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	<title>Blog Oficial da B4W - Consultoria em Internet &#187; Usabilidade</title>
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	<description>Usabilidade, Webmarketing, Arquitetura da Informação, Acessibilidade e Design de Interação.</description>
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		<title>Usabilidade, arquitetura da informação e e-commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 19:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Humanizar o processo é decisivo na hora de converter interesse em venda. A informação deve ser construída para seres humanos, de modo que comprar online traga segurança, satisfação e comodidade. Dia após dia somos soterrados por um sem-número de informações. Leis, placas de trânsito, números de telefones, compromissos, televisão, rádio, internet, todos querendo nos vender, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Humanizar o processo é decisivo na hora de converter interesse em venda. A informação deve ser construída para seres humanos, de modo que comprar online traga segurança, satisfação e comodidade. </strong></p>
<p>Dia após dia somos soterrados por um sem-número de informações. Leis, placas de trânsito, números de telefones, compromissos, televisão, rádio, internet, todos querendo nos vender, todos querendo nos comprar. Não há dúvida que precisamos de boa parte dessa informação disponível, mas, nesse emaranhado de hiperinformação, você consegue assimilar toda a informação que precisa?<br />
<span id="more-732"></span><br />
Segundo o psicólogo Davis Lewis, essa sobrecarga de informação sobre cada um gera o que ele chama de síndrome da fadiga da informação. Estresse, tensão, irritabilidade, dificuldade de concentração são apenas alguns sintomas negativos dessa nova era.</p>
<p>E no que esse fenônomeno impacta seu negócio? Em rigorosamente tudo! Como o gerente de e-commerce vai vender serviços e produtos nesse mar de luz neón? É por isso que a arquitetura da informação é mais que útil, é necessária. Justamente para simplificar o que é complexo.</p>
<p style="text-align: left;"><img id="image5025" class="aligncenter" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/ai_e_commerce.jpg" alt="ai_e_commerce.jpg" /><br />
A arquitetura da informação em suma consiste em equacionar da maneira mais precisa as características e as necessidades do usuário e do conteúdo, além de destacar as informações mais importantes e suprimir as que não são necessárias.</p>
<p>Nesse contexto, a usabilidade também se apresenta como complemento imprescindível para atingir os objetivos com mais precisão.</p>
<p>Segundo Jakob Nielsen, a usabilidade não é mero “tornar mais fácil de usar”. O que é usabilidade então? No que ela nos ajuda, seja no front-end do seu site, seja em uma peça de e-mail marketing, por exemplo?</p>
<p><strong>Facilitar a aprendizagem</strong>.  Quanto antes o usuário interagir intuitivamente com a loja virtual, melhor.</p>
<p><strong>Uso eficiente</strong>.  Aumento gradativo de produtividade do usuário, depois que ele se habituou com o website.</p>
<p><strong>Facilitar memorização/retenção</strong>. Capacidade desenvolvida pelo usuário de voltar a utilizar o e-commerce depois de determinado tempo, dispensando a necessidade de novo aprendizado.</p>
<p><strong>Minimizar taxa de erros</strong>. Se divide em duas partes:</p>
<ul>
<li>O quanto o usuário pode ser induzido a erro pelo próprio site.</li>
<li>O quanto o usuário pode se recuperar de um erro que ele cometeu navegando pela loja.</li>
</ul>
<p><strong>Satisfação subjetiva</strong>.  Medida de satisfação do usuário navegando pela loja virtual.</p>
<p>Sendo assim, devemos concluir que humanizar todo o processo é decisivo na hora de converter interesse em venda. É preciso deixar claro para o cliente que ele não está lidando com máquinas.</p>
<p>A informação deve ser construída por seres humanos para seres humanos, através de processos cognitivos internos de cada pessoa, de modo que a credibilidade seja tanta, que comprar online seja a opção que traga mais segurança, satisfação e comodidade.</p>
<p>Por Luiz Dias &#8211; <a title="Webinside" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/10/07/usabilidade-e-arquitetura-da-informacao-no-e-commerce/">Webinsider</a></p>
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		<title>Como assim, usabilidade?</title>
		<link>http://blog.b4w.com.br/usabilidade/como-assim-usabilidade</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 14:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Há poucos dias atrás, acabei a leitura do livro “Não me faça pensar”do Steve Krug, que aborda de forma clara e inteligente a usabilidade na Web. Com isso, pensei em escrever um outro post sobre o assunto (já que um dos meus primeiros textos  abordava sobre isso) para que pessoas interessadas no tema e que ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias atrás, acabei a leitura do livro “Não me faça pensar”do Steve Krug, que aborda de forma clara e inteligente a usabilidade na Web. Com isso, pensei em escrever um outro post sobre o assunto (já que um dos meus primeiros textos  abordava sobre isso) para que pessoas interessadas no tema e que ainda não leram esse livro, pudessem através desse novo texto, enxergar o quanto é possível melhorar significativamente os retorno de investimentos em marketing com um bom planejamento de mídia on-line. O texto também vale para quem trabalha com planejamento de mídia off-line estruturando informações.<br />
<span id="more-637"></span><br />
Boa leitura!</p>
<p><strong>E como assim usabilidade?</strong></p>
<blockquote>
