesas dos bares, nas escolas, nas faculdades, no cafezinho do trabalho, em casa ou no encontro casual com o vizinho, ai é que ficam mais cheios de dúvidas.

Não tem como ditar soluções para isso, pois a internet tem regras próprias e muitos profissionais não entendem isso. Confundem o papel das redes sociais. Acreditam que através dela irão economizar verba e falar diretamente com seu target.

Creem, também, que irão controlar conteúdo, conquistar audiência e credibilidade, mas este papel é realizado pelas mídias de massa (televisão, rádio, jornal, revistas e etc.). O papel da comunicação em blogs e comunidades, entre outras redes, é entrar na conversa corrente, o que pode ser muito mais relevante ao fazer parte do dia-a-dia das pessoas.

O que eu quero dizer, na verdade, é que eles deveriam, em primeiro lugar, utilizar a rede. Ou seja, ter um perfil próprio em uma comunidade, montar um blog pessoal ou mesmo criar uma conta no Twitter (febre do momento). E não apenas procurar respostas prontas, como se existisse uma receita.

Em um segundo momento, o monitoramento é essencial, pois assim você irá ouvir tudo o que dizem sobre você, sejam opiniões e comentários bons ou ruins. Essas análises podem apoiar você no aculturamento interno – para convencer seus superiores, seus pares ou mesmo o departamento de segurança para conseguir acesso aos sites – além de fornecer a você ótimos feedbacks.

Conte com bons parceiros. Você precisará envolvê-los no seu negócio, pois terão que estar preparados tanto quanto você. Crie, pense nos riscos e se pode suportá-los. Saiba que os erros aconteceram, mas isso é aprendizado, e acertando me conte.

No mais, aquela velha regra do marketing continua valendo. Atenda bem seus clientes e tenha produtos e serviços bons e relevantes. Assim provavelmente seus clientes irão indicar você para outras pessoas de forma positiva. Caso você faça tudo ao contrário, prepare-se, porque vão falar mal de você por aí e você não estará lá para se defender.

Fonte: Webinsider

Conheça 6 empresas com estratégias inovadoras em mídias sociais

Postado em Redes Sociais - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

São Paulo – Veja como empresas como Dell, Ford, Adobe e Zappos usaram a mídia social de maneira inovadora para se aproximar de seus clientes.

Não basta criar um perfil social – tem que participar. Pode-se dizer que esta máxima deve ser não apenas aplicada, mas seguida religiosamente pelas empresas interessadas em interagir online com seus clientes e consumidores.

Afinal, segundo levantamento da Nielsen Online publicado nessa semana, 67% dos internautas do mundo usam redes sociais e blogs – atualmente com mais uso do que e-mails pessoais. E como as empresas obtém sucesso na comunicação com este público?

Mais que simplesmente criar uma comunidade centrada na sua marca ou promover eventos com blogueiros de determinada área que escrevem sobre o encontro em questão, como utilizar as ferramentas digitais de interação para quebrar ainda mais a distância entre quem produz e vende e quem compra e usa?

O IDG Now! selecionou 6 exemplos de empresas que fugiram à mesmice da atuação social , promovendo ações que levam realmente a sério algo que Tom Smith, fundador da consultoria em mídia social Trendstream, lembra em seu blog: embora muitas empresas invistam em anúncios nos ambientes sociais, o retorno de verdade vem de comunidades e da conversa direta com consumidores.

Entre os exemplos estão a Dell, que começou a conversar com seus clientes e fãs em 2006 pela comunidade Direct2Dell, ou a Ford, que direciona sua estratégia social massivamente no Twitter.

Acompanhe alguns bons exemplos de estrategistas que se aproveitam de ferramentas populares para escrever um capítulo social, devidamente bem pensado, no histórico de comunicação corporativa.

Veja 6 cases de sucesso em mídias sociais:

> Adobe
> Dell
> EMC
> Ford
> Skittles
> Zappos

Fonte: IDGNow

Com potencial de crescimento, web tem 2,7% da publicidade no Brasil

Postado em Publicidade - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

De acordo com Ibope Mídia, investimento em 2008 foi de R$ 1,594 bilhão.
Portais acreditam que publicidade on-line tem potencial para crescer.

