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	<title>Blog Oficial da B4W - Consultoria em Internet &#187; Arquitetura da Informação</title>
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	<description>Usabilidade, Webmarketing, Arquitetura da Informação, Acessibilidade e Design de Interação.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 15:02:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Usabilidade, arquitetura da informação e e-commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 19:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Humanizar o processo é decisivo na hora de converter interesse em venda. A informação deve ser construída para seres humanos, de modo que comprar online traga segurança, satisfação e comodidade. Dia após dia somos soterrados por um sem-número de informações. Leis, placas de trânsito, números de telefones, compromissos, televisão, rádio, internet, todos querendo nos vender, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Humanizar o processo é decisivo na hora de converter interesse em venda. A informação deve ser construída para seres humanos, de modo que comprar online traga segurança, satisfação e comodidade. </strong></p>
<p>Dia após dia somos soterrados por um sem-número de informações. Leis, placas de trânsito, números de telefones, compromissos, televisão, rádio, internet, todos querendo nos vender, todos querendo nos comprar. Não há dúvida que precisamos de boa parte dessa informação disponível, mas, nesse emaranhado de hiperinformação, você consegue assimilar toda a informação que precisa?<br />
<span id="more-732"></span><br />
Segundo o psicólogo Davis Lewis, essa sobrecarga de informação sobre cada um gera o que ele chama de síndrome da fadiga da informação. Estresse, tensão, irritabilidade, dificuldade de concentração são apenas alguns sintomas negativos dessa nova era.</p>
<p>E no que esse fenônomeno impacta seu negócio? Em rigorosamente tudo! Como o gerente de e-commerce vai vender serviços e produtos nesse mar de luz neón? É por isso que a arquitetura da informação é mais que útil, é necessária. Justamente para simplificar o que é complexo.</p>
<p style="text-align: left;"><img id="image5025" class="aligncenter" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/ai_e_commerce.jpg" alt="ai_e_commerce.jpg" /><br />
A arquitetura da informação em suma consiste em equacionar da maneira mais precisa as características e as necessidades do usuário e do conteúdo, além de destacar as informações mais importantes e suprimir as que não são necessárias.</p>
<p>Nesse contexto, a usabilidade também se apresenta como complemento imprescindível para atingir os objetivos com mais precisão.</p>
<p>Segundo Jakob Nielsen, a usabilidade não é mero “tornar mais fácil de usar”. O que é usabilidade então? No que ela nos ajuda, seja no front-end do seu site, seja em uma peça de e-mail marketing, por exemplo?</p>
<p><strong>Facilitar a aprendizagem</strong>.  Quanto antes o usuário interagir intuitivamente com a loja virtual, melhor.</p>
<p><strong>Uso eficiente</strong>.  Aumento gradativo de produtividade do usuário, depois que ele se habituou com o website.</p>
<p><strong>Facilitar memorização/retenção</strong>. Capacidade desenvolvida pelo usuário de voltar a utilizar o e-commerce depois de determinado tempo, dispensando a necessidade de novo aprendizado.</p>
<p><strong>Minimizar taxa de erros</strong>. Se divide em duas partes:</p>
<ul>
<li>O quanto o usuário pode ser induzido a erro pelo próprio site.</li>
<li>O quanto o usuário pode se recuperar de um erro que ele cometeu navegando pela loja.</li>
</ul>
<p><strong>Satisfação subjetiva</strong>.  Medida de satisfação do usuário navegando pela loja virtual.</p>
<p>Sendo assim, devemos concluir que humanizar todo o processo é decisivo na hora de converter interesse em venda. É preciso deixar claro para o cliente que ele não está lidando com máquinas.</p>
<p>A informação deve ser construída por seres humanos para seres humanos, através de processos cognitivos internos de cada pessoa, de modo que a credibilidade seja tanta, que comprar online seja a opção que traga mais segurança, satisfação e comodidade.</p>
<p>Por Luiz Dias &#8211; <a title="Webinside" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/10/07/usabilidade-e-arquitetura-da-informacao-no-e-commerce/">Webinsider</a></p>