<p align="center"><em>“Assegurar-se de que algo funcione bem”</em></p>
</blockquote>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-585" title="design-niemeyer-cadeira" src="http://brunamilagres.files.wordpress.com/2009/07/design-niemeyer-cadeira.jpg?w=122&amp;h=80" alt="design-niemeyer-cadeira" width="122" height="80" /> </strong>Essa é a definição mais simples que poderia dar significância a palavra <strong>usabilidade</strong> e ela pode ser aplicada a qualquer tipo de projeto, seja ele na web, em produtos, em impressos, etc. De uma cadeira bem projetada <strong> </strong>à  um jornal bem diagramado<strong> . A usabilidade seria então uma maneira de otimizar o tempo transformando seu perfeito uso em resultados.</strong></p>
<p>Posso dizer que a usabilidade faz referencia  também na capacidade inconsciente de uma pessoa que não<strong><img class="size-medium wp-image-586 alignright" title="capa_o_tempo_20_06_08" src="http://brunamilagres.files.wordpress.com/2009/07/capa_o_tempo_20_06_08.jpg?w=190&amp;h=278" alt="capa_o_tempo_20_06_08" width="190" height="278" /></strong> entende absolutamente nada do assunto possa, ao ver o produto, entender (até mesmo vagamente) <strong>o que aquilo seria, do que estamos falando e por onde começar.</strong></p>
<p><strong>Estocando paciência </strong></p>
<p>Um dos motivos da expansão da web é sua possibilidade de facilitar e agilizar tarefas do dia-a-dia. Quando <em>olhamos sites*</em> procuramos sempre algo que: Lembre vagamente o motivo pelo qual entramos nele e algo que seja possível clicar. O modo de <em>olhar sites</em> também depende: do tempo de paciência do usuário,  no tipo de ação que ele deseja fazer, sua pressa e outros motivos.</p>
<p>Uma hierarquia mal planejada ou rótulos de links mal formulados, fazem surgir dúvidas durante a navegação e cada nova dúvida aumenta nosso trabalho, distraindo conseqüentemente nossa concentração. As dúvidas evoluem de acordo com o nosso estoque de paciência, até o ponto de nos confundir, fazendo-nos escolher outra opção.</p>
<p>A base desse conceito leva o princípio de eliminar perguntas. Por isso, vai uma primeira dica no projeto de sites: comece a questionar os sites que você visita, por exemplo, com a pergunta: <em>Porque eles deram esse nome a isso?</em> Assim você acaba pegando referencias do que não se deve fazer.</p>
<p><strong>A hierarquia visual e o bom uso das convenções</strong></p>
<p>Ao ler um jornal realizo algumas tarefas instantâneas: percorro páginas, seleciono aquilo que interesso e leio. A hierarquia visual on-line ou off-line é instantânea e passa por nós a todos os momentos sem que percebamos que ela existe. O processo de percorrer um veículo  de informação (como o jornal) ocorre de forma tão rápida, que quando as dicas visuais não são claras, obrigamos nosso cérebro a<img class="alignleft size-full wp-image-588" title="wireframe - convençao web" src="http://brunamilagres.files.wordpress.com/2009/07/wireframe-convencao-web.jpg?w=192&amp;h=249" alt="wireframe - convençao web" width="192" height="249" /> pensar que estamos  fazendo isso.</p>
<p>A hierarquia visual prioriza o tempo, fazendo com que selecionemos tudo quase instantaneamente.  Se informações disputam para aparecer, nosso processo de leitura reduz e passamos a um estágio mais lento de tentar achar a informação que vagamente nos interesse.</p>
<p>Para isso, uma das ajudas à usabilidade é a convenção. Aprendemos de <strong>forma inconsciente</strong> que <strong>conhecer as convenções otimiza nosso tempo. </strong>De forma inconsciente sabemos que dessa forma é mais rápido percorrer um jornal e selecionar aquilo que queremos ver. Sendo assim, cada meio de comunicação procura criar suas convenções e refiná-las a partir de novas idéias que deram certo, pois as convenções só se tornam convenções se realmente funcionarem.</p>
<p><strong>Áreas bem definidas</strong></p>
<p>Para que uma página seja facilmente utilizada, cada estilo de informação deve estar claramente agrupado. A pressa pela busca da informação possibilita a utilização dessa dica visual.  Alguns exemplos já são bem conhecidos como:</p>
<ul>
<li>A ordem de importância obedece a ordem de “atenção” na página (ex. a logomarca é importante, por isso ela encontra-se do lado esquerdo e com destaque).</li>
<li>Links são links, noticias são notícias e assim por diante.  Coisas semelhantes estão próximas (ex.: os links da navegação global estão agrupados em um menu e todos são semelhantes).</li>
<li>A ordem de visualização auxilia na hierarquia da página. (ex. se uma foto está ao lado de um texto formando esses dois uma única caixa, concluímos que eles pertencem a uma mesma informação)</li>
</ul>
<p><strong>Clique aqui!</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-589" title="links" src="http://brunamilagres.files.wordpress.com/2009/07/links.jpg?w=420&amp;h=42" alt="links" width="420" height="42" />Na projeção de páginas, procure deixar óbvio o que pode ser clicado. As convenções ajudam bem nessa tarefa. Hoje links podem ser definidos por diferentes símbolos, e muitos já são conhecidos pelo usuário, deixar um link sem a aparencia de link é novamente utilizar do estoque de paciência e boa vontade do usuário.</p>
<p><strong>Minimize a confusão.</strong></p>
<p>Confusão visual na internet é o mesmo que uma avenida cheia de outdoors e placas. Tudo parece querer chamar cada vez mais a atenção. O efeito da confusão acaba sendo o cansaço visual que pode assim distrair a atenção do usuário para seu verdadeiro objetivo na página. No livro, Steve dá uma boa dica sobre isso: <em>“É uma boa idéia supor que tudo o que você projetou está confuso até que ao provem o contrário”<strong> </strong></em></p>
