Arquivo de abril, 2009

Redes Sociais e sua Importância em SEO

Postado em Marketing de busca, Redes Sociais - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

As Redes Sociais da Web, seus papéis na divulgação de conteúdo e como estas influenciam no aumento de visitas ao seu site e no posicionamento nos sites de busca.

Entende-se por Rede Social como “uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres humanos entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos.” (Definição: Wikipédia).

Atualmente na web, as redes sociais estão presentes em sites de relacionamento online, e muitas vezes é possível se construir uma rede de contatos dentro de sites de mídia social. Alguns exemplos de redes sociais são o orkut, facebook, myspace e twitter.

E como isso proporciona o favorecimento em SEO?

Assim como qualquer meio de divulgação online, no qual se incluem várias técnicas de SEO, as redes sociais possibilitam espalhar links externos pela Web.

A grande diferença no uso de redes sociais é, além de espalhar links externos, poder fazer com que esses links sejam acessados pelo máximo de pessoas possíveis. Isso se consegue criando uma forte rede de contatos de possíveis pessoas que gostariam de apreciar seu conteúdo.

Para isso busque sempre compartilhar links com pessoas que tenham interesse no seu conteúdo, submeta seus links em comunidades ou categorias relacionadas ao tema de sua submissão, e aos poucos torne-se alguém “importante” dentro da rede social da qual você atua. E mais um ponto importante: não use de técnicas desonestas como spam para se promover em uma rede social. As conseqüências podem ser ruins, podendo resultar em punições, para você e para o site ou blog de onde você está postando a notícia.

Att.

Doze dicas para melhorar sua imagem profissional na web

Postado em Marketing de busca, Redes Sociais, Web Marketing - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Toronto – Blogs e redes sociais são ferramentas importantes para dar um gás na carreira. Mas é preciso tomar cuidados com o que é publicado.

A internet pode ser uma grande ajuda na hora de expor suas habilidades no mundo online e de dar um empurrãozinho na carreira. Mal utilizada, pode ser uma armadilha e revelar mais informações que você gostaria que seu atual – ou futuro – empregador soubesse. Por isso, compilamos 12 dicas para você fazer bom uso da web para se promover e fortalecer seu nome no mundo digital.

1. Fique de olho na privacidade

Várias pessoas usam diferentes redes sociais para separar a vida profissional da particular. É trabalho? Então vai para o LinkedIn. Se for de lazer, Orkut ou Facebook. Mas a verdade é que a maioria dos empregadores tem acesso aos dois tipos de informações. A não ser que você reforce sua privacidade e permita que apenas um número limitado de pessoas tenha acesso aos seus perfis em redes sociais.

2. Não desatualize seu perfil

Para Paolo Pasquini, porta-voz da área de consumo da Microsoft Canadá, os perfis em redes sociais não podem ser criados e depois deixados de lado. “Quando você entra para uma comunidade como o LinkedIn e depois deixa de atualizá-la mostra que você não está tão preocupado com sua carreira”, afirmou. Pasquini sugere usar um agregador que permita atualizar vários perfis de uma vez.

3. Divulgue as informações certas

Quando você entra para as redes sociais, é importante saber quais informações você quer divulgar em todas elas. Por exemplo, todos os seus perfis podem ter a informação de que você é casado e tem filhos. Informações muito pessoais devem ser limitadas a apenas alguns perfis, acessado apenas por familiares e amigos mais próximos.

4. Transparência

Lionel Menchaca, o responsável pelos blogs da Dell, explica que as pessoas precisam deixar claro o motivo pelo qual elas publicam ou postam algumas mensagens. “Em meus posts, procuro equilibrar meus interesses pessoais e meu trabalho como funcionário da Dell. Se você é empregado de uma grande empresa e faz algum comentário como representante dessa companhia, isso tem que ficar claro.”

5. Tenha um site

Apesar de parecer uma medida antiquada, ter um site pessoal ajuda bastante. É como ter um quartel-general online. “As pessoas acham que esse é um truque velho, mas você precisa ter um site para redirecionar seus seguidores no Twitter”, disse John Carson, consultor de mídia interativa social da Echo Communications. Segundo ele, sites são bons pontos de partida para aqueles que querem saber um pouco mais sobre sua vida profissional, por isso é importante ter uma cópia do currículo por lá.