O Ibope divulgou nesta quinta-feira (12) números referentes ao mercado publicitário brasileiro em 2008: no ano passado foram gastos R$ 59,727 bilhões nesta área, sendo que cerca de 2,7% (R$ 1,594 bilhão) foram investidos na internet. A medição foi feita pela ferramenta Monitor Evolution, do Ibope Mídia, que passou oficialmente a considerar dados referentes ao ambiente digital – criado há 13 anos, esse sistema já considerava anúncios na TV, jornais, revistas, rádios, TVs por assinatura e outdoors.

O objetivo dessa nova medição é fornecer aos anunciantes e agências de publicidade dados concretos sobre anúncios on-line, para que eles possam fazer planejamentos baseados em dados concretos antes de investir. “Para criar um bom plano de mídia, é importante ter esse tipo de informação à mão”, afirmou Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia.

Apesar de ser anunciada oficialmente nesta quinta, a base de dados com as informações sobre o ambiente virtual teve início em janeiro de 2008. Esses dados não estão ligados à navegação do internauta ou aos anúncios por ele visualizado: as informações são todas fornecidas pelos seis maiores portais do país, que, juntos, representam 91,48% do alcance da web local (são eles: Globo.com, IG, MSN, Terra, UOL e Yahoo).

Anunciantes

Ainda de acordo com a nova ferramenta, do montante total investido na web brasileira em 2008, 82% refere-se aos banners. A pesquisa também indica como os setores que mais investem “mercado financeiro e seguros” (29%) e “veículos e concessionárias” (16%) num grupo com 29 classificações. A lista com maiores anunciantes é liderada por Bradesco (13,9%), seguido por Itaú (6,3%), Ford (4,5%) e Samsung (3,8%).

Só entram para o Monitor Evolution os anúncios on-line que seguem formatos visuais, como banners, pop ups e outras modalidades que seguem o formato chamado display. Ficam fora dessa contagem, por exemplo, os links patrocinados, lojas on-line e mídia interna (do próprio portal), entre outros.

Crescimento

Presentes no evento desta quinta, os representantes dos maiores portais brasileiros foram unânimes em afirmar que o ambiente virtual tem forte potencial para atrair mais investimentos da área de publicidade.

“Essa participação [de 2,7% dos anúncios] ainda é pequena, não reflete a importância que a internet tem na vida das pessoas. É certo que existe espaço para esse tipo de publicidade crescer de forma sólida”, afirmou Paulo Castro, diretor-geral do Terra. Parte desse aumento, acrescentou, pode estar atrelado ao aumento nas vendas de computadores, registrado em 2008.

Roberto Schmidt, diretor de desenvolvimento de produtos da Globo.com, lembra que a internet permite ao mercado publicitário divulgar seu conteúdo de diversas formas, como texto, imagens, vídeos, áudio e correio. “Todo esse ferramental está disponível para ser trabalhado e usado com propriedade”, afirmou o executivo. Em relação à atual crise financeira, ele comentou: “esse momento exige que as pessoas sejam mais criativas, que inovem mais. E essa visão de inovação já está presente na internet”.

Visualização

Também nesta quinta, o Ibope Nielsen Netratings (antes chamado de Ibope//Netratings) anunciou o lançamento da ferramenta AdRelevance, que permite aos anunciantes e agências visualizarem centenas de anúncios publicitários divulgados diariamente na web — com isso, eles poderão acompanhar o que está sendo feito em sua área, como as campanhas de seus concorrentes.

As informações divulgadas pelo AdRelevance estão divididas em 29 categorias, facilitando assim o acesso do usuário às informações relevantes para ele.

Fonte: G1

Otimização do site é pré-requisito para o sucesso de projetos online, dizem especialistas

Postado em Marketing de busca - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

São Paulo – Estratégia de SEO traz resultados a longo prazo e deve ser contínua para garantir posicionamento satisfatório nos buscadores.

Uma das estratégias de Search Engine Marketing (SEM) é o Search Engine Optimization (SEO). Sua implementação gera aumento de tráfego a sites quando estes conquistam um bom posicionamento em mecanismos de busca.

Além de trabalhar termos específicos nos textos de sites para aumentar sua relevância nas buscas, o SEO também cuida de códigos das páginas e nomes das imagens, por exemplo.