<p><strong>Para finalizar…</strong><em><strong><br />
</strong></em></p>
<p>Diante dessas informações e dicas, é importante ressaltar que em qualquer projeto web, um pouco a mais de esforço, pode melhorar significativamente os resultados em vendas. As vezes uma mudança no formato ou no rótulo de um link, pode resultar em bons retornos financeiros.  Se a mudança possibilitar aumento nas vendas em 1%, considere positivo, esses 1% podem representar milhões.</p>
<p>O que ressalto sempre é no uso das tecnologias para gerar conhecimento e resultados em lucros. A internet é uma boa maneira da pequena empresa estar ao lado da líder de mercado em seu segmento. Um pouco de ajustes, pode representar muito! Pense nisso.</p>
<p>Indico além do livro, indico o texto <span style="color: #000000;"> <a href="http://brunamilagres.wordpress.com/2009/04/14/usabilidade-web-20/" target="_blank">“Usabilidade – web 2.0”</a></span> escrito por mim.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p>Fonte: <a href="http://brunamilagres.wordpress.com/" target="_blank">Bruna Milagres</a></p>
<address>*Um dos erros na projeção de sites é imaginar que os usuários lerão todas as opções e escolherão assim a melhor. A expressão “olhar sites” feita por Steve em seu livro, foi utilizada pois os usuários olham páginas porque: estão com pressa, sabem que não é preciso ler tudo e que fazem isso a toda hora.</address>
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		<title>O futuro da arquitetura de informação</title>
		<link>http://blog.b4w.com.br/arquitetura-da-informacao/o-futuro-da-arquitetura-de-informacao</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 13:12:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Passa pela habilidade de organizar uma camada de estrutura para o conteúdo e a classificação criada pelos usuários, além de otimizar as formas de apresentação e de busca e montar uma estratégia de conteúdo capaz de evoluir. Por Rogério Pereira Uma série de entrevistas feitas no meu blog com os arquitetos de informação de diferentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="summary"><strong><img class="alignleft" title="Arquitetura de Informação" src="http://www.b4w.com.br/img/ico-ai2.gif" alt="" width="103" height="102" />Passa pela habilidade de organizar uma camada de estrutura para o conteúdo e a classificação criada pelos usuários, além de otimizar as formas de apresentação e de busca e montar uma estratégia de conteúdo capaz de evoluir. </strong></p>
<p><span id="more-574"></span></p>
<p>Por <a title="Veja todos os artigos de Rogério Pereira" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/rogerio_pereira" target="_blank">Rogério Pereira</a></p>
<p>Uma série de entrevistas feitas no meu blog com os arquitetos de informação de diferentes experiências rendeu um material interessante para a realização de uma conversa bem legal com o Daniel Souza, que trabalha com planejamento de experiência do usuário na <a href="http://www.talk2.com.br/" target="_blank">Talk Interactive</a>.</p>
<h2>No Brasil e no mundo</h2>
<p>O fato é que o mercado de AI está na moda e há muitas pessoas interessadas em entrar na área, o que gera uma grande quantidade de arquitetos e pouca arquitetura de informação. Significa que ainda temos profissionais com pouco conhecimento e a falta de um pensamento mais centrado no usuário e nas necessidades de negócio dos clientes.</p>
<p>De acordo com um estudo realizado pelo Guilhermo Reis em 2008, a fase de pesquisa ainda é pouco realizada. Os profissionais estão em sua maioria preocupados com documentação, fazendo wireframes, sitemaps, fluxos de navegação e entregáveis que tem como objetivo orientar a programação e o design das interfaces.</p>
<p>A fase de documentação deve estar toda embasada na etapa de descobrimento e entendimento das necessidades de comunicação digital dos clientes. Devemos extrair o máximo das empresas para evitar ruídos durante a concepção dos projetos.</p>
<p>O trabalho do arquiteto precisa ser mais estratégico e o wireframe é apenas uma entrega formal dentro do processo do design centrado no usuário. Não pode ser considerado como um texto em uma estátua que é tomado como verdade e não pode ser evoluído. O arquiteto imagina o que poderia ser ideal e o designer o ajuda com as possíveis evoluções. O trabalho do arquiteto precisa estar cada vez mais próximo do designer e as soluções precisam ser pensadas em conjunto e evoluídas com todos que estão participando do projeto.</p>
<p>Um projeto interativo deve estar em constante evolução, pois não se trata de um panfleto que você joga na rua e depois percebe que poderia ser melhor. Temos a oportunidade de fazer isso na arquitetura. Por isso que existe a famosa versão beta nas ferramentas do Google. Os projetos não podem ser lançados e abandonados logo em seguida. Eles precisam de evoluções frequentes e de redesenhos de acordo com a necessidade do momento.</p>
<p>Os arquitetos de informação têm um papel importante na equipe de concepção de um projeto e em algumas empresas já trabalham de forma bastante integrada com a equipe de planejamento.</p>
<p>Para entender melhor a atuação e os conhecimentos desses profissionais, foi feito um estudo apresentado no <a href="http://www.iasummit.org/2008/" target="_blank">IA Summit in Miami 2008</a> sobre os perfis em arquitetura de informação. A criação e segmentação dos perfis foram identificados em experiências pessoais, entrevistas, discussões sobre AI em blogs e listas de específicas, entre outros estudos.</p>
<p><strong>Facilitador</strong></p>
