Arquivo de abril, 2009

Home office (e até sem office)

Postado em Carreira - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Onde você quer trabalhar?

Por Cezar Calligaris

Na primeira metade dessa década foram escritos no Webinsider vários artigos falando das vantagens do home office. Fazer de um ambiente da sua casa seu escritório, ter mais tempo para a família e deixar de lado problemas como o trânsito era um sonho para muitas pessoas. O sistema, porém, ainda não estava maduro o suficiente em quesitos como equipamentos, cultura corporativa e legislação trabalhista, e por isso ficou restrito a poucos profissionais de áreas muito específicas.

Recentemente alguns fatores, principalmente relacionados a custos, colocaram o home office novamente em pauta. Primeiro, a popularização da banda larga, dos programas de compartilhar documentos e a facilidade da telefonia VoIP. Segundo, a redução de preços de equipamentos como multifuncionais e de conferência.

Terceiro, o aumento dos problemas da vida em uma cidade, como trânsito e violência. Quarto, a fase de crescimento mundial, que fez com que as empresas se vissem limitadas em espaço físico para crescer. Por último, o fator multiplicador: pessoas que já trabalharam à distância passaram a ocupar cargos-chave permitindo a outras pessoas trabalharem da mesma maneira.

Mais do que isso, a tecnologia permitiu um outro conceito: o “no office”. Imagine o que é possível fazer com um smartphone, um notebook e um modem via celular. Nem em casa você precisa ficar mais.

Alguns exemplos de funcionamento

As soluções de flexibilidade têm sido bem criativas. Alguns exemplos:

* Funcionários trabalhando parcialmente (duas ou três vezes por semana) em casa.
* Funcionários totalmente home office, na mesma cidade ou em locais bem distantes.
* Rodízio: funcionários com notebooks fazem um rodízio durante a semana, indo ao escritório em dias diferentes e dividindo uma mesma mesa.
* Empresas sem escritório, com reuniões em cafés, restaurantes ou escritórios virtuais.
* Empresas com escritórios complementares em localidades diferentes para reduzir custos.

A empresa paga aos funcionários o mobiliário, notebook, impressora, celular, telefone, banda larga, material de escritório e vale-refeição.

Limitações

Alguns lembretes para que o home ou no office deem certo para o funcionário:

* É preciso ter cuidado para não ser “esquecido” pelos superiores, sempre reportando suas atividades e sucessos.
* É preciso manter a troca de informações com as pessoas de sua empresa, assim como o networking. Não se fechar em uma bolha.
* Disciplina é fundamental: se não consegue separar as atividades pessoais das profissionais, desista do home office.
* Gaste somente o necessário. A não ser que você ganhe muito bem, seu escritório em casa não precisa ser aquele da revista de decoração.
* Nada de trabalho 24/7. Livre-se do smartphone quando não estiver trabalhando.
* Cada um trabalha de um jeito. Uns gostam de ouvir música, outros de trabalhar na beira da piscina. É preciso encontrar a sua maneira.

Alguns lembretes para que o home office dê certo para a empresa:

* Sua adoção deve ser voluntária: alguns funcionários podem não se adaptar a esse método ou podem não ter espaço para escritório em casa.
* Tudo à distância é sujeito a problemas de interpretação. Reunião com cliente, por exemplo, tem que ser presencial quando possível. Não precisa ser no escritório, pode ser em um lugar mais agradável.
* Infelizmente a legislação trabalhista ainda é um dos principais problemas. Se um funcionário home office leva seu filho ao médico e trabalha até mais tarde por esse motivo, como a empresa vai provar em caso de uma eventual ação?
* É preciso selecionar os funcionários que terão esse benefício: independência, organização e motivação são fundamentais.
* Contratos e compromissos: formalizar as metas que o funcionário deve alcançar.

Concluindo

O trabalho fora do escritório ainda está bem longe de mudar o mundo. O que tem acontecido ainda não é uma mudança radical, mas uma ampliação da sua aceitação: depois do sucesso da fase experimental, grandes empresas estão aderindo a esse sistema.

É um caminho sem volta e cheio de vantagens: para o funcionário, fugir do trânsito, ter mais liberdade e permitir maior convívio familiar. Para a empresa, aumentar a produtividade do funcionário e reduzir custos fixos.

É cada vez mais comum ouvir histórias de pessoas bem sucedidas em suas atividades feitas longe do escritório. Será que um dia vamos conseguir nos libertar desses mundos fechados que os escritórios se tornaram?