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		<title>O futuro da arquitetura de informação</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 13:12:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Passa pela habilidade de organizar uma camada de estrutura para o conteúdo e a classificação criada pelos usuários, além de otimizar as formas de apresentação e de busca e montar uma estratégia de conteúdo capaz de evoluir. Por Rogério Pereira Uma série de entrevistas feitas no meu blog com os arquitetos de informação de diferentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="summary"><strong><img class="alignleft" title="Arquitetura de Informação" src="http://www.b4w.com.br/img/ico-ai2.gif" alt="" width="103" height="102" />Passa pela habilidade de organizar uma camada de estrutura para o conteúdo e a classificação criada pelos usuários, além de otimizar as formas de apresentação e de busca e montar uma estratégia de conteúdo capaz de evoluir. </strong></p>
<p><span id="more-574"></span></p>
<p>Por <a title="Veja todos os artigos de Rogério Pereira" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/rogerio_pereira" target="_blank">Rogério Pereira</a></p>
<p>Uma série de entrevistas feitas no meu blog com os arquitetos de informação de diferentes experiências rendeu um material interessante para a realização de uma conversa bem legal com o Daniel Souza, que trabalha com planejamento de experiência do usuário na <a href="http://www.talk2.com.br/" target="_blank">Talk Interactive</a>.</p>
<h2>No Brasil e no mundo</h2>
<p>O fato é que o mercado de AI está na moda e há muitas pessoas interessadas em entrar na área, o que gera uma grande quantidade de arquitetos e pouca arquitetura de informação. Significa que ainda temos profissionais com pouco conhecimento e a falta de um pensamento mais centrado no usuário e nas necessidades de negócio dos clientes.</p>
<p>De acordo com um estudo realizado pelo Guilhermo Reis em 2008, a fase de pesquisa ainda é pouco realizada. Os profissionais estão em sua maioria preocupados com documentação, fazendo wireframes, sitemaps, fluxos de navegação e entregáveis que tem como objetivo orientar a programação e o design das interfaces.</p>
<p>A fase de documentação deve estar toda embasada na etapa de descobrimento e entendimento das necessidades de comunicação digital dos clientes. Devemos extrair o máximo das empresas para evitar ruídos durante a concepção dos projetos.</p>
<p>O trabalho do arquiteto precisa ser mais estratégico e o wireframe é apenas uma entrega formal dentro do processo do design centrado no usuário. Não pode ser considerado como um texto em uma estátua que é tomado como verdade e não pode ser evoluído. O arquiteto imagina o que poderia ser ideal e o designer o ajuda com as possíveis evoluções. O trabalho do arquiteto precisa estar cada vez mais próximo do designer e as soluções precisam ser pensadas em conjunto e evoluídas com todos que estão participando do projeto.</p>
<p>Um projeto interativo deve estar em constante evolução, pois não se trata de um panfleto que você joga na rua e depois percebe que poderia ser melhor. Temos a oportunidade de fazer isso na arquitetura. Por isso que existe a famosa versão beta nas ferramentas do Google. Os projetos não podem ser lançados e abandonados logo em seguida. Eles precisam de evoluções frequentes e de redesenhos de acordo com a necessidade do momento.</p>
<p>Os arquitetos de informação têm um papel importante na equipe de concepção de um projeto e em algumas empresas já trabalham de forma bastante integrada com a equipe de planejamento.</p>
<p>Para entender melhor a atuação e os conhecimentos desses profissionais, foi feito um estudo apresentado no <a href="http://www.iasummit.org/2008/" target="_blank">IA Summit in Miami 2008</a> sobre os perfis em arquitetura de informação. A criação e segmentação dos perfis foram identificados em experiências pessoais, entrevistas, discussões sobre AI em blogs e listas de específicas, entre outros estudos.</p>
<p><strong>Facilitador</strong></p>
<p>Facilita e conduz as discussões sobre o projeto, ajudando a entender o problema em busca de uma solução. Tem sempre o cuidado de balancear os interesses da equipe de projetos com os interesses dos usuários. O papel do facilitador é o de ajudar as pessoas que estão envolvidas no trabalho, dando o material necessário para que o projeto seja desenvolvido da melhor forma.</p>
<p><strong>Expert</strong></p>
<p>Analisa a situação e tenta chegar em uma solução eficiente com suporte aos objetivos da empresa e dos usuários. É o profissional que domina toda a parte de documentação e sempre está com uma solução de arquitetura de informação pronta na cabeça. É bastante objetivo em suas soluções.</p>
<p><strong>Designer</strong></p>
<p>Pensa sempre no futuro da solução, analisando os objetivos e pensamentos estratégicos do cliente. Possui a característica de pensar fora da caixa e é especialista em redesign de projetos.</p>
<p><strong>Advogado</strong></p>
<p>Avalia com frequência os resultados do projeto. Mantém sempre a equipe focada nas necessidades dos usuários. Quando não existe possibilidade de mudar o produto ou a estratégia, ele defini os objetivos de métricas e testes com usuários para ver se os prognósticos estão corretos.</p>