<p>Facilita e conduz as discussões sobre o projeto, ajudando a entender o problema em busca de uma solução. Tem sempre o cuidado de balancear os interesses da equipe de projetos com os interesses dos usuários. O papel do facilitador é o de ajudar as pessoas que estão envolvidas no trabalho, dando o material necessário para que o projeto seja desenvolvido da melhor forma.</p>
<p><strong>Expert</strong></p>
<p>Analisa a situação e tenta chegar em uma solução eficiente com suporte aos objetivos da empresa e dos usuários. É o profissional que domina toda a parte de documentação e sempre está com uma solução de arquitetura de informação pronta na cabeça. É bastante objetivo em suas soluções.</p>
<p><strong>Designer</strong></p>
<p>Pensa sempre no futuro da solução, analisando os objetivos e pensamentos estratégicos do cliente. Possui a característica de pensar fora da caixa e é especialista em redesign de projetos.</p>
<p><strong>Advogado</strong></p>
<p>Avalia com frequência os resultados do projeto. Mantém sempre a equipe focada nas necessidades dos usuários. Quando não existe possibilidade de mudar o produto ou a estratégia, ele defini os objetivos de métricas e testes com usuários para ver se os prognósticos estão corretos.</p>
<h2>O cenário do mercado atualmente</h2>
<p>No início existia pouca preocupação com a usabilidade e a internet era voltada para as pessoas que tinham um conhecimento mais avançado em tecnologia, portanto, não existia muita dificuldade em utilizar esses sistemas. A comunicação digital e a verba para esse tipo de mídia tem crescido bastante a cada ano. Em ano de crise, empresas estão buscando alternativas mais baratas e eficientes.</p>
<p>Com o crescente aumento no número de venda de computadores, as oportunidades estão aí para as empresas aproveitarem e terem algum retorno investindo menos dinheiro, em comparação às mídias tradicionais.</p>
<p>A revista Veja (26 de novembro de 2008) fez uma matéria sobre as novas profissões, sendo arquitetura de informação uma delas. Fico preocupado quando começam a falar demais sem mostrar a verdadeira realidade. As pessoas se atraem facilmente por altos salários e na maioria das vezes nem sabem qual a capacitação que o profissional precisa ter para conseguir sucesso profissional.</p>
<p>A lista de arquitetura possui uma infinidade de pessoas interessadas no assunto e até os clientes começaram a perceber a importância da disciplina, pois sentem falta de uma boa usabilidade quando os problemas começam a aparecer. Os clientes não precisam entender de taxonomia, fluxos de navegação, sitemaps e wireframes, mas precisam perceber que esses documentos servem para mostrar o que foi pensado de forma estratégica e que tudo isso vai trazer algum tipo de retorno.</p>
<p>O mercado evoluiu bastante nos últimos anos e se os clientes estão exigentes, os usuários estão ainda mais. Eles perceberam que alguns sites são difíceis de usar e pedem projetos mais objetivos.</p>
<p>Além das agências de publicidade interativas, temos profissionais espalhados em agências de conteúdo, dentro do cliente, empresas de usabilidade, fábricas de software e até produtoras de games.</p>
<p>Luciana Cattony, arquiteta de informação da Gerdau e editora do blog Planta Baixa, fez uma pesquisa informal na lista de AI no Brasil perguntando quem trabalhava no cliente. Empresas com atuação global já possuem esses profissionais pelos corredores (como por exemplo, Gerdau e Petrobras), além de portais (Globo.com, UOL, RBS, etc), empresas online (curriculum.com, etc), editoras (Dental Press International), provedores web (Locaweb), bancos (Itaú, Santander, etc), empresas governamentais, empresas de tecnologia e também algumas universidades (UFMG, Unoeste, etc).</p>
<h2>Delinear o futuro da arquitetura de informação</h2>
<p>Já vivemos a época do design, onde tudo era resolvido com uma linda animação pisca-pisca feito na última versão do Flash. Hoje estamos na era do conteúdo e a arquitetura precisa se adaptar a essas mudanças.</p>
<p style="text-align: center;"><img id="image4825" class="aligncenter" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/arquitetura_informacao.jpg" alt="arquitetura_informacao.jpg" /></p>
<p style="text-align: left;">Em um workshop realizado na Talk este mês, tivemos várias discussões sobre novas formas de trabalhar. Esse gráfico acima criado pelo <a href="http://www.henriquebrito.art.br/" target="_blank">Henrique Brito</a> resumiu tudo que foi discutido em uma semana de conversas sobre esse novo mercado.</p>
<p>Precisamos mudar o tempo que gastamos em execução para que a experiência do usuário seja feita da melhor forma possível. É preciso ter uma estratégia de conteúdo que seja pensada juntamente com arquitetura, design e desenvolvimento. Muito mais estratégia e menos execução.</p>
<p>Todo mundo já ouviu falar no termo web 2.0, que começou ser empregado quando a internet deixou de ser estática e começou a se tornar participativa. Hoje temos blogs, wikis, redes sociais, portais corporativos e intranets onde os participantes podem contribuir e construir conteúdos relevantes. Um dia desses percebi que leio mais blogs do que portais de notícias como Globo.com, UOL, Terra e etc.</p>
<p>Tenho visto algumas discussões e até mesmo preocupação em posicionar o arquiteto de informação dentro de uma equipe.</p>
<p>Alguns acham estranho quando esse profissional faz parte da área de criação ou planejamento. O arquiteto de informação do futuro, ou melhor do presente, precisa ter uma cabeça mais voltada para o planejamento de uma estratégia de conteúdo e fazer com que suas documentações e análises se tornem mais úteis aos clientes e usuários. Precisa ser um questionador e propor aos clientes soluções criativas e não produtos.</p>