Fonte: Webinsider

Usabilidade

Postado em Usabilidade - 19/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. A usabilidade pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida de um objeto.

Na Interação Humano-computador e na Ciência da Computação, usabilidade normalmente se refere à simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um website pode ser utilizado. O Termo também é utilizado em contexto de produtos como aparelhos eletrônicos, em áreas da comunicação e produtos de transferência de conhecimento, como manuais, documentos e ajudas online. Também pode se referir a eficiência do design de objetos como uma maçaneta ou um martelo.

Definições de Usabilidade

A usabilidade está relacionada aos estudos de Ergonomia e de Interação Humano-computador.

A usabilidade está diretamente ligada ao diálogo na interface e a capacidade do software em permitir que o usuário alcance suas metas de interação com o sistema. Ser de fácil aprendizagem, permitir uma utilização eficiente e apresentar poucos erros, são os aspectos fundamentais para a percepção da boa usabilidade por parte do usuário. Mas a usabilidade pode ainda estar relacionada com a facilidade de ser memorizada e ao nível de satisfação do usuário.

Usabilidade segundo a norma ISO 9241 – Ergonomia de software de escritório

Pela definição da International Organization for Standardization, usabilidade é a medida pela qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico (ISO 9241-11).

Medida, aqui, deve ser entendida como valores resultantes de uma medição e os processos utilizados para se obter aqueles valores.

A efetividade permite que o usuário alcance os objetivos iniciais de interação, e tanto é avaliada em termos de finalização de uma tarefa quanto também em termos de qualidade do resultado obtido.

Eficiência se refere à quantidade de esforço e recursos necessários para se chegar a um determinado objetivo. Os desvios que o usuário faz durante a interação e a quantidade de erros cometidos pode servir para avaliar o nível de eficiência do site.

A terceira medida de usabilidade, a satisfação, é a mais difícil de medir e quantificar, pois, está relacionada com fatores subjetivos. De maneira geral, satisfação se refere ao nível de conforto que o usuário sente ao utilizar a interface e qual a aceitação como maneira de alcançar seus objetivos ao navegar no site.

Outras perspectivas da usabilidade

Segundo a norma citada acima (parte 11 da norma ISO 9241) a usabilidade pode ser especificada ou medida segundo outras perspectivas, como por exemplo:

  • Facilidade de aprendizado – o usuário rapidamente consegue explorar o sistema e realizar suas tarefas;
  • Facilidade de memorização – após um certo período sem utilizá-lo, o usuário não freqüente é capaz de retornar ao sistema e realizar suas tarefas sem a necessidade de reaprender como interagir com ele;
  • Baixa taxa de erros – o usuário realiza suas tarefas sem maiores transtornos e é capaz de recuperar erros, caso ocorram;

Medição

O conjunto de atributos representando a usabilidade evidencia o esforço necessário para a utilização de um software. Da mesma forma é considerado o julgamento individual de seu uso através de um conjunto implícito ou explícito de usuários (Avouris, 2001). Para tanto, os critérios de medição da característica de usabilidade estabelecidos pela norma ISO 9241 reflete na:

  • análise das características requeridas do produto num contexto de uso específico;
  • análise do processo de interação entre usuário e produto;
  • análise da eficiência (agilidade na viabilização do trabalho), da eficácia (garantia da obtenção dos resultados desejados) e da satisfação resultante do uso desse produto.

Testes de Usabilidade e Avaliações de Ergonomia

O teste de usabilidade é uma técnica formal que pode envolver usuários representando a população alvo para aquele determinado sistema. Estes usuários são designados para desenvolver tarefas típicas e críticas havendo com isso uma coleta de dados para serem posteriormente analisados. Contudo o teste de usabilidade caracteriza-se por utilizar diferentes técnicas voltadas em sua maioria para a avaliação da ergonomia dos sistemas interativos.

  • Avaliação Heurística;
  • Critérios Ergonômicos;
  • Inspeção Baseada em Padrões, Guias de Estilos ou Guias de Recomendações;
  • Inspeção por Checklists;
  • Percurso (ou Inspeção) Cognitivo;
  • Teste Empírico com Usuários.
  • Entrevistas e Questionários

Algumas técnicas de avaliação para testes de usabilidade podem incluir uma lista de métodos que direciona os esforços dos usuários em realizar uma variedade de tarefas em um protótipo ou sistema. Enquanto realiza estas tarefas ele é observado por inspetores que coletam dados referentes aos processos de interação do usuário, incluindo erros cometidos pelo usuário, quando e onde eles confundem-se ou se frustram, a rapidez com a qual o usuário realiza a tarefa, se eles obtêm sucessos na realização da tarefa e a satisfação do usuário com a experiência.