<h2>O cenário do mercado atualmente</h2>
<p>No início existia pouca preocupação com a usabilidade e a internet era voltada para as pessoas que tinham um conhecimento mais avançado em tecnologia, portanto, não existia muita dificuldade em utilizar esses sistemas. A comunicação digital e a verba para esse tipo de mídia tem crescido bastante a cada ano. Em ano de crise, empresas estão buscando alternativas mais baratas e eficientes.</p>
<p>Com o crescente aumento no número de venda de computadores, as oportunidades estão aí para as empresas aproveitarem e terem algum retorno investindo menos dinheiro, em comparação às mídias tradicionais.</p>
<p>A revista Veja (26 de novembro de 2008) fez uma matéria sobre as novas profissões, sendo arquitetura de informação uma delas. Fico preocupado quando começam a falar demais sem mostrar a verdadeira realidade. As pessoas se atraem facilmente por altos salários e na maioria das vezes nem sabem qual a capacitação que o profissional precisa ter para conseguir sucesso profissional.</p>
<p>A lista de arquitetura possui uma infinidade de pessoas interessadas no assunto e até os clientes começaram a perceber a importância da disciplina, pois sentem falta de uma boa usabilidade quando os problemas começam a aparecer. Os clientes não precisam entender de taxonomia, fluxos de navegação, sitemaps e wireframes, mas precisam perceber que esses documentos servem para mostrar o que foi pensado de forma estratégica e que tudo isso vai trazer algum tipo de retorno.</p>
<p>O mercado evoluiu bastante nos últimos anos e se os clientes estão exigentes, os usuários estão ainda mais. Eles perceberam que alguns sites são difíceis de usar e pedem projetos mais objetivos.</p>
<p>Além das agências de publicidade interativas, temos profissionais espalhados em agências de conteúdo, dentro do cliente, empresas de usabilidade, fábricas de software e até produtoras de games.</p>
<p>Luciana Cattony, arquiteta de informação da Gerdau e editora do blog Planta Baixa, fez uma pesquisa informal na lista de AI no Brasil perguntando quem trabalhava no cliente. Empresas com atuação global já possuem esses profissionais pelos corredores (como por exemplo, Gerdau e Petrobras), além de portais (Globo.com, UOL, RBS, etc), empresas online (curriculum.com, etc), editoras (Dental Press International), provedores web (Locaweb), bancos (Itaú, Santander, etc), empresas governamentais, empresas de tecnologia e também algumas universidades (UFMG, Unoeste, etc).</p>
<h2>Delinear o futuro da arquitetura de informação</h2>
<p>Já vivemos a época do design, onde tudo era resolvido com uma linda animação pisca-pisca feito na última versão do Flash. Hoje estamos na era do conteúdo e a arquitetura precisa se adaptar a essas mudanças.</p>
<p style="text-align: center;"><img id="image4825" class="aligncenter" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/arquitetura_informacao.jpg" alt="arquitetura_informacao.jpg" /></p>
<p style="text-align: left;">Em um workshop realizado na Talk este mês, tivemos várias discussões sobre novas formas de trabalhar. Esse gráfico acima criado pelo <a href="http://www.henriquebrito.art.br/" target="_blank">Henrique Brito</a> resumiu tudo que foi discutido em uma semana de conversas sobre esse novo mercado.</p>
<p>Precisamos mudar o tempo que gastamos em execução para que a experiência do usuário seja feita da melhor forma possível. É preciso ter uma estratégia de conteúdo que seja pensada juntamente com arquitetura, design e desenvolvimento. Muito mais estratégia e menos execução.</p>
<p>Todo mundo já ouviu falar no termo web 2.0, que começou ser empregado quando a internet deixou de ser estática e começou a se tornar participativa. Hoje temos blogs, wikis, redes sociais, portais corporativos e intranets onde os participantes podem contribuir e construir conteúdos relevantes. Um dia desses percebi que leio mais blogs do que portais de notícias como Globo.com, UOL, Terra e etc.</p>
<p>Tenho visto algumas discussões e até mesmo preocupação em posicionar o arquiteto de informação dentro de uma equipe.</p>
<p>Alguns acham estranho quando esse profissional faz parte da área de criação ou planejamento. O arquiteto de informação do futuro, ou melhor do presente, precisa ter uma cabeça mais voltada para o planejamento de uma estratégia de conteúdo e fazer com que suas documentações e análises se tornem mais úteis aos clientes e usuários. Precisa ser um questionador e propor aos clientes soluções criativas e não produtos.</p>
<p><a href="http://semanticstudios.com/" target="_blank">Peter Morville</a>, um dos autores mais renomados em AI, fez uma apresentação no IA Summit 2008 sobre o desafio do arquiteto de informação com a web 2.0 e como fica o trabalho desse profissional nesses novos ambientes (<a href="http://semanticstudios.com/" target="_blank">arquitetura de informação 3.0</a>).</p>