<p><a href="http://semanticstudios.com/" target="_blank">Peter Morville</a>, um dos autores mais renomados em AI, fez uma apresentação no IA Summit 2008 sobre o desafio do arquiteto de informação com a web 2.0 e como fica o trabalho desse profissional nesses novos ambientes (<a href="http://semanticstudios.com/" target="_blank">arquitetura de informação 3.0</a>).</p>
<p>A arquitetura de informação contempla, na opinião de Morville, a habilidade de criar uma camada de estrutura para o conteúdo e a classificação criada pelos usuários.</p>
<p>Ou seja, deixar o usuário criar conteúdo e classificações e depois organizar isso e otimizar as formas de apresentação e de busca.</p>
<p>Além do planejamento estratégico de comunicação, é preciso pensar em uma estratégia de conteúdo que será evoluída de acordo com o período e necessidades dos usuários.</p>
<p>Fonte: <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/07/14/o-futuro-da-arquitetura-de-informacao/" target="_blank">Webinsider</a></p>
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		<title>Quebrando de vez o mito da rolagem</title>
		<link>http://blog.b4w.com.br/arquitetura-da-informacao/quebrando-de-vez-o-mito-da-rolagem</link>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 16:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Na hora de projetar uma interface, o que é melhor? Evitar a rolagem e abrir várias páginas ou relaxar com a rolagem e deixar tudo o que deseja em um único lugar? Arquitetos de informação, designers, desenvolvedores e projetistas de sites ainda se preocupam bastante em colocar informações apertadas para que não gere aquela longa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="summary" style="text-align: left;"><em><strong>Na hora de projetar uma interface, o que é melhor? Evitar a rolagem e abrir várias páginas ou relaxar com a rolagem e deixar tudo o que deseja em um único lugar? </strong></em></p>
<p>Arquitetos de informação, designers, desenvolvedores e projetistas de sites ainda se preocupam bastante em colocar informações apertadas para que não gere aquela longa barra de rolagem vertical.</p>
<p>Alguns de nossos amigos designers têm ainda mais restrição em relação a isso, apostando sempre em uma solução para o que o layout não seja prejudicado devido ao tamanho do conteúdo. Acho que o layout precisa se adaptar ao conteúdo, e não o contrário.</p>
<p>Temos que educar nossos clientes que nem tudo em uma página web precisa estar em uma resolução 800 x 600. Pesquisas apontam que todas as resoluções maiores que 800 x 600 já dominam. Dessa forma temos muito mais espaço para mostrar os conteúdos mais relevantes. O conteúdo é fundamental, pois se o usuário ficar interessado no que está na primeira parte do site, eles irão rolar a página sem o menor problema.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-347" title="pesquisa_resolucoes" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/05/pesquisa_resolucoes.jpg" alt="pesquisa_resolucoes" width="520" height="281" /></p>
<p>Um estudo feito pela <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://blog.clicktale.com/2006/12/23/unfolding-the-fold/" target="_blank">ClickTale</a> com 120 mil páginas da web entre novembro e dezembro de 2006 aponta algumas justificativas e respostas para que os sites não fiquem limitados a uma determinada resolução. Veja alguns números da pesquisa:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-348" title="pesquisa_barra_rolagem" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/05/pesquisa_barra_rolagem.jpg" alt="pesquisa_barra_rolagem" width="425" height="362" /></p>
<ul>
<li> 96% das páginas na web possuem rolagem;</li>
<li> 76% dos usuários que encontram páginas com rolagem fazem uso dela, pelo menos pelas duas ou três páginas abaixo da resolução;</li>
<li> 22% dos usuários costumam fazer a rolagem até o final, independente do tamanho da página.</li>
</ul>
<p>O estudo recomenda ainda que apertar uma página para deixá-la mais compacta é um benefício mínimo para os usuários. O interessante é pensar e analisar quais são os conteúdos mais importantes para que fiquem acima da rolagem. A rodinha do mouse também é um fator que contribui para a queda desse mito, facilitando a rolagem. Lembra como era chato rolar uma página sem essas rodinhas?</p>
<p><a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://www.talk2.com.br/?p=414" target="_blank">Pedro Borges</a>, Coordenador de usabilidade e interação da <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://www.talk2.com.br/" target="_blank">Talk Interactive</a>, chamou o Marcelo Ottoni e eu para mostrar uma solução muito interessante no site da <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://www.msnbc.msn.com/id/30354991/" target="_blank">MSNBC.COM</a>, que apresenta o seu conteúdo em uma única página com uma navegação muito inteligente entre textos, fotos, imagens e vídeos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-349" title="msnsite" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/05/msnsite.jpg" alt="msnsite" width="420" height="171" />Na mesma página o usuário consegue visualizar todo o conteúdo. Você consegue navegar facilmente entre as possibilidades com um move menu, que identifica em qual conteúdo você está no momento. Pena que o site não utiliza esse formato diferenciado para todas as notícias, empregando somente em editorias que merece um espaço com mais evidência.</p>
<p>Outra coisa que vale a pena ser comentada é sobre o menu do site, no qual o usuário consegue ver as principais notícias dentro da categoria ao ser clicada.</p>
