Arquivo de maio, 2009

Internet residencial cresce 13,6% em um ano

Postado em Internet - 29/maio/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

O número de pessoas que navegaram na internet residencial foi de 25,5 milhões em abril, segundo o IBOPE Nielsen Online, o que representa estabilidade em relação ao mês anterior e crescimento de 13,6% sobre o abril de 2008.

Considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou móvel, o IBOPE projeta a existência de 62,3 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros).

O Brasil manteve-se na liderança do tempo de navegação, entre os países medidos com a mesma metodologia, com o tempo de 24 horas e 7 minutos por pessoa. Houve diminuição de 8% do tempo navegado na comparação com março de 2009 e crescimento de 6% sobre abril do ano passado. O internauta do Reino Unido, com 23 horas e 3 minutos, foi o que mais se aproximou do tempo de navegação domiciliar do brasileiro. Foi seguido pelo internauta do Japão, com 22 horas e 53 minutos, e pelo da França, com 22 horas e 15 minutos.

Em abril os principais crescimentos da audiência única foram registrados principalmente nas subcategorias ´Fotografia´, com evolução de 11,7%, e de ´Jogos e Loterias´, com aumento de 10,7%. Também houve maior navegação em sites de moda.

Na comparação com abril de 2008, a categoria ´Viagens e Turismo´ acumula crescimento de 28%, seguida por ´Entretenimento´, com evolução de 16%, e de ´Comércio Eletrônico´, com 15%.

Fonte: Imasters

90,4% do correio eletrônico é spam

Postado em Internet - 27/maio/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar
spam-internet-e-mail

Reprodução

A cada 100 emails que circulam na internet, cerca de 90 são considerados lixo eletrônico. A constatação é da empresa de softwares Symantec, em seu relatório MessageLabs Intelligence de maio.

O aumento do valor de escala global em relação ao mês anterior foi de 5,1%. Parte deste acréscimo se deve a cada vez maior vulnerabilidade do CAPTCHA, as letras e números de segurança que são requeridos ao entrar em alguma página. Já são populares os programas que rompem a proteção de dados aleatórios combinados.

A Symantec, no documento que pode ser lido na íntegra, em inglês, informa também que os horários de pico da proliferação dos spams depende da região que o usuário reside. Na Europa, as mensagens indesejadas são enviadas durante todo o dia, enquanto, na Ásia e nos Estados Unidos, o índice é muito maior pela manhã.

De todo os spams do mundo, 34,8% dele vem das Américas, o maior continente quando o assunto é lixo eletrônico. E a maior parte não provém da América do Norte, como muitos pensam. A América do Sul é responsável por 21,4% de todas as mensagens do gênero, enquanto a região que engloba Canadá e Estados Unidos emite 13,4%. Da Europa, 31,8% dos spams são originados e da Ásia saem 27,8% do lixo eletrônico.

Fonte: Info Online

Pequenos vendendo mais online

Postado em Comércio Eletrônico - 26/maio/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

E-commerce de pequenas e médias empresas registraram um crescimento de 6% na participação no mercado total.

Press release distribuído pela e-bit mostra que o ambiente online está sendo aproveitado pelos pequenos negócios.

São Paulo, 23 de março de 2009 – Segundo dados divulgados recentemente pela e-bit, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 8,2 bilhões em 2008, o que significa um aumento de 30% se comparado com o ano anterior.

O resultado dá mostra que o mercado do e-commerce nacional continua em franca expansão, entretanto, uma mudança significativa indica que o segmento está em vias de um novo momento: a descentralização das lojas no montante de vendas.

Levantamento comparativo do quarto trimestre de 2008 com igual período de 2007 revela que os dez maiores varejistas do mercado nacional perderam 3,2 pontos percentuais de participação no mercado, mesmo que continuem registrando forte crescimento em seus resultados individuais.

Se considerado somente a participação do líder de mercado, a perda chega à 5,3 pontos percentuais de market share.

Para Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, o menor custo para implantação e divulgação online de uma loja aliado a maior oferta de ferramentas e fornecedores especializados em e-commerce são os principais responsáveis para a desconcentração do mercado de comércio eletrônico. “É possível encontrar dispositivos para segurança, crédito, propaganda online, logística e pós-venda com custos acessíveis, o que garante uma presença mais democrática das lojas”.