<p>A arquitetura de informação contempla, na opinião de Morville, a habilidade de criar uma camada de estrutura para o conteúdo e a classificação criada pelos usuários.</p>
<p>Ou seja, deixar o usuário criar conteúdo e classificações e depois organizar isso e otimizar as formas de apresentação e de busca.</p>
<p>Além do planejamento estratégico de comunicação, é preciso pensar em uma estratégia de conteúdo que será evoluída de acordo com o período e necessidades dos usuários.</p>
<p>Fonte: <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/07/14/o-futuro-da-arquitetura-de-informacao/" target="_blank">Webinsider</a></p>
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		<title>Brasil é o 2º em número de blogs</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 20:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[Web Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[O Blogger está completando 10 anos e o Google, dono do serviço desde 2003, divulgou alguns dados sobre seu uso. Segundo Rick Klaus, diretor executivo do Blogger.com, o Brasil já é o segundo em número de blogs e perde apenas para os Estados Unidos. Em seguida aparecem os seguintes países: Turquia, Espanha, Canadá e Reino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-504" title="ftbloog" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/06/ftbloog.jpg" alt="ftbloog" width="265" height="199" />O Blogger está completando 10 anos e o Google, dono do serviço desde 2003, divulgou alguns dados sobre seu uso.</p>
<p>Segundo Rick Klaus, diretor executivo do Blogger.com, o Brasil já é o segundo em número de blogs e perde apenas para os Estados Unidos. Em seguida aparecem os seguintes países: Turquia, Espanha, Canadá e Reino Unido, respectivamente.</p>
<p>De acordo com o <em>UOL Gigablog</em>, cerca de dois terços do tráfego do site não vem dos Estados Unidos. Isso poderia explicar porque o futebol aparece como o esporte mais popular da rede. A modalidade possui quatro vezes mais páginas do que o baseball, vice campeão.</p>
<p>Por minuto, 270 mil palavras são postadas no Blogger.com.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.adnews.com.br/lerrss.php?id=90034" target="_blank">AdNews</a></p>
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		<title>Quebrando de vez o mito da rolagem</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 16:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Na hora de projetar uma interface, o que é melhor? Evitar a rolagem e abrir várias páginas ou relaxar com a rolagem e deixar tudo o que deseja em um único lugar? Arquitetos de informação, designers, desenvolvedores e projetistas de sites ainda se preocupam bastante em colocar informações apertadas para que não gere aquela longa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="summary" style="text-align: left;"><em><strong>Na hora de projetar uma interface, o que é melhor? Evitar a rolagem e abrir várias páginas ou relaxar com a rolagem e deixar tudo o que deseja em um único lugar? </strong></em></p>
<p>Arquitetos de informação, designers, desenvolvedores e projetistas de sites ainda se preocupam bastante em colocar informações apertadas para que não gere aquela longa barra de rolagem vertical.</p>
<p>Alguns de nossos amigos designers têm ainda mais restrição em relação a isso, apostando sempre em uma solução para o que o layout não seja prejudicado devido ao tamanho do conteúdo. Acho que o layout precisa se adaptar ao conteúdo, e não o contrário.</p>
<p>Temos que educar nossos clientes que nem tudo em uma página web precisa estar em uma resolução 800 x 600. Pesquisas apontam que todas as resoluções maiores que 800 x 600 já dominam. Dessa forma temos muito mais espaço para mostrar os conteúdos mais relevantes. O conteúdo é fundamental, pois se o usuário ficar interessado no que está na primeira parte do site, eles irão rolar a página sem o menor problema.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-347" title="pesquisa_resolucoes" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/05/pesquisa_resolucoes.jpg" alt="pesquisa_resolucoes" width="520" height="281" /></p>
<p>Um estudo feito pela <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://blog.clicktale.com/2006/12/23/unfolding-the-fold/" target="_blank">ClickTale</a> com 120 mil páginas da web entre novembro e dezembro de 2006 aponta algumas justificativas e respostas para que os sites não fiquem limitados a uma determinada resolução. Veja alguns números da pesquisa:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-348" title="pesquisa_barra_rolagem" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/05/pesquisa_barra_rolagem.jpg" alt="pesquisa_barra_rolagem" width="425" height="362" /></p>