Entretanto, testes de usabilidade que envolve usuários reais nos procedimentos de interação transformam-se em um procedimento mais oneroso e complexo. A utilização de heurísticas, por exemplo, permite identificar erros mais sérios e difíceis de serem identificados. Mas estudos apontam que a utilização conjunta de ambos os processos, aplicação de heurísticas e testes de usabilidade, é a melhor abordagem de investigações de usabilidade.

Engenharia de Usabilidade

A Engenharia de Usabilidade é uma abordagem de projeto de sistemas onde são utilizados vários níveis de usabilidade especificados quantitativamente numa etapa anterior ao seu desenvolvimento e tendo como objetivo a tomada de decisões de engenharia que vai ao encontro das especificações através de medidas chamadas métricas.

Trata-se, portanto, de uma abordagem metodológica e de natureza científica de produção que objetiva a entrega de um produto usável ao usuário. Para isso utiliza métodos para agrupar requerimentos, desenvolver e testar protótipos, avaliar projetos alternativos, analisar problemas de usabilidade, propor soluções e testes com usuário (Garner, 2003). Preece (1994) apresenta uma lista de etapas que descreve a seqüência do processo de engenharia de usabilidade:

  • definir objetivos de usabilidade utilizando métricas;
  • especificar níveis de usabilidade planejados que precisam ser alcançados;
  • analisar o impacto de possíveis soluções de projeto;
  • incorporar retorno derivado do usuário no processo de projeto;
  • iterar através do ciclo “projeto-avaliação-projeto” até que os níveis planejados sejam alcançados.assim

Norma ISO 13407 – Projeto centrado no usuário

O paradigma de desenvolvimento de uma interface com o usuário deve permitir a realização de sucessivos ciclos de “análise/concepção/testes”, com a necessária retro-alimentação dos resultados dos testes, de um ciclo a outro. A estratégia consiste em, a cada ciclo, identificar e refinar continuamente o conhecimento sobre o contexto de uso do sistema e as exigências em termos de usabilidade da interface. Na seqüência dos ciclos se constroem versões intermediárias da interface do sistema que são submetidas a testes de uso, em que os representantes dos usuários simulam a realização de suas tarefas. Inicialmente eles participarão de simulações “grosseiras”, usando maquetes, mas, com o avanço do desenvolvimento, eles recorrerão a protótipos e versões acabadas do sistema, em simulações mais e mais fidedignas. O objetivo é avaliar a qualidade das interações e levar em conta os resultados dessas avaliações para a construção de novas versões das interfaces. Se implementada desde cedo no desenvolvimento, tal estratégia pode reduzir o risco de falhas conceituais do projeto, garantindo que, a cada ciclo, o sistema responda cada vez melhor às expectativas e necessidades dos usuários em suas tarefas. (Cybis, Betiol & Faust, 2007).

Rede social

Postado em Redes Sociais - 19/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Rede Social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres humanos entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes. Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum.

Segundo Fritjof Capra, “redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os limites culturais e as relações de poder”. São também consideradas como uma medida de política social que reconhece e incentiva a atuação das redes de solidariedade local no combate à pobreza e à exclusão social e na promoção do desenvolvimento local. As redes sociais são capazes de expressar idéias políticas e econômicas inovadoras com o surgimento de novos valores, pensamentos e atitudes. Esse segmento que proporciona a ampla informação a ser compartilhada por todos, sem canais reservados e fornecendo a formação de uma cultura de participação, é possível, graças ao desenvolvimento das tecnologias de comunicação e da informação, à globalização, à evolução da cidadania, à evolução do conhecimento científico sobre a vida etc. as redes unem os indivíduos organizando-os de forma igualitária e democrática e em relação aos objetivos que eles possuem em comum.