Ao mesmo tempo em que os primeiros perdem terreno, os pequenos e médios varejistas registraram um crescimento de 6% na participação no mercado se comparado os resultados do quarto trimestre de 2007 e 2008.

Segundo Guasti, isso demonstra a maturidade do consumidor, já que ele deixou de se guiar somente por grifes e lojas de marca reconhecida e passou a buscar a melhor oferta e condição de venda por meio de vasta informação disponível de loja e produtos em sites de busca, comparação de preços e conteúdo colaborativo (Web 2.0).

Entretanto, o executivo da e-bit alerta para o cuidado que se deve ter em não acabar sendo vítima de um golpe. “Antes de comprar um produto, é necessário checar a credibilidade e a reputação da loja”, ressalta.

Ao que tudo indica, apesar de ainda pequena, a desconcentração do setor pode ser uma tendência, abrindo espaço e oportunidades para as PMEs investirem nesse setor.

Chegou a vez dos pequenos, assim como acontece no mundo offline no qual as 50 maiores empresas varejistas são responsáveis por mais de 58% do faturamento. (Fonte: Associação Brasileira de Supermercados – Abras 2007).

Fonte: OutroLado

Centro Universitário Celso Lisboa e B4W

Postado em B4W, Projetos B4W - 21/maio/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Centro Universitário Celso Lisboa

A B4W foi contratada pela Celso Lisboa, para desenvolver em parceria com a Inusitada, o blog para a campanha de comunicação para o vestibular do 2º semestre de 2009.

Em poucos dias o blog estará no ar. Aguardem!

Utilização da internet no trabalho: uma questão de bom senso

Postado em Internet - 21/maio/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Funcionários produzem mais se puderem utilizar a Internet para a diversão durante o expediente. A afirmação é polêmica e pode desagradar a muitos chefes, mas esse é o resultado de uma recente pesquisa realizada pela Universidade de Melbourne, na Austrália. O estudo apontou que a navegação na Web por diversão aumenta os níveis de concentração e torna o trabalho mais produtivo.

A pesquisa aponta ainda que as pessoas que navegam dentro de um limite de menos de 20% do tempo de trabalho são mais produtivas, rendendo cerca de 10% a mais em comparação com aquelas que não têm contato com a Internet. Essa tendência surge num período em que grandes empresas fazem altos investimentos em Tecnologia da Informação a fim de impedir o acesso de colaboradores a e-mails pessoais, blogs, páginas de relacionamento e sites de entretenimento como o YouTube.

Esse é de fato um tema polêmico. Acredito que a produtividade de quem necessita acessar informações e conhecimentos para produzir resultados deva mesmo aumentar, dadas as facilidades e possibilidades quase ilimitadas da Web e a quantidade de informações interessantes ao alcance do usuário. Porém, o desafio do gestor e do colaborador está em dosar o uso dessa ferramenta para que esse benefício se reverta em resultados positivos para a empresa.

Seria até falta de sensatez defender o cerceamento da utilização da Internet no trabalho, haja vista que, bem utilizada, é uma ferramenta de otimização, comunicação e interatividade. Ela aumenta capacidades, aproxima pessoas e democratiza a informação e o conhecimento.

Além disso, a Internet cria um senso de urgência, de estar “plugado”, de ler e ser lido, de ver e ser visto. Todos querem estar atualizados. Alguns, ao ficar uma hora sem acessar a rede, têm a sensação de estar perdendo alguma coisa. A informação de uma hora atrás já é antiga. Todavia, a responsabilidade deve estar presente no comportamento de quem usa a web no trabalho, pois é muito fácil, ao navegar na Internet, perder o foco e esquecer o bom senso.

Ao gestor moderno resta a tarefa de se adaptar às inovações do seu tempo. O uso da Internet tem alguns “efeitos colaterais”, como o consumo acrítico de informação, a distração, a falta de foco e a dificuldade de transformar informação em conhecimento. Essa é, sem dúvida, uma questão delicada, já que o funcionário pode se dispersar muito facilmente ao longo do dia, influenciando de forma negativa a obtenção das metas.