<ul>
<li> 96% das páginas na web possuem rolagem;</li>
<li> 76% dos usuários que encontram páginas com rolagem fazem uso dela, pelo menos pelas duas ou três páginas abaixo da resolução;</li>
<li> 22% dos usuários costumam fazer a rolagem até o final, independente do tamanho da página.</li>
</ul>
<p>O estudo recomenda ainda que apertar uma página para deixá-la mais compacta é um benefício mínimo para os usuários. O interessante é pensar e analisar quais são os conteúdos mais importantes para que fiquem acima da rolagem. A rodinha do mouse também é um fator que contribui para a queda desse mito, facilitando a rolagem. Lembra como era chato rolar uma página sem essas rodinhas?</p>
<p><a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://www.talk2.com.br/?p=414" target="_blank">Pedro Borges</a>, Coordenador de usabilidade e interação da <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://www.talk2.com.br/" target="_blank">Talk Interactive</a>, chamou o Marcelo Ottoni e eu para mostrar uma solução muito interessante no site da <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://www.msnbc.msn.com/id/30354991/" target="_blank">MSNBC.COM</a>, que apresenta o seu conteúdo em uma única página com uma navegação muito inteligente entre textos, fotos, imagens e vídeos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-349" title="msnsite" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/05/msnsite.jpg" alt="msnsite" width="420" height="171" />Na mesma página o usuário consegue visualizar todo o conteúdo. Você consegue navegar facilmente entre as possibilidades com um move menu, que identifica em qual conteúdo você está no momento. Pena que o site não utiliza esse formato diferenciado para todas as notícias, empregando somente em editorias que merece um espaço com mais evidência.</p>
<p>Outra coisa que vale a pena ser comentada é sobre o menu do site, no qual o usuário consegue ver as principais notícias dentro da categoria ao ser clicada.</p>
<p>Temos mais dois exemplos de soluções interessantes no Brasil. O portal da Fiat possui uma única página que apresenta todas as <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://www.fiat.com.br/monte-seu-carro/conheca.do?idModelo=161" target="_blank">informações do carro</a> como ficha técnica, acessórios, cores, itens de série, entre outros. O menu possui o comportamento de acompanhar o usuário durante a rolagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-350" title="fiatcarro" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fiatcarro.jpg" alt="fiatcarro" width="420" height="230" />Trabalhei em uma agência que criava um hotsite a cada novo empreendimento que era lançado. O hotsite seguia sempre a mesma arquitetura de informação, mudando apenas a linha visual que normalmente acompanhava a campanha off-line.</p>
<p>A Tecnisa criou uma solução bacana pra isso. Cada empreendimento novo tem <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://www.tecnisa.com.br/imovel-residencial-apartamento-vila+mascote-sao+paulo-summer.html" target="_blank">uma página</a> onde o usuário consegue visualizar fotos, mapas, características, localização, data de lançamento, vídeos, valores e etc.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-351" title="tecnisa1" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/05/tecnisa1.jpg" alt="tecnisa1" width="420" height="249" />Não sou nenhum guru da arquitetura de informação e usabilidade e não cabe a mim fazer previsões, mas é preciso repensar a concepção de grandes portais e aproveitar melhor as resoluções, não criando empecilhos desnecessários na navegação.</p>
<p>Por isso, na hora de projetar uma interface, pense se realmente vale a pena criar uma nova página. Será que é mais chato abrir várias páginas ou se satisfazer com aquilo que você deseja em um único lugar?</p>
<p>Fonte: <a title="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/05/08/quebrando-de-vez-o-mito-da-rolagem/" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/05/08/quebrando-de-vez-o-mito-da-rolagem/" target="_blank">Webinsider</a></p>
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		<title>Otimizar o Web Design com Eyetracking</title>
		<link>http://blog.b4w.com.br/arquitetura-da-informacao/otimizar-o-web-design-com-eyetracking</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 15:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Para onde vai a nossa atenção quando olhamos para um website? Conhecer esta resposta é o objetivo dos estudos que usam o Eyetracking. Trata-se de uma tecnologia que permite seguir o movimento dos olhos do visitante e desta forma obter dados sobre a eficácia do design do site. Repetidas análises utilizando esta metodologia, fizeram sobressair [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105" class="wp-caption aligncenter" style="width: 450px"><img class="size-full wp-image-105" title="Eyetracking" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/04/eyetracking.jpg" alt="Eyetracking" width="440" height="325" /><p class="wp-caption-text">Eyetracking</p></div>