Atualmente, o principal desafio na implementação de um projeto de SEO no Brasil é a escassa cultura a respeito da estratégia nos buscadores, afirmam especialistas em SEM.

O Chief Executive Officer da Cadastra, Thiago Bacchin, mostra que, infelizmente, o SEO ainda é visto como uma ação de marketing, embora seja um “pré-requisito básico” em projetos online. Por isso, o ideal é que a implementação do SEO seja feita em paralelo à criação de um novo site. “É muito difícil trabalhar com um projeto pré-existente”, pondera o gerente geral da MídiaClick, Marcelo Sant’Iago.

Alexandre Kavinski, CEO da I-Cherry, alerta que “criar uma estratégia para depois usar o SEO é como construir uma casa e depois pensar onde vai ficar o banheiro”.

A eficiência de um projeto de SEO depende muito do tipo de site que implementa a estratégia. “Se você tem bastante conteúdo, consegue mais oportunidades”, afirma Kavinski. Segundo ele, é possível adotar uma “estratégia de volume, tentando ficar bem posicionado com a palavra ‘carro’, mas também com o termo ‘carro curitiba’”, aponta.

Os especialistas lembram que um projeto de SEO não deve ser implementado e abandonado. É preciso acompanhamento e manutenção, inclusive porque os sites de busca também mudam seus algoritmos.

Se for desconsiderado o fato de que os Links Patrocinados são complementares ao SEO, é possível dizer que o custo-benefício da última estratégia é maior. “Afinal, você não está comprando mídia, apenas o ‘know how’ da coisa”, explica Kavinski.

Caso de sucesso

O case de um varejista eletrônico, cujo nome não pode ser revelado, registrou aumento de 200% nas visitas após 6 meses de implementação de SEO, conta Bacchin. Além disso, o aumento de vendas geradas por visitas da busca natural foi de 170%. O retorno médio sobre o investimento, no período, foi de 120 reais para cada 1 real investido na consultoria.

“Se o varejista tivesse comprado todas essas visitas, teria pago 2 centavos de real por clique em Links Patrocinados, o que seria quase impossível. A média mínima que já vimos em uma campanha grande de varejo chegou a 12 centavos de real”, revela Bacchin.

Sant’Iago recomenda que as empresas fujam de agências especializadas que prometem posicionamento. “Ninguém pode garantir que você aparecerá na primeira página do buscador, mas sim informar a porcentagem na melhoria de performance”.

O International Advertising Bureau (IAB) Brasil possui, em seu site, uma cartilha com perguntas que anunciantes devem se fazer ao passar uma campanha para uma agência de Serch Engine Marketing (SEM).

Fonte: IDGNow

Links Patrocinados garantem resultados imediatos em campanhas online

Postado em Links patrocinados, Marketing de busca - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

São Paulo – Popular estratégia em mecanismos de busca é ideal para ser usada em momentos pontuais, como promoções e datas comemorativas

A face mais popular do Search Engine Marketing (SEM) está, com certeza, nos Links Patrocinados. A maioria das empresas aposta na compra de palavras-chave que dizem respeito a seus produtos e serviços para atrair clientes pelos resultados de busca diferenciais.

A estratégia é eficaz, principalmente, para situações pontuais – como promoções, queimas de estoque e datas comemorativas. “Para o Dia das Mães, você não consegue investir em SEO de última hora, mas pode investir em Links com ofertas”, esclarece o gerente geral da MídiaClick, Marcelo Sant’Iago.

Os Links Patrocinados funcionam como um ‘marketing de performance’, o que significa que “só se paga pelas visitas recebidas a partir do link divulgado”, explica o Chief Executive Officer (CEO) da Cadastra, Thiago Bacchin. E os resultados, com esta estratégia de busca, são imediatos.

Embora tenha este perfil, Bacchin alerta que o uso de Links Patrocinados deve ser permanente. Isto porque “algumas empresas que usam os Links receberão visitas de pessoas que só clicam no anúncio, não nos resultados da busca natural”.

O grande segredo de sucesso nesta estratégia é simples, segundo Sant’Iago. “Parece óbvio, mas é preciso ter claro qual é o objetivo”, diz.