O ideal seria poder contar com a responsabilidade dos colaboradores de forma que usem essa poderosa ferramenta nas horas de trabalho para agregar valor à sua atividade profissional e, nas horas de folga e após o expediente, para tratar de assuntos pessoais e se divertir. O acesso à Internet com responsabilidade e bom senso pode confirmar o que diz a pesquisa: trazer resultado profissional e aumento da produtividade.

Fonte: Imasters

Yahoo pretende transformar modelo de buscas da web

Postado em Marketing de busca - 20/maio/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Para sobreviver no mercado de buscas da internet, o Yahoo pode mudar a maneira como esse serviço trabalha atualmente. A empresa quer implantar um serviço que entenda o usuário e com isso, os dados pesquisados e apresentados serão exatamente o que ele deseja.

A iniciativa do Yahoo, que detém somente 20,4% do segmento de buscas, pretende diminuir a ação do Google, com 64% do total em abril, segundo informações da comScore.

Para Pradbhakar Raghavan, diretor de estratégia e chefe do Yahoo Labs, as pessoas não querem fazer buscas.  “Eles querem é descobrir rapidamente as informações que estão procurando, e não ficar navegando por uma lista de links”, afirmou, nesta terça-feira (19), durante um encontro com repórteres em São Francisco.

Dessa forma, a nova ferramenta da empresa pretende interpretar o internauta e saber qual é a sua verdadeira intenção. O Glue, mecanismo de busca, já é empregado e está em teste, mas qualquer usuário pode acessá-lo. A companhia começou a desenvolver outra versão que somente algumas pessoas estão testando.

O Wolfram|Alpha e o Google estão procurando novas formas para mudar o atual modo de buscas com uma lista de links.

O objetivo do Yahoo é elaborar uma lista em que os resultados tenham ligação. Os problemas para que o mecanismo funcione passam por algumas variáveis como: descobrir qual é o desejo do internauta além de compreender o conteúdo das páginas.

Google amplia liderança

O Google reafirmou o posto de líder isolado no segmento de busca na internet. A empresa aumentou a distância para os concorrentes em março, segundo dados da comScore.

Nos EUA, a participação do Google cresceu de 60% em fevereiro para 64% no mês seguinte. Por outro lado, perderam espaço os tradicionais rivais Microsoft, que perdeu 1 ponto percentual em buscas e o Yahoo!, que teve queda de 2 pontos.

O crescimento da empresa da Califórnia parece inabalado mesmo diante de novidades que chegam para disputar terreno. o último deles foi o Cuil, produto que nasceu em 2008 apelidado de grande ameaça ao Google, mas que, atualmente, não ultrapassa a marca de 1% de participação.

O Wikia Search, lançamento da Wikipedia, também nasceu com o mesmo propósito do Cuil. No entanto, promeria ir além e oferecer resultados mais relevantes a partir de opiniões da comunidade de usuários, ao invés algoritmos como o PageRank, tática usada pelo Google.

Com informações do IDGNow! e do Plantão Info

Fonte: AdNews

Internet supera TV para quem busca informação

Postado em Internet - 18/maio/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Com o crescente número de brasileiros ligados à grande rede – os levantamentos mais recentes dão conta de 60 milhões – e a perda de audiência, circulação, prestígio e credibilidade da velha mídia, já era de se esperar que isto acontecesse um dia.

Mas não esperava que fosse tão cedo e tão rápido: a internet já é a principal mídia para quem busca informações, deixando para trás a TV aberta, segundo pesquisa encomendada pela Folha à Research International, uma das maiores consultorias do mundo.

Respostas para a pergunta “Dos meios de comunicação que eu vou citar, qual você usa com mais frequência para se manter informado?”:

  • Internet: 37%
  • TV aberta: 34%
  • TV por assinatura: 12%
  • Rádios: 8%
  • Jornais: 8%
  • Revistas: 1%

“Em relação a outros meios de informação, a pesquisa detectou previsível ascenção da internet, considerada mais importante para obter informações do que a TV aberta”, informa o jornal.

Na pesquisa anterior, em 2003, Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, lembra que a TV aberta ainda era o meio mais citado.

Estes números sobre os meios que o cidadão usa com maior frequeência para se informar foram publicados, sem maior destaque, em meio a uma página com o título “Folha tem a melhor imagem nas classes A e B de São Paulo”, mostrando que a sua cobertura jornalística é melhor avaliada do que a do principal concorrente, o Estadão.

Fonte: Balaio do Kotscho