Arquitetura da Informação

Usabilidade, arquitetura da informação e e-commerce

Postado em Arquitetura da Informação, Comércio Eletrônico, Usabilidade - 13/outubro/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Humanizar o processo é decisivo na hora de converter interesse em venda. A informação deve ser construída para seres humanos, de modo que comprar online traga segurança, satisfação e comodidade.

Dia após dia somos soterrados por um sem-número de informações. Leis, placas de trânsito, números de telefones, compromissos, televisão, rádio, internet, todos querendo nos vender, todos querendo nos comprar. Não há dúvida que precisamos de boa parte dessa informação disponível, mas, nesse emaranhado de hiperinformação, você consegue assimilar toda a informação que precisa?
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O futuro da arquitetura de informação

Postado em Arquitetura da Informação, Usabilidade - 15/julho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Passa pela habilidade de organizar uma camada de estrutura para o conteúdo e a classificação criada pelos usuários, além de otimizar as formas de apresentação e de busca e montar uma estratégia de conteúdo capaz de evoluir.

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Brasil é o 2º em número de blogs

Postado em Arquitetura da Informação, Internet, Links patrocinados, Web Marketing - 19/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

ftbloogO Blogger está completando 10 anos e o Google, dono do serviço desde 2003, divulgou alguns dados sobre seu uso.

Segundo Rick Klaus, diretor executivo do Blogger.com, o Brasil já é o segundo em número de blogs e perde apenas para os Estados Unidos. Em seguida aparecem os seguintes países: Turquia, Espanha, Canadá e Reino Unido, respectivamente.

De acordo com o UOL Gigablog, cerca de dois terços do tráfego do site não vem dos Estados Unidos. Isso poderia explicar porque o futebol aparece como o esporte mais popular da rede. A modalidade possui quatro vezes mais páginas do que o baseball, vice campeão.

Por minuto, 270 mil palavras são postadas no Blogger.com.

Fonte: AdNews

Quebrando de vez o mito da rolagem

Postado em Arquitetura da Informação, Usabilidade - 8/maio/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Na hora de projetar uma interface, o que é melhor? Evitar a rolagem e abrir várias páginas ou relaxar com a rolagem e deixar tudo o que deseja em um único lugar?

Arquitetos de informação, designers, desenvolvedores e projetistas de sites ainda se preocupam bastante em colocar informações apertadas para que não gere aquela longa barra de rolagem vertical.

Alguns de nossos amigos designers têm ainda mais restrição em relação a isso, apostando sempre em uma solução para o que o layout não seja prejudicado devido ao tamanho do conteúdo. Acho que o layout precisa se adaptar ao conteúdo, e não o contrário.

Temos que educar nossos clientes que nem tudo em uma página web precisa estar em uma resolução 800 x 600. Pesquisas apontam que todas as resoluções maiores que 800 x 600 já dominam. Dessa forma temos muito mais espaço para mostrar os conteúdos mais relevantes. O conteúdo é fundamental, pois se o usuário ficar interessado no que está na primeira parte do site, eles irão rolar a página sem o menor problema.

pesquisa_resolucoes

Um estudo feito pela ClickTale com 120 mil páginas da web entre novembro e dezembro de 2006 aponta algumas justificativas e respostas para que os sites não fiquem limitados a uma determinada resolução. Veja alguns números da pesquisa:

pesquisa_barra_rolagem

  • 96% das páginas na web possuem rolagem;
  • 76% dos usuários que encontram páginas com rolagem fazem uso dela, pelo menos pelas duas ou três páginas abaixo da resolução;
  • 22% dos usuários costumam fazer a rolagem até o final, independente do tamanho da página.

O estudo recomenda ainda que apertar uma página para deixá-la mais compacta é um benefício mínimo para os usuários. O interessante é pensar e analisar quais são os conteúdos mais importantes para que fiquem acima da rolagem. A rodinha do mouse também é um fator que contribui para a queda desse mito, facilitando a rolagem. Lembra como era chato rolar uma página sem essas rodinhas?

Pedro Borges, Coordenador de usabilidade e interação da Talk Interactive, chamou o Marcelo Ottoni e eu para mostrar uma solução muito interessante no site da MSNBC.COM, que apresenta o seu conteúdo em uma única página com uma navegação muito inteligente entre textos, fotos, imagens e vídeos.

msnsiteNa mesma página o usuário consegue visualizar todo o conteúdo. Você consegue navegar facilmente entre as possibilidades com um move menu, que identifica em qual conteúdo você está no momento. Pena que o site não utiliza esse formato diferenciado para todas as notícias, empregando somente em editorias que merece um espaço com mais evidência.

Outra coisa que vale a pena ser comentada é sobre o menu do site, no qual o usuário consegue ver as principais notícias dentro da categoria ao ser clicada.