<p>Temos mais dois exemplos de soluções interessantes no Brasil. O portal da Fiat possui uma única página que apresenta todas as <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://www.fiat.com.br/monte-seu-carro/conheca.do?idModelo=161" target="_blank">informações do carro</a> como ficha técnica, acessórios, cores, itens de série, entre outros. O menu possui o comportamento de acompanhar o usuário durante a rolagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-350" title="fiatcarro" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fiatcarro.jpg" alt="fiatcarro" width="420" height="230" />Trabalhei em uma agência que criava um hotsite a cada novo empreendimento que era lançado. O hotsite seguia sempre a mesma arquitetura de informação, mudando apenas a linha visual que normalmente acompanhava a campanha off-line.</p>
<p>A Tecnisa criou uma solução bacana pra isso. Cada empreendimento novo tem <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" rel="externo" href="http://www.tecnisa.com.br/imovel-residencial-apartamento-vila+mascote-sao+paulo-summer.html" target="_blank">uma página</a> onde o usuário consegue visualizar fotos, mapas, características, localização, data de lançamento, vídeos, valores e etc.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-351" title="tecnisa1" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/05/tecnisa1.jpg" alt="tecnisa1" width="420" height="249" />Não sou nenhum guru da arquitetura de informação e usabilidade e não cabe a mim fazer previsões, mas é preciso repensar a concepção de grandes portais e aproveitar melhor as resoluções, não criando empecilhos desnecessários na navegação.</p>
<p>Por isso, na hora de projetar uma interface, pense se realmente vale a pena criar uma nova página. Será que é mais chato abrir várias páginas ou se satisfazer com aquilo que você deseja em um único lugar?</p>
<p>Fonte: <a title="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/05/08/quebrando-de-vez-o-mito-da-rolagem/" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/05/08/quebrando-de-vez-o-mito-da-rolagem/" target="_blank">Webinsider</a></p>
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		<title>Otimizar o Web Design com Eyetracking</title>
		<link>http://blog.b4w.com.br/arquitetura-da-informacao/otimizar-o-web-design-com-eyetracking</link>
		<comments>http://blog.b4w.com.br/arquitetura-da-informacao/otimizar-o-web-design-com-eyetracking#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 15:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Para onde vai a nossa atenção quando olhamos para um website? Conhecer esta resposta é o objetivo dos estudos que usam o Eyetracking. Trata-se de uma tecnologia que permite seguir o movimento dos olhos do visitante e desta forma obter dados sobre a eficácia do design do site. Repetidas análises utilizando esta metodologia, fizeram sobressair [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105" class="wp-caption aligncenter" style="width: 450px"><img class="size-full wp-image-105" title="Eyetracking" src="http://blog.b4w.com.br/wp-content/uploads/2009/04/eyetracking.jpg" alt="Eyetracking" width="440" height="325" /><p class="wp-caption-text">Eyetracking</p></div>
<p>Para onde vai a nossa atenção quando olhamos para um website? Conhecer esta resposta é o objetivo dos estudos que usam o Eyetracking. Trata-se de uma tecnologia que permite seguir o movimento dos olhos do visitante e desta forma obter dados sobre a eficácia do design do site.</p>
<p>Repetidas análises utilizando esta metodologia, fizeram sobressair algumas boas práticas compiladas numa reportagem de 2 minutos da BBC.</p>
<p><a class="grey" href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/business/7735469.stm" target="_blank">The eyes have it – how people view websites</a></p>
<p>Nada de revolucionário, no fundo vem confirmar o bom senso: a importância do topo e da lateral esquerda, das imagens, e dos títulos.</p>
<p>Mas como não se pode ir à loja da esquina e pedir um estudo de Eyetracking, aqui fica a melhor alternativa.</p>
<p>A <a class="grey" href="http://www.feng-gui.com/" target="_blank">Feng Gui</a>, tem uma ferramenta onde se pode gratuitamente fazer o upload de uma imagem, e simular um heatmap, estilo eyetracking, graças a um algoritmo que analisa fatores como as cores, contraste, tamanho dos objetos, etc.</p>
<p>Eles afirmam que a fiabilidade da simulação chega aos 70%, quando comparadas com the real deal. Não custa nada experimentar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/7735469.stm">BBC</a></p>
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		<title>Usabilidade, a prática da simplicidade!</title>
		<link>http://blog.b4w.com.br/usabilidade/usabilidade-a-pratica-da-simplicidade</link>
		<comments>http://blog.b4w.com.br/usabilidade/usabilidade-a-pratica-da-simplicidade#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 19:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. Pela definição da International Organization for Standardization, usabilidade é a medida pela qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Usabilidade</strong> é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante.</p>
<p>Pela definição da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/International_Organization_for_Standardization">International Organization for Standardization</a>, usabilidade é a medida pela qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com <strong>efetividade, eficiência e satisfação</strong> em um contexto de uso específico.</p>
<p><strong>Usabilidade = Simplicidade</strong></p>
<p><strong><em>“Que ninguém se engane: só se consegue a simplicidade através de muito trabalho” &#8211; Clarice Linspector</em></strong></p>