6. Chame atenção

Segundo Carson, investir num perfil online pode ser uma forma de ganhar relevância e ver seu nome aparecer no Google, espontaneamente. Compre um domínio na internet com o seu nome, comece um blog, use tags e comece a colocar links para sites de outras pessoas. Ao mesmo tempo, peça para outros blogueiros colocarem links de volta para seu site/blog. O segredo é manter tudo atualizado, disse Michael O’Connor Clarke, vice-presidente da Thornley Fallis Communications. “Mesmo que você esteja em um bom emprego e tenha estabilidade, ninguém sabe o que pode acontecer no mercado.”

7. Reúna depoimentos e recomendações

“Se você vai contratar uma pessoa, é preciso olhar para ela como uma marca e ver o que as pessoas estão dizendo sobre ela, se elas são bem recomendadas, se receberam depoimentos (que justifiquem essa fama)”, disse Carson, da Echo Communications. Peça para as pessoas escreverem uma pequena referência sobre seu trabalho. “Essa é uma forma pró-ativa de marketing e que qualquer pessoa pode fazer.”

8. Participe de comunidades online

“Ninguém é obrigado a ter um blog, mas com certeza é uma boa ideia participar mais ativamente de comunidades”, afirmou Michael Clarke, da Thornley Fallis. “Se você vê coisas que de fato te interessam ou então um assunto que você domina, por que não comentar sobre elas?”, disse. Isso pode ajudar a demonstrar sua experiência e conhecimento. “Uma coisa é se manter atualizado, outra coisa é usar isso para formar uma comunidade e conversar com ela”, acrescentou Pasquini, da Microsoft Canadá.

9. Na dúvida, evite se expor

Se você não se sente seguro sobre o que falar, evite dar uma mancada no meio online. “É mais difícil apagar uma má impressão”, disse Carson, da Echo Communications. “Há inúmeros casos de pessoas que disseram a coisa errada na hora errada ou um funcionário que mandou um e-mail para quem não devia.”

10) O Facebook é importante

O fato de você não estar no Orkut ou no Facebook não quer dizer que seus amigos não estejam – pior, eles podem estar publicando fotos suas, algumas até constrangedoras. “Se você não está administrando seu perfil corretamente, então outras pessoas podem fazer isso em seu lugar, e não da melhor maneira possível”, disse Pasquini, da Microsoft. Se você não tem um perfil nas redes sociais mais populares, abra um, nem que seja para controlar as informações que possam ser publicadas sobre você.

11. Não se esqueça do Google

Saber o que as pessoas estão falando sobre você pode ser bem mais fácil se você contar com a ajuda do Google. Pesquise seu nome eventualmente e veja se existe alguma informação que possa prejudicar sua reputação. Veja também se é possível entrar em contato com o autor e pedir para a informação ser removida.

12. Seja discreto

Além de administrar todas as informações que seus amigos, inimigos ou parentes possam publicar sobre você, vale a pena seguir uma regra básica: seja discreto e cuidadoso. Tudo que você escreve ou publica na web pode ser encontrado – e usado contra seus interesses. Portanto, moderação ajuda a evitar problemas e manter a (boa) imagem.

Jennifer Kavur, editora do Computerworld, em Toronto

Fonte: IDGNow

SEO: conheça técnicas para aumentar a relevância de seu site nas buscas

Postado em Marketing de busca - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

São Paulo – Dicas mostram como é possível otimizar as páginas de seu site, blog ou perfil online para se posicionar melhor em buscadores.

Os três pilares de Search Engine Optimization (SEO) envolvem organização da estrutura, conteúdo e links das páginas de um site. O objetivo desta otimização é melhorar seu posicionamento em resultados de buscas online.

Mas como fazer isto de forma natural, sem forçar palavras-chave e cometer outros excessos que podem incomodar o visitante? Os passos básicos incluem organizar o conteúdo, as palavras-chave, os links e a própria URL de seu blog, perfil online ou site.

Palavras-chave

Antes de mais nada, a diretora de SEO e Social Media Marketing (SMM) da Media Contacts, Paola Zingman recomenda: tenha claro qual é o tipo do site e seu objetivo com ele. “A partir daí, você define as palavras-chave”, explica.

A gerente de SEO da F.Biz, Fabianne Chuster, recomenda que as palavras sejam distribuídas em elementos da página, pois “o buscador irá varrer tudo em busca delas e vê a frequência com que aparecem”. Isto significa que o termo principal deve aparecer no decorrer do conteúdo de uma página.

