Usabilidade

Usabilidade, arquitetura da informação e e-commerce

Postado em Arquitetura da Informação, Comércio Eletrônico, Usabilidade - 13/outubro/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Humanizar o processo é decisivo na hora de converter interesse em venda. A informação deve ser construída para seres humanos, de modo que comprar online traga segurança, satisfação e comodidade.

Dia após dia somos soterrados por um sem-número de informações. Leis, placas de trânsito, números de telefones, compromissos, televisão, rádio, internet, todos querendo nos vender, todos querendo nos comprar. Não há dúvida que precisamos de boa parte dessa informação disponível, mas, nesse emaranhado de hiperinformação, você consegue assimilar toda a informação que precisa?
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Como assim, usabilidade?

Postado em Usabilidade - 24/julho/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Há poucos dias atrás, acabei a leitura do livro “Não me faça pensar”do Steve Krug, que aborda de forma clara e inteligente a usabilidade na Web. Com isso, pensei em escrever um outro post sobre o assunto (já que um dos meus primeiros textos  abordava sobre isso) para que pessoas interessadas no tema e que ainda não leram esse livro, pudessem através desse novo texto, enxergar o quanto é possível melhorar significativamente os retorno de investimentos em marketing com um bom planejamento de mídia on-line. O texto também vale para quem trabalha com planejamento de mídia off-line estruturando informações.
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O futuro da arquitetura de informação

Postado em Arquitetura da Informação, Usabilidade - 15/julho/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Passa pela habilidade de organizar uma camada de estrutura para o conteúdo e a classificação criada pelos usuários, além de otimizar as formas de apresentação e de busca e montar uma estratégia de conteúdo capaz de evoluir.

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Quebrando de vez o mito da rolagem

Postado em Arquitetura da Informação, Usabilidade - 8/maio/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Na hora de projetar uma interface, o que é melhor? Evitar a rolagem e abrir várias páginas ou relaxar com a rolagem e deixar tudo o que deseja em um único lugar?

Arquitetos de informação, designers, desenvolvedores e projetistas de sites ainda se preocupam bastante em colocar informações apertadas para que não gere aquela longa barra de rolagem vertical.

Alguns de nossos amigos designers têm ainda mais restrição em relação a isso, apostando sempre em uma solução para o que o layout não seja prejudicado devido ao tamanho do conteúdo. Acho que o layout precisa se adaptar ao conteúdo, e não o contrário.

Temos que educar nossos clientes que nem tudo em uma página web precisa estar em uma resolução 800 x 600. Pesquisas apontam que todas as resoluções maiores que 800 x 600 já dominam. Dessa forma temos muito mais espaço para mostrar os conteúdos mais relevantes. O conteúdo é fundamental, pois se o usuário ficar interessado no que está na primeira parte do site, eles irão rolar a página sem o menor problema.

pesquisa_resolucoes

Um estudo feito pela ClickTale com 120 mil páginas da web entre novembro e dezembro de 2006 aponta algumas justificativas e respostas para que os sites não fiquem limitados a uma determinada resolução. Veja alguns números da pesquisa:

pesquisa_barra_rolagem

  • 96% das páginas na web possuem rolagem;
  • 76% dos usuários que encontram páginas com rolagem fazem uso dela, pelo menos pelas duas ou três páginas abaixo da resolução;
  • 22% dos usuários costumam fazer a rolagem até o final, independente do tamanho da página.

O estudo recomenda ainda que apertar uma página para deixá-la mais compacta é um benefício mínimo para os usuários. O interessante é pensar e analisar quais são os conteúdos mais importantes para que fiquem acima da rolagem. A rodinha do mouse também é um fator que contribui para a queda desse mito, facilitando a rolagem. Lembra como era chato rolar uma página sem essas rodinhas?

Pedro Borges, Coordenador de usabilidade e interação da Talk Interactive, chamou o Marcelo Ottoni e eu para mostrar uma solução muito interessante no site da MSNBC.COM, que apresenta o seu conteúdo em uma única página com uma navegação muito inteligente entre textos, fotos, imagens e vídeos.

msnsiteNa mesma página o usuário consegue visualizar todo o conteúdo. Você consegue navegar facilmente entre as possibilidades com um move menu, que identifica em qual conteúdo você está no momento. Pena que o site não utiliza esse formato diferenciado para todas as notícias, empregando somente em editorias que merece um espaço com mais evidência.

Outra coisa que vale a pena ser comentada é sobre o menu do site, no qual o usuário consegue ver as principais notícias dentro da categoria ao ser clicada.

Temos mais dois exemplos de soluções interessantes no Brasil. O portal da Fiat possui uma única página que apresenta todas as informações do carro como ficha técnica, acessórios, cores, itens de série, entre outros. O menu possui o comportamento de acompanhar o usuário durante a rolagem.

fiatcarroTrabalhei em uma agência que criava um hotsite a cada novo empreendimento que era lançado. O hotsite seguia sempre a mesma arquitetura de informação, mudando apenas a linha visual que normalmente acompanhava a campanha off-line.

A Tecnisa criou uma solução bacana pra isso. Cada empreendimento novo tem uma página onde o usuário consegue visualizar fotos, mapas, características, localização, data de lançamento, vídeos, valores e etc.

tecnisa1Não sou nenhum guru da arquitetura de informação e usabilidade e não cabe a mim fazer previsões, mas é preciso repensar a concepção de grandes portais e aproveitar melhor as resoluções, não criando empecilhos desnecessários na navegação.

Por isso, na hora de projetar uma interface, pense se realmente vale a pena criar uma nova página. Será que é mais chato abrir várias páginas ou se satisfazer com aquilo que você deseja em um único lugar?