<p>Recomendo o livro “<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1793291?franq=167674">As leis da simplicidade</a>“.</p>
<div><strong><a href="http://www.b4w.com.br/fale-conosco.php">Quer uma consultoria em usabilidade?</a></strong></div>
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		<title>Usabilidade é ferramenta contra a crise econômica</title>
		<link>http://blog.b4w.com.br/usabilidade/usabilidade-e-ferramenta-contra-a-crise-economica</link>
		<comments>http://blog.b4w.com.br/usabilidade/usabilidade-e-ferramenta-contra-a-crise-economica#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 19:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa experiência de uso em canais de auto-atendimento garante redução de custos, aumento de produtividade e fidelização do cliente. Sem a fácil compreensão pelos usuários o problema e os custos ficam ainda maiores. Por Fabiana Curi Yazbek Sempre que a economia passa por uma crise, profissionais, empresas e mesmo países voltam a discutir sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Boa experiência de uso em canais de auto-atendimento garante redução de custos, aumento de produtividade e fidelização do cliente. Sem a fácil compreensão pelos usuários o problema e os custos ficam ainda maiores.</em></strong></p>
<p>Por <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/fabiana_yazbek">Fabiana Curi Yazbek</a></p>
<p>Sempre que a economia passa por uma crise, profissionais, empresas e mesmo países voltam a discutir sobre a necessidade de implementar mecanismos de controle mais seguros e eficientes. Mas, a atual crise global tem uma diferença fundamental em relação a outras ocorridas no passado: a presença da economia digital.</p>
<p>Desde que a economia digital passou a fazer a parte dos cálculos da economia real, com a disseminação da internet e com o aumento do uso de canais de auto-atendimento, mecanismos e processos popularizados pela web ganharam destaque e tiveram sua relevância ampliada.</p>
<p>Além da praticidade e conveniência desses canais para o usuário, as empresas também têm muito a ganhar. Os canais de auto-atendimento &#8211; terminais de auto-atendimento, atendimento telefônico eletrônico, internet, sistemas de extranet, entre outros &#8211; geram grande redução de custo e automatização de processos, muitas vezes burocráticos.</p>
<p>Mas esses canais precisam ser facilmente compreendidos e utilizados pelos usuários. Senão, o problema e os custos ficam ainda maiores.</p>
<p>Existe uma ciência, pouco conhecida, mas muito valorizada, que trata da facilidade de uso e compreensão de canais, sistemas, aplicativos etc.: a <strong>usabilidade</strong>.</p>
<p>Mesmo que já fosse utilizado antes da explosão da internet comercial, o termo usabilidade passou a ser mais valorizado quando ligado ao universo da web.</p>
<p>Com a difusão do auto-serviço no final dos anos 90, principalmente pela crescente utilização da internet, a preocupação com a usabilidade aumentou, pois ela passou a estar diretamente relacionada ao resultado das empresas. Esta é uma situação muito diferente da época em que os ATMs (caixas de auto-atendimento) foram introduzidos no Brasil, quando os bancos destacavam um funcionário que ficava explicando o funcionamento para os clientes dentro do próprio caixa.</p>
<p>Hoje, a economia não comporta mais um procedimento como esse. O relacionamento de uma instituição com seu cliente tem que acontecer da forma mais produtiva e menos onerosa possível, tanto para a instituição como para o cliente, independente do canal utilizado.</p>
<p>Nesse sentido, a usabilidade se torna um procedimento-chave.</p>
<p>No caso da indústria bancária, quanto maior for a utilização do internet banking, menor será o número de clientes nas agências do banco ou realizando o atendimento telefônico, o que significa diminuição de gastos e, consequentemente, aumento do lucro &#8211; desde que ao acessar o site de seu banco, o cliente consiga realizar sem dificuldade suas consultas, pagamentos, transferências etc.</p>
<p>Se não conseguir, sua primeira reação é usar o telefone ou seguir até a agência mais próxima, serviços mais caros para o banco. O mesmo pode acontecer em um ATM: se o cliente não conseguir realizar a operação sozinho, entrará no banco e pedirá auxílio a um funcionário.</p>
<p>O caso do e-commerce é semelhante. O número de abandono de compras por receio, insegurança em finalizar a compra ou não encontrar um produto, ou não saber como proceder, é altíssimo.</p>
<p>Em sistemas de extranet, onde ocorrem transações em grandes volumes, como sistemas de pedidos, acompanhamento de carga, pagamentos, entre outros, uma falta de entendimento ou um erro podem acarretar perda de milhões de reais. Assim, a usabilidade pode ser entendida em termos simples: <strong>uma experiência de uso que permita encontrar com facilidade o que se procura e possa ser concluída sem deixar dúvidas</strong>.</p>
<p>Por isso, a usabilidade não é um procedimento a ser utilizado apenas em um momento de retração econômica, por possibilitar aumento de produtividade, mas está diretamente relacionada com a satisfação dos usuários e à fidelização de clientes. Ou seja, a usabilidade deve ser uma preocupação estratégica das empresas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/03/13/usabilidade-e-ferramenta-contra-a-crise-economica/">Webinsider</a></p>
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		<title>Usability BoK: pelas boas práticas de usabilidade</title>
		<link>http://blog.b4w.com.br/usabilidade/usability-bok-pelas-boas-praticas-de-usabilidade</link>