Temos mais dois exemplos de soluções interessantes no Brasil. O portal da Fiat possui uma única página que apresenta todas as informações do carro como ficha técnica, acessórios, cores, itens de série, entre outros. O menu possui o comportamento de acompanhar o usuário durante a rolagem.

fiatcarroTrabalhei em uma agência que criava um hotsite a cada novo empreendimento que era lançado. O hotsite seguia sempre a mesma arquitetura de informação, mudando apenas a linha visual que normalmente acompanhava a campanha off-line.

A Tecnisa criou uma solução bacana pra isso. Cada empreendimento novo tem uma página onde o usuário consegue visualizar fotos, mapas, características, localização, data de lançamento, vídeos, valores e etc.

tecnisa1Não sou nenhum guru da arquitetura de informação e usabilidade e não cabe a mim fazer previsões, mas é preciso repensar a concepção de grandes portais e aproveitar melhor as resoluções, não criando empecilhos desnecessários na navegação.

Por isso, na hora de projetar uma interface, pense se realmente vale a pena criar uma nova página. Será que é mais chato abrir várias páginas ou se satisfazer com aquilo que você deseja em um único lugar?

Fonte: Webinsider

Otimizar o Web Design com Eyetracking

Postado em Arquitetura da Informação, Usabilidade - 22/abril/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar
Eyetracking

Eyetracking

Para onde vai a nossa atenção quando olhamos para um website? Conhecer esta resposta é o objetivo dos estudos que usam o Eyetracking. Trata-se de uma tecnologia que permite seguir o movimento dos olhos do visitante e desta forma obter dados sobre a eficácia do design do site.

Repetidas análises utilizando esta metodologia, fizeram sobressair algumas boas práticas compiladas numa reportagem de 2 minutos da BBC.

The eyes have it – how people view websites

Nada de revolucionário, no fundo vem confirmar o bom senso: a importância do topo e da lateral esquerda, das imagens, e dos títulos.

Mas como não se pode ir à loja da esquina e pedir um estudo de Eyetracking, aqui fica a melhor alternativa.

A Feng Gui, tem uma ferramenta onde se pode gratuitamente fazer o upload de uma imagem, e simular um heatmap, estilo eyetracking, graças a um algoritmo que analisa fatores como as cores, contraste, tamanho dos objetos, etc.

Eles afirmam que a fiabilidade da simulação chega aos 70%, quando comparadas com the real deal. Não custa nada experimentar.

Fonte: BBC

Arquitetura da informação

Postado em Arquitetura da Informação - 21/abril/2009 por Denis Eustáquio – 1 Comentário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A arquitetura tradicional, voltada para a construção civil e já amplamente conhecida, é conceituada como a arte ou técnica de projetar e edificar ambientes habitados. Como atividade humana, ela existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries, e tem evoluído à medida em que ganhou importância o design do ambiente construído, buscando-se a organização de espaços físicos.

Nos tempos atuais, um novo tipo de arquitetura tem sido necessário, sobretudo em grandes organizações. Lidando com estruturas digitais de informação e software, ao invés de estruturas físicas de alvenaria, a Arquitetura de Informações consiste no design de ambientes informacionais compartilhados e resistentes à entropia, que vem a ser o estado de desordem natural de qualquer sistema, na ausência de uma força organizadora.

Muitos dos artigos publicados sobre esse tema apontam o design de interfaces ou a estruturação de sítios na Web, como o seu principal foco. Entretanto a interface é uma janela para a informação. Até mesmo a melhor interface só é tão boa quanto a informação por trás dela. O oposto também é valido: até a informação mais compreensivelmente formatada só será tão útil quanto a sua interface. Assim, embora mutuamente dependentes, essas disciplinas não são a mesma coisa, nem tampouco estão contidas integralmente uma na outra.

Não por acaso, a Arquitetura de Informações guarda muitas semelhanças com aquela sua ancestral. A principal delas é a característica de ser centrada no ser humano: como a informação só pode existir em “comunidades de sentido”, a Arquitetura de Informações trata primeiramente de pessoas, buscando assegurar-lhes conforto e, somente depois, de tecnologia.

Com esse objetivo, faz-se necessário, por exemplo, o estabelecimento de padrões capazes de homogeneizar o significado de palavras, expressões e símbolos utilizados em todo o ciclo de produção das soluções de tecnologia da informação. Um vocabulário controlado contribui muito para minimizar as barreiras de entendimento, proporcionando um meio eficiente e confiável para a troca de informações.

Nas organizações, situa-se no domínio dessa disciplina a responsabilidade por manter a “visão do todo”, assim materializada no modelo arquitetural das informações corporativas voltadas ao atendimento das necessidades dos clientes, acionistas e sociedade, considerando o movimento do mercado e em conformidade com órgãos reguladores.