Algo a se considerar de início é que nem sempre “a busca é feita pela marca, mas por uma linha de produtos que a empresa oferece”, exemplifica Bacchin. A dica de Sant’Iago é atingir o consumidor em seus diferentes estágios de compra para aumentar as conversões – cliques gerados a partir do anúncio.

A estratégia exige alguns questionamentos. “Se ele quer comprar um tênis, é de futebol ou corrida? Quais são as cores, modelos ou marca?”, sugere Sant’Iago. “Assim, você vai estruturando a campanha com palavras-chave mais genéricas, como ‘tênis’, até chegar no termo ‘tênis de corrida azul’”.

É preciso estar atento ainda à qualidade da campanha. Se o usuário buscou por um ‘tênis de corrida azul’, ele quer chegar direto à página em que é vendido esse produto, e não em uma ‘home page’ genérica na qual ele ainda precisará fazer uma pesquisa.

O custo por clique (CPC) é definido por um algoritmo do buscador, explica o Chief Executive Officer da I-Cherry, Alexandre Kavinski. O CPC funciona como em um leilão – há um valor mínimo e é possível pagar mais para se posicionar melhor.

O algoritmo que calcula o índice de qualidade, inclusive, pode ajudar a reduzir a taxa por clique. “Ele considera o lance máximo que a pessoa definiu por clique e, quanto mais tempo anunciando, menor o preço por clique, pois você gerou mais histórico para o buscador calcular a qualidade”, esclarece Kavinski. Além disso, o posicionamento do anúncio também melhora.

Um exemplo de sucesso no uso da ferramenta é o da Kalunga. Bacchin revela que, em 2008, o ROI (do inglês Return on Investiment) médio da empresa foi de 25 reais em vendas para cada um real investido na campanha. “Este número é alto para o varejo”, explica.

Fonte: IDGNow

Links Patrocinados e SEO: saiba como fortalecer sua marca na internet

Postado em Marketing de busca - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

São Paulo – Estratégias de Search Engine Marketing (SEM) se complementam e devem ser usadas por empresas em diferentes momentos. Saiba mais.

Em tempos de crise, qual o melhor investimento para uma empresa atrair clientes ao aparecer bem posicionada na web? Os pilares do Search Engine Marketing (SEM) se mostram essenciais e complementares para impulsionar a visibilidade em buscas: Search Engine Optimization (SEO) e Links Patrocinados.

Muitas empresas se perguntam quando é o momento certo para se investir em uma ou outra estratégia. O ideal, segundo o Chief Executive Officer da I-Cherry, Alexandre Kavinski, é pensar nas estratégias juntas. “Uma alimenta a outra”, diz.

Enquanto o SEO deve ser pensado o tempo todo para que uma marca e seu site estejam bem posicionados nos buscadores, os Links Patrocinados alimentam esta estratégia. Uma das diferenças claras entre um e outro é o prazo para os resultados serem vistos.

No caso do SEO, os benefícios começam a ser observados a longo prazo – em cerca de 90 dias. Já o uso de Links Patrocinados é recomendado para ações pontuais, como ofertas e promoções em datas específicas, que precisam de retorno imediato.

Além disso, é importante lembrar que “o tráfego gerado pelo SEO é gratuito, enquanto no Link Patrocinado você paga por cada clique”, diz o gerente geral da MídiaClick, Marcelo Sant’Iago.

O especialista aponta que uma das vantagens do marketing em buscadores é que, na busca, “o usuário diz voluntariamente o que quer”.

Por esta razão, o CEO da Cadastra, Thiago Bacchin, diz que muitos sites começam a ser feitos da forma errada, pois os mecanismos de busca são esquecidos. “O buscador só vai ser seu amigo se o site for feito orientado para mais de 100 critérios que os algoritmos de busca analisam”.

Em ambas as estratégias, é preciso aderir a ferramentas analíticas para entender quais são os resultados dos esforços, aconselha Kavinski. “Se algumas palavras funcionam, use variações delas.”

De acordo com Sant’Iago, pesquisas mostram que, “com boa presença nos dois lados, você aumenta o reconhecimento de marca em até 16%. É muito importante ter um investimento coordenado”, conclui.

Fonte: IDGNow