Faz muito bem ao site se os termos mais relevantes constarem no início do texto ou em negrito. Estas palavras também devem ser as escolhidas quando um link interno ou externo for incluso no decorrer do texto. “É interessante combinar. Além da palavra que você quer posicionar nos buscadores, use variações, assim irá aparecer bem na busca de outras palavras”, direciona Fabianne.

Mergulhe no HTML

Algumas mudanças básicas podem ser feitas facilmente. Comece pela tag HTML Title. “Ali a palavra-chave precisa estar”, diz Fabianne. Esta aparição do termo é de suma importância para o bom posicionamento da página nas buscas.

Na meta tag Description, é preciso incluir novamente a palavra-chave. O texto personalizado será mostrado aos internautas como a descrição do site nos resultados da busca.

Além disso, as chamadas “heading tags” também dão uma boa força para o SEO. Muitas vezes elas são criadas automaticamente, mas para se ter uma ideia, elas vão de “h1′ até “h6″. Na primeira, fica o “tema principal, um título de post, por exemplo”, explica a gerente de SEO. “Na h2, pode ficar um subtítulo”, aponta.

Com elas, que funcionam por ordem de importância, o robô de buscas identifica que o conteúdo ali tem destaque em comparação com o restante do texto – e, por isso, nestas tags devem constar novamente as palavras-chave da página.

Outra meta tag que pode ser alterada é a Keywords. Como o próprio nome diz, ali ficam as palavras-chave relacionadas ao site. “Você também pode usar este espaço para escrever variações erradas da grafia da palavra”, expõe Fabianne.

Links e imagens

Antes de sair distribuindo links em seu site, entenda o que é revelante destacar.para o robô de buscas. Primeiro, inclua um título no seu link. E quando o texto incluir referência para uma página – interna ou de outro site -, é interessante usar apenas a palavra-chave do tema para dar mais relevância ao conteúdo quando for fazer este direcionamento.

“É legal colocar o link no texto âncora”, resume Fabianne. Isso significa que não é preciso ‘linkar’ a frase toda “Dicas de SEO para aumentar a relevância de seu site”. O link deve estar apenas em “SEO”. A otimização é recomendável para o “buscador entender melhor o link” e aumentar a relevância do conteúdo, segundo Paola.

Além disso, os sites que irão apontar para suas páginas são igualmente importantes. De um modo geral, quanto maior é sua reputação, ou PageRank, melhor será a ajuda que o link dará ao seu posicionamento. “Escolha páginas com um bom PageRank e que não adotem o código ‘no follow’, usado para não dividir a relevância com outros sites”, explica Paola.

Quanto às imagens, a regra é simples: nomeie os arquivos com relevância. Esqueça o nome genérico, como “DSC4589”, e adote “SEO”, por exemplo. Outra dica, caso a plataforma do usuário não inclua automaticamente, é inserir a tag ALT, aconselham as SEOs. “É preciso dar ferramentas para que o buscador leia o site”, explica Paola.

URL é sua identidade

O endereço de seu site deve explicar o que ele realmente é. “O ideal é que seja o mais curto possível e evite palavras como ‘para’, ‘de’, ‘o’ e ‘a’. Priorize palavras mais fáceis”, aconselha Fabianne. A especialista também pede que os usuários se questionem: “Como as pessoas vão me procurar?”. Se a ideia é ser encontrado por um tema, a palavra relacionada deve constar na URL.

A diretora lembra que os buscadores não se dão bem com URLs dinâmicas, ou seja, endereços como “http://www.idgnow.com.br/id=2423&start:int=2”. A ideia é que o endereço seja algo como “http://www.idgnow.com.br/internet”. Caso o seu sistema crie apenas endereços dinâmicos, não se preocupe: há ferramentas que ajudam a rescreve-los.

Adicionais que ajudam ou atrapalham

Para dar uma força extra ao seu SEO, que tal criar um feed RSS (do inglês Really Simple Syndication)? Ele auxilia pelo fato de “divulgar o conteúdo e gerar visitas, tornando o site mais relevante”, aponta Paola.

A diretora também lembra que vale usar os chamados ‘social bookmarks’, incluindo botões que permitam o compartilhamento daquele link em serviços como Del.icio.us.

Alguns tipos de arquivo ou conteúdo devem se manter longe ou aparecer o menos possível nos sites, contudo. “Nunca faça um site inteiro em Flash”, exemplifica Paola. “Se não tiver jeito, misture Flash com o HTML”. É possível tentar criar um texto alternativo que mostre o conteúdo daquele Flash para o buscador, sem que o usuário veja. “Mas neste caso seria um texto básico, cuja relevância não é muito alta. E o buscador vai focar mais no HTML”, diz Paola.