Otimização para motores de busca

Postado em Marketing de busca - 19/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Otimização de Sites é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de busca. O termo SEO (do inglês, Search Engine Optimization, Acrônimo SEO) também se refere a indústria de consultoria, que trabalha na otimização de projetos e websites de seus clientes. Alguns comentaristas, e também alguns profissionais de SEO, dividiram os métodos usados por seus praticantes em categorias como os “SEO de White Hat” (geralmente utilizam métodos aprovados pelos sistemas de busca, como a prática de construção de conteúdo relevante e melhoria da qualidade do site), ou “SEO de Black Hat” (utilizam truques como “cloaking”, que é a camuflagem do conteúdo real da página, e spamdexing). O termo “spamdexing” (originado da fusão de spam e indexing) refere-se a pratica de Spam direcionada aos motores de busca.

Os praticantes de técnicas de White Hat dizem que os Black Hat se valem de métodos que são vistos como tentativas de manipular o posicionamento dos resultados nos Mecanismos de Busca a seu próprio favor. Praticantes do Black Hat dizem que todas as tentativas e técnicas utilizadas para manipular o posicionamento são legítimas e o tipo de técnica utilizada para se alcançar o objetivo de melhorar o page rank é irrelevante.

Os Mecanismos de Busca indicam diferentes tipos de listagens nas páginas de resultados, incluindo: publicidade paga nas páginas de resultados, (SERPs – Search Engine Result Pages), conteúdo de publicidade paga por clique pay-per-click, anúncios, pagamento para inclusões em sistemas de busca e resultados de busca orgânica.

As técnicas utilizadas no SEO são concebidas para alavancar seus objetivos no seu website melhorando o número e a posição de seus resultados nas busca orgânica para uma grande variedade de palavras-chave relevantes ao conteúdo do web site. Estratégias de SEO podem melhorar tanto o número de visitações quanto a qualidade dos visitantes, onde qualidade significa que os visitantes concluem a ação esperada pelo proprietário do site (ex. comprar, assinar, aprender algo). A Otimização para Sistemas de Busca normalmente é oferecida como um serviço profissional autônomo, ou como parte de um projeto de Webmarketing e pode ser muito eficaz quando incorporado no início do desenvolvimento do projeto de um website.

Em termos de competição, um termo de busca palavra-chave com grande volume de resultados dificulta o posicionamento através programação para busca orgânica, podendo ser necessária uma ação de anúncios pagos ou links patrocinados; dependendo do número de resultados o custo de uma estratégia de marketing de internet pode ser bem expressivo. Um bom posicionamento nos resultados orgânicos de busca pode fornecer o mesmo tráfego almejado e ter um custo potencialmente mais baixo. Os proprietários de websites devem optar por otimizar seus sites para a busca orgânica, se o custo do otimização for menor do que o custo da publicidade paga.

Nem todos os sites têm objetivos idênticos para o otimização em sistemas de busca. Alguns querem atingir todo o tipo de tráfego na rede e podem ser otimizados para incrementar a busca de frases comuns. Uma boa estratégia para otimização nos sistemas de busca pode funcionar perfeitamente com sites que tenham interesse em atingir um grande público-alvo, tais como informativos periódicos, serviços de diretórios, guias, ou sites que exibem publicidade com um modelo baseado em CPM (cost per mille). Muitas empresas tentam otimizar seus sites para um grande número de palavras-chave altamente específicas que indicam a disponibilidade para venda. Otimizações deste tipo, tendo em vista um amplo espectro de termos de busca, pode impedir a venda de produtos por gerar um grande volume de requisições com baixa-qualidade, com um custo financeiro alto, resultando em pequeno volume de vendas. Focalizar a qualidade do tráfego gera melhor qualidade nas vendas, permitindo que sua equipe de vendas feche negócios mais rentáveis. A otimização para sistemas de busca pode ser muito eficiente quando usada como parte de uma estratégia de Marketing.

Link patrocinado

Postado em Links patrocinados, Marketing de busca - 19/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Link Patrocinado é um formato de anúncio publicitário veiculado na internet.

Principais características:

- Anúncio em formato de texto contendo um título, descrição do produto/serviço oferecido e a URL do site. Ao ser clicado leva o usuário para o site do anunciante; – O anunciante paga apenas quando um usuário clica no anúncio. Esse valor é chamado de custo por clique (CPC); – O custo do click depende de uma série de fatores, os principais são a quantidade de vezes que as palavras-chaves escolhidas pelo anunciante são utilizadas nas buscas do google, a posição do anúncio na página de resultado da busca e qual é o CPC ofertado pelo anunciante; – Anunciante determina o quanto quer investir por dia; – Alterações no anúncio, segmentação e o investimento a qualquer momento.