Fonte: Webinsider

Otimizar o Web Design com Eyetracking

Postado em Arquitetura da Informação, Usabilidade - 22/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar
Eyetracking

Eyetracking

Para onde vai a nossa atenção quando olhamos para um website? Conhecer esta resposta é o objetivo dos estudos que usam o Eyetracking. Trata-se de uma tecnologia que permite seguir o movimento dos olhos do visitante e desta forma obter dados sobre a eficácia do design do site.

Repetidas análises utilizando esta metodologia, fizeram sobressair algumas boas práticas compiladas numa reportagem de 2 minutos da BBC.

The eyes have it – how people view websites

Nada de revolucionário, no fundo vem confirmar o bom senso: a importância do topo e da lateral esquerda, das imagens, e dos títulos.

Mas como não se pode ir à loja da esquina e pedir um estudo de Eyetracking, aqui fica a melhor alternativa.

A Feng Gui, tem uma ferramenta onde se pode gratuitamente fazer o upload de uma imagem, e simular um heatmap, estilo eyetracking, graças a um algoritmo que analisa fatores como as cores, contraste, tamanho dos objetos, etc.

Eles afirmam que a fiabilidade da simulação chega aos 70%, quando comparadas com the real deal. Não custa nada experimentar.

Fonte: BBC

Usabilidade, a prática da simplicidade!

Postado em Usabilidade - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante.

Pela definição da International Organization for Standardization, usabilidade é a medida pela qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico.

Usabilidade = Simplicidade

“Que ninguém se engane: só se consegue a simplicidade através de muito trabalho” – Clarice Linspector

Recomendo o livro “As leis da simplicidade“.

Usabilidade é ferramenta contra a crise econômica

Postado em Usabilidade - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Boa experiência de uso em canais de auto-atendimento garante redução de custos, aumento de produtividade e fidelização do cliente. Sem a fácil compreensão pelos usuários o problema e os custos ficam ainda maiores.

Por Fabiana Curi Yazbek

Sempre que a economia passa por uma crise, profissionais, empresas e mesmo países voltam a discutir sobre a necessidade de implementar mecanismos de controle mais seguros e eficientes. Mas, a atual crise global tem uma diferença fundamental em relação a outras ocorridas no passado: a presença da economia digital.

Desde que a economia digital passou a fazer a parte dos cálculos da economia real, com a disseminação da internet e com o aumento do uso de canais de auto-atendimento, mecanismos e processos popularizados pela web ganharam destaque e tiveram sua relevância ampliada.

Além da praticidade e conveniência desses canais para o usuário, as empresas também têm muito a ganhar. Os canais de auto-atendimento – terminais de auto-atendimento, atendimento telefônico eletrônico, internet, sistemas de extranet, entre outros – geram grande redução de custo e automatização de processos, muitas vezes burocráticos.

Mas esses canais precisam ser facilmente compreendidos e utilizados pelos usuários. Senão, o problema e os custos ficam ainda maiores.

Existe uma ciência, pouco conhecida, mas muito valorizada, que trata da facilidade de uso e compreensão de canais, sistemas, aplicativos etc.: a usabilidade.

Mesmo que já fosse utilizado antes da explosão da internet comercial, o termo usabilidade passou a ser mais valorizado quando ligado ao universo da web.

Com a difusão do auto-serviço no final dos anos 90, principalmente pela crescente utilização da internet, a preocupação com a usabilidade aumentou, pois ela passou a estar diretamente relacionada ao resultado das empresas. Esta é uma situação muito diferente da época em que os ATMs (caixas de auto-atendimento) foram introduzidos no Brasil, quando os bancos destacavam um funcionário que ficava explicando o funcionamento para os clientes dentro do próprio caixa.

Hoje, a economia não comporta mais um procedimento como esse. O relacionamento de uma instituição com seu cliente tem que acontecer da forma mais produtiva e menos onerosa possível, tanto para a instituição como para o cliente, independente do canal utilizado.

Nesse sentido, a usabilidade se torna um procedimento-chave.

No caso da indústria bancária, quanto maior for a utilização do internet banking, menor será o número de clientes nas agências do banco ou realizando o atendimento telefônico, o que significa diminuição de gastos e, consequentemente, aumento do lucro – desde que ao acessar o site de seu banco, o cliente consiga realizar sem dificuldade suas consultas, pagamentos, transferências etc.

Se não conseguir, sua primeira reação é usar o telefone ou seguir até a agência mais próxima, serviços mais caros para o banco. O mesmo pode acontecer em um ATM: se o cliente não conseguir realizar a operação sozinho, entrará no banco e pedirá auxílio a um funcionário.

O caso do e-commerce é semelhante. O número de abandono de compras por receio, insegurança em finalizar a compra ou não encontrar um produto, ou não saber como proceder, é altíssimo.

Em sistemas de extranet, onde ocorrem transações em grandes volumes, como sistemas de pedidos, acompanhamento de carga, pagamentos, entre outros, uma falta de entendimento ou um erro podem acarretar perda de milhões de reais. Assim, a usabilidade pode ser entendida em termos simples: uma experiência de uso que permita encontrar com facilidade o que se procura e possa ser concluída sem deixar dúvidas.

Por isso, a usabilidade não é um procedimento a ser utilizado apenas em um momento de retração econômica, por possibilitar aumento de produtividade, mas está diretamente relacionada com a satisfação dos usuários e à fidelização de clientes. Ou seja, a usabilidade deve ser uma preocupação estratégica das empresas.

Fonte: Webinsider