Fonte: Webinsider

Como aparecer no topo dos sites de busca

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Por Viviane Maia

Em janeiro de 2007, quem digitasse a palavra “paintball” no Google não localizava logo nos primeiros resultados a loja de artigos esportivos Gorilaz Paintball. Era preciso muita paciência para chegar à quinta página do buscador e encontrar o endereço virtual da loja paulistana. Um levantamento realizado pela consultoria WBI Brasil, feito com 4.431 pessoas em 2008, concluiu que 64% dos internautas clicam somente nos três primeiros endereços ao pesquisar produtos e serviços. O que fazia com que a Gorilaz Paintball, na maioria das vezes, não chegasse sequer a ser notada pelos consumidores. Mas Douglas Wilhelm, dono da empresa, decidiu mudar essa situação contratando um otimizador, profissional que interfere na arquitetura de sites para melhorar a posição nas pesquisas online. O problema detectado no site era a falta de conteúdo nas páginas eletrônicas e arquivos de imagem que substituíam textos. “Com isso, saltamos da quinta para a primeira página do Google”, diz. “Investimos apenas R$ 500 para mudar e, em dois meses, registramos aumento de 20% nas vendas.”

Para ter uma página nas alturas, especialistas afirmam que é importante misturar tecnologia e marketing aplicados em um conteúdo planejado para o site — trabalho desenvolvido pelos otimizadores, que custa a partir de R$ 200. Para Sandra Moraes, diretora do Yahoo! Search Marketing Brasil, é importante acompanhar o processo de perto. Ela diz que, com o conhecimento do negócio por parte do empresário e da técnica, pelo otimizador, fica mais fácil identificar por quais formas as pessoas podem chegar até o site. “Vale pensar em palavras-chave e trabalhar o conteúdo por categorias.”

André Habib, afirma que muitas vezes, as pessoas chegam à página da empresa na internet por palavras, expressões ou frases que o empresário nunca iria imaginar. Um exemplo: um internauta entra em um site de uma loja de ração depois de digitar as palavras “sabiá azul”. Por isso, ele diz que é importante desenvolver o conteúdo, fugindo de termos de duplo sentido ou pouco específicos e dividir o site como uma espécie de “primeira página de jornal”, que mostra um resumo do que o internauta deve encontrar nesse ambiente. Mas ele aconselha a usar as palavras-chave com moderação. “Os mecanismos de busca sabem identificar tais truques e a punição vai desde a perda de posições até a expulsão do banco de dados”, diz ele.

Michel Sciama, gerente de Adwords do Google, completa que uma página desenhada com a linguagem flash acaba dificultando a monitoração dos mecanismos de busca. Porém, segundo ele, não significa abrir mão de imagens e vídeos. “Essas ferramentas devem ser bem descritas para facilitar a localização desse conteúdo.”

Assim, também, como a troca de links entre endereços virtuais. Para Bernhard Schultze, diretor da SEO Marketing, especializada em sites de busca, é importante ser criterioso ao enviar links para outros sites. Ele aconselha a fugir dos links pagos ou irrelevantes e preferir links recebidos de outros sites de forma espontânea. “Quanto melhor a sua posição nas pesquisas, maior o volume de tráfego e o das suas vendas.”

Fonte: PEGN

Tenho uma verba muito… muito pequena, como posso investir na internet?

Postado em Links patrocinados, Marketing de busca, Web Marketing - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Se não tiver dinheiro para planejar um site, use seu dinheiro de uma forma inteligente, defina apenas um objetivo para a internet.

Vou dar uma dica, para pequenos empresários, se sua verba para a internet é mínima, mas você deseja ter resultados, não faça um site, isto mesmo, não gaste com flash, sistemas de notícias e catálogos de produtos, baseadas apenas em “achismos”, o que era para atrair seu cliente vai é expulsar ele.

Se não tiver dinheiro para planejar um site, use seu dinheiro de uma forma inteligente, defina apenas um objetivo para a internet, não adianta querer abraçar o mundo, com galerias de produtos, descrição de serviços e outras ações que não serão visitadas.

Foque no seu objetivo, por exemplo, quero que o site me converta(retorne) em ligações, este é o objetivo. Simples, pegue 10% da sua verba, e invista no receptivo – isto mesmo – no site invista a menor parte.