<p>Para onde vai a nossa atenção quando olhamos para um website? Conhecer esta resposta é o objetivo dos estudos que usam o Eyetracking. Trata-se de uma tecnologia que permite seguir o movimento dos olhos do visitante e desta forma obter dados sobre a eficácia do design do site.</p>
<p>Repetidas análises utilizando esta metodologia, fizeram sobressair algumas boas práticas compiladas numa reportagem de 2 minutos da BBC.</p>
<p><a class="grey" href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/business/7735469.stm" target="_blank">The eyes have it – how people view websites</a></p>
<p>Nada de revolucionário, no fundo vem confirmar o bom senso: a importância do topo e da lateral esquerda, das imagens, e dos títulos.</p>
<p>Mas como não se pode ir à loja da esquina e pedir um estudo de Eyetracking, aqui fica a melhor alternativa.</p>
<p>A <a class="grey" href="http://www.feng-gui.com/" target="_blank">Feng Gui</a>, tem uma ferramenta onde se pode gratuitamente fazer o upload de uma imagem, e simular um heatmap, estilo eyetracking, graças a um algoritmo que analisa fatores como as cores, contraste, tamanho dos objetos, etc.</p>
<p>Eles afirmam que a fiabilidade da simulação chega aos 70%, quando comparadas com the real deal. Não custa nada experimentar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/7735469.stm">BBC</a></p>
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		<title>Arquitetura da informação</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 12:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A arquitetura tradicional, voltada para a construção civil e já amplamente conhecida, é conceituada como a arte ou técnica de projetar e edificar ambientes habitados. Como atividade humana, ela existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries, e tem evoluído à medida em que ganhou importância o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</p>
<p>A arquitetura tradicional, voltada para a construção civil e já amplamente conhecida, é conceituada como a arte ou técnica de projetar e edificar ambientes habitados. Como atividade humana, ela existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries, e tem evoluído à medida em que ganhou importância o design do ambiente construído, buscando-se a organização de espaços físicos.</p>
<p>Nos tempos atuais, um novo tipo de arquitetura tem sido necessário, sobretudo em grandes organizações. Lidando com estruturas digitais de informação e software, ao invés de estruturas físicas de alvenaria, a <strong>Arquitetura de Informações</strong> consiste no design de ambientes informacionais compartilhados e resistentes à <a title="Entropia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Entropia" target="_blank">entropia</a>, que vem a ser o estado de desordem natural de qualquer sistema, na ausência de uma força organizadora.</p>
<p>Muitos dos artigos publicados sobre esse tema apontam o design de interfaces ou a estruturação de sítios na Web, como o seu principal foco. Entretanto a interface é uma janela para a informação. Até mesmo a melhor interface só é tão boa quanto a informação por trás dela. O oposto também é valido: até a informação mais compreensivelmente formatada só será tão útil quanto a sua interface. Assim, embora mutuamente dependentes, essas disciplinas não são a mesma coisa, nem tampouco estão contidas integralmente uma na outra.</p>
<p>Não por acaso, a Arquitetura de Informações guarda muitas semelhanças com aquela sua ancestral. A principal delas é a característica de ser centrada no ser humano: como a informação só pode existir em &#8220;comunidades de sentido&#8221;, a Arquitetura de Informações trata primeiramente de pessoas, buscando assegurar-lhes conforto e, somente depois, de tecnologia.</p>
<p>Com esse objetivo, faz-se necessário, por exemplo, o estabelecimento de padrões capazes de homogeneizar o significado de palavras, expressões e símbolos utilizados em todo o ciclo de produção das soluções de tecnologia da informação. Um vocabulário controlado contribui muito para minimizar as barreiras de entendimento, proporcionando um meio eficiente e confiável para a troca de informações.</p>
<p>Nas organizações, situa-se no domínio dessa disciplina a responsabilidade por manter a &#8220;visão do todo&#8221;, assim materializada no modelo arquitetural das informações corporativas voltadas ao atendimento das necessidades dos clientes, acionistas e sociedade, considerando o movimento do mercado e em conformidade com órgãos reguladores.</p>
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