De acordo com o instituto Jupiter Research, a estimativa dos investimentos em links patrocinados nos Estados Unidos, em 2007, será de US$ 4,4 bilhões.

Existem 3 formatos de link patrocinado.

Por Palavra-chave: O mais conhecido e utilizado no mercado anunciante. Os anúncios são veiculados nos resultados de pesquisas dos maiores buscadores da internet brasileira. Toda vez que o usuário da busca pesquisar a palavra-chave que o anunciante está patrocinando, seu anúncio será exibido junto com os resultados que o buscador gerou. Empresas que comercializam este formato: UOL, Yahoo! e Google.

Por Assunto: Os usuários de internet acessam as páginas de conteúdo na internet em busca de informação e entretenimento. Os anúncios são associados com o tema da página onde está sendo veiculado. Empresas que comercializam este formato: UOL: Estações de Conteúdo da Home UOL. São mais de 40 estações temáticas para anunciar em links patrocinados. Google: Adsense, rede de sites afiliados. Yahoo!: Sites parceiros.

Por Perfil: Pioneiro Mundial, o UOL é possui exclusividade na comercialização deste tipo de link patrocinado. Quando o internauta acessa sua caixa de e-mails do UOL e/ou do BOL são publicados, na lateral direita, anúncios de acordo com o perfil do usuário de e-mail. O anunciante determina o perfil do seu público-alvo de acordo com o sexo, idade e localização geográfica.

Origem dos links patrocinados

- Em 1998 – Empresário americano Bill Gross criou a GoTo.com com resultados pagos e leilão de palavras; – Em 2001 – Empresa é rebatizada de Overture; Devido a patente dos Links Patrociandos, o Google entrou em um acordo e pagou US$ 300 Milhões para utiliza-los; – Em 2002 – O site Cadê? (empresa do Yahoo!) começa a vender Links Patrocinados em seu site de busca no Brasil; – Em 2004 – Overture é adquirida pelo Yahoo! por US$ 1,6 Bilhões; – Em 2005 – UOL lança seus links patrocinados por Assunto e Perfil; – Em 2006 – UOL lança o link patrocinado por palavra-chave.

Webmarketing

Postado em Web Marketing - 18/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O web marketing é o nome dado ao conjunto de instrumentos e ‘modus operandi’ que realça a presença ou a existência de uma empresa, profissional, pessoa, ou mesmo uma idéia em uma área pré definida ou em toda rede mundial de computadores interligados com a utilização da internet.

É fundamental a divulgação de sites nos buscadores, razão que, somente cerca de 20% a 25% de tudo que existe na WEB é publicada nos buscadores, e são responsáveis pela maioria de acessos aos sites. Para isso, os profissionais da WEB cadastram seus sites em diversos tipos de Buscadores, entre elas, Site de Busca, Guia Local e Guia de Busca Local.

Os profissionais de WEB Marketing fazem a tarefa de cadastrar os sites a deixar ao sistema automático dos buscadores (robots) para obterem resultados melhores devido a caracteristica de cada tipo de buscador.

As ações de Web marketing podem ser classificadas entre ‘ativas’ e ‘receptivas’, sendo que a primeira trata dos projetos e atividades feitas o sentido de despertar a atenção dos usuários (consumidores) para uma comunicação específica enquanto que as receptivas tratam do ambiente digital para onde o usuário é direcionado.

O webmarketing também pode ser chamado de marketing na web, marketing na internet, ou ainda, e-marketing.

Algumas ferramentas podem ser citadas:

  • Websites institucionais
  • Hotsites promocionais e/ou temporários
  • SEO – Search Engine Optimization
  • SEM – Search Engine Marketing – Ações de links patrocinados
  • E-mail marketing
  • Ações de Web 2.0 e colaborativas, como Blogs, videologs, conteúdos colaborativos, fóruns, entre outros

O webmarketing quando trabalhado dentro do ambiente corporativo, trata do conceito do marketing dentro da web, auxiliando as empresas a captarem Leads (clientes potenciais) qualificados. Ou seja, pessoas que buscaram informações sobre seus produtos e ou serviços na web e se interessaram pelas suas soluções.

Todas as ferramentas citadas acima são válidas também para o abiente corporativo, destacando o uso bastante atual de Blogs Corporativos, onde as empresas buscam uma aproximação com seus clientes e/ou potenciais clientes.