Pague alguém para fazer uma página só com uma logo bem destacada, um texto simples e curto, que fale de seus serviços e uma chamada para ligação. Para um resultado maior pegue um formulário simples que a pessoa só escreve o nome e o telefone e coloca como título -ligamos para você – pronto a pessoa entra no site, vê “um geral” da empresa rápido, e escolhe: se atraiu liga, ou ainda sem pagar nada, ele pode receber uma ligação.

E os outros 90%, coloca tudo em mídia interativa ativa, vai ao Google e divide a verba em campanhas, deste montante, pega 30% e coloca no primeiro mês, para ajudar na sua relevância, o resto divide entre os 11 meses seguintes.

Procure não comprar apenas palavras ligadas aos seus produtos, mas diversifique seu mix de termos, faça uma regionalização por seu mercado de atuação.

A relevância de um anúncio está ligada ao texto do link patrocinado, por isto não use a primeira idéia que vier na cabeça para redigir as duas linhas.

Isto é muito simples, mas poucas pessoas fazem. 99,99% de certeza, que isto dará muito mais resultado do que fazer um site em flash, com diversos elementos programáveis, design inovador e outros pontos sem um planejamento e definição de objetivos. Foque em um único objetivo e seja o mais fácil e rápido para o usuário.

Palavra de profissional que todo dia fala com cliente desesperado, pois seu site cheio de elementos diferenciais tem menos acesso, menos conversão e menos resultados do que seu concorrente que tem apenas um .jpeg com logo e telefone.

Agora dependendo da sua verba, focar em apenas um objetivo é prejuízo, pois seu concorrente trabalha ou trabalhará com uma agência interativa que utiliza as ferramentas para atingir de forma ordenada, diversos objetivos ao mesmo tempo, sem fazer o cliente ir embora do seu canal.

Raphael Lacerda

Fonte: Outrolado

Início do Blog Oficial da B4W

Postado em Início do Blog - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Chegamos! Sim, este é o Blog Oficial da B4W!

Pois é, demoramos um pouco para criar este canal de comunicação tão importante, mas, com certeza, a partir de agora vamos descobrir novas possibilidades junto com vocês!

A idéia principal é que este blog sirva como um canal para aproximar vocês do dia-a-dia da B4W e vice-versa.

Queremos que ele seja feito em conjunto. Por isso, sintam-se à vontade para dar sugestões e comentar.

Sejam bem-vindos! A casa é nossa!

Equipe B4W.

E-commerce: 13,2 mi de brasileiros compraram online em 2008, diz e-bit

Postado em Comércio Eletrônico - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

São Paulo – Alimentado pela crescente participação das mulheres, e-commerce deverá ultrapassar marca dos 15 milhões de consumidores no 1° semestre.

O número de consumidores brasileiros que comparam pela internet chegou a 13,2 milhões em 2008, aumento de 39% em relação a 2007, segundo dados da 19ª edição do relatório WebShoppers realizado pela consultoria e-bit e divulgados nesta terça-feira (17/03).

O volume de e-consumidores foi alimentado pela crescente participação da classe C nas compras online. Segundo a e-bit, famílias com renda média mensal de até 3 mil reais representaram 60% dos novos e-consumidores em 2008. Em um ano, a participação da classe C no comércio eletrônico brasileiro cresceu de 37% em 2007 para 42% em 2008.

O perfil do consumidor online também passou por modificações. Em 2008, as mulheres passaram os homens e agora representam 51% dos consumidores online.

O e-bit já havia divulgado em janeiro que o e-commerce brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais durante o ano passado, crescimento de 30% em relação a 2007. “O valor ainda seria mais alto (*,6 bilhões de reais) se não fosse a crise econômica. Mesmo assim houve um crescimento [anual] significativo”, observa Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. A expectativa para 2009 é que o e-commerce brasileiro movimente 10 bilhões de reais.

Agora, a consultoria estima que o setor deverá movimentar 4,2 bilhões de reais até julho, acréscimo de 800 milhões de reais em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. A soma do primeiro semestre de 2009 supera o faturamento do e-commerce em todo o ano de 2006, compara Guasti.

Para o final do semestre, a consultoria espera que o Brasil ultrapasse a marca de 15 milhões de consumidores online. Para o final do ano, a expectativa é que o número chegue a 17,2 milhões de compradores online.

Entre as categorias mais populares entre os brasileiros em 2008, a de Livros mantém a ponta folgada, com 17% de participação, seguida por Saúde e Beleza (12%), informática (11%), Eletrônicos (9%) e Eletrodomésticos (6%).

Fonte: IDGNow