		<comments>http://blog.b4w.com.br/usabilidade/usability-bok-pelas-boas-praticas-de-usabilidade#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 19:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Usabilidade será a bola da vez, a exemplo do que aconteceu com a gestão de projetos. A UPA (Usability Professional Association) articula a criação do Usability Body of Knowledge e você pode influir se quiser. Por Rodrigo Polacco Em 2000, a preocupação das empresas era ter um site e em alguns casos fazer parceria com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Usabilidade será a bola da vez, a exemplo do que aconteceu com a gestão de projetos. A UPA (Usability Professional Association) articula a criação do Usability Body of Knowledge e você pode influir se quiser.</em></strong></p>
<p>Por <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/rodrigo_polacco">Rodrigo Polacco</a></p>
<p>Em 2000, a preocupação das empresas era ter um site e em alguns casos fazer parceria com um portal, que seria responsável por aumentar a visibilidade e mensurar os resultados.</p>
<p>Com o estouro da bolha em 2001, o mercado de forma geral ficou um pouco estagnado. Mas como a internet é um ambiente em expansão, continuou crescendo à taxa de dois dígitos, tornando-se mais relevante.</p>
<p>Até que em 2004 a preocupação migrou de ter um site para a de mensurar os resultados e entender melhor o comportamento do usuário dentro do site.</p>
<p>O mercado seguiu evoluindo e no final de 2005, início de 2006, o marketing de links patrocinados se tornou uma febre pela perspectiva de aumento de audiência a baixo custo. Ainda em 2006, mais para o final do ano, a importância da otimização para o site se posicionar melhor na busca orgânica entrou no radar das empresas e SEO foi a onda do momento.</p>
<p>Com o aumento do tráfego e mensuração dos resultados a necessidade que surgiu foi a de melhorar a experiência do usuário dentro do ambiente receptivo. Assim, ferramentas que fazem A/B testing, testes multivariados e projetos de usabilidade começaram a proliferar e tomar conta do mercado.</p>
<p>Esta semana recebi um e-mail da UPA (Usability Professional Association) com uma novidade que promete desmistificar e ajudar na disseminação de boas práticas de usabilidade, a criação do Usability BoK (Usability Body of Knowledge).</p>
<p>A proposta é criar uma referência viva que represente o conhecimento coletivo da profissão usabilidade e que seja uma referência na definição do âmbito da profissão, seguindo os mesmos passos da gestão de projetos anos atrás que culminou na criação do PMBoK.</p>
<p>Para participar da criação do Usability BoK precisa ser membro da UPA.</p>
<p>Mais detalhes no site do <a href="http://www.usabilitybok.org/">Usability Body of Knowledge</a>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/03/29/usability-bok-pelas-boas-praticas-de-usabilidade/">Webinsider</a></p>
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		<title>Usabilidade</title>
		<link>http://blog.b4w.com.br/usabilidade/usabilidade</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 13:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B4W</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. A usabilidade pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="siteSub">Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</p>
<p><!-- start content --><strong>Usabilidade</strong> é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. A usabilidade pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida de um objeto.</p>
<p>Na <span class="mw-redirect">Interação Humano-computador</span> e na Ciência da Computação, usabilidade normalmente se refere à simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um website pode ser utilizado. O Termo também é utilizado em contexto de produtos como aparelhos eletrônicos, em áreas da comunicação e produtos de transferência de conhecimento, como manuais, documentos e ajudas online. Também pode se referir a eficiência do design de objetos como uma maçaneta ou um martelo.</p>
<h3><span class="mw-headline">Definições de Usabilidade</span></h3>
<p>A usabilidade está relacionada aos estudos de Ergonomia e de <span class="mw-redirect">Interação Humano-computador</span>.</p>
<p>A usabilidade está diretamente ligada ao diálogo na interface e a capacidade do software em permitir que o usuário alcance suas metas de interação com o sistema. Ser de fácil aprendizagem, permitir uma utilização eficiente e apresentar poucos erros, são os aspectos fundamentais para a percepção da boa usabilidade por parte do usuário. Mas a usabilidade pode ainda estar relacionada com a facilidade de ser memorizada e ao nível de satisfação do usuário.</p>
<h3><span class="mw-headline">Usabilidade segundo a norma ISO 9241 &#8211; Ergonomia de software de escritório</span></h3>
<p>Pela definição da <span class="mw-redirect">International Organization for Standardization</span>, <strong>usabilidade</strong> é a medida pela qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico (ISO 9241-11).</p>
<p>Medida, aqui, deve ser entendida como valores resultantes de uma medição e os processos utilizados para se obter aqueles valores.</p>
<p>A efetividade permite que o usuário alcance os objetivos iniciais de interação, e tanto é avaliada em termos de finalização de uma tarefa quanto também em termos de qualidade do resultado obtido.</p>
<p>Eficiência se refere à quantidade de esforço e recursos necessários para se chegar a um determinado objetivo. Os desvios que o usuário faz durante a interação e a quantidade de erros cometidos pode servir para avaliar o nível de eficiência do site.</p>
<p>A terceira medida de usabilidade, a satisfação, é a mais difícil de medir e quantificar, pois, está relacionada com fatores subjetivos. De maneira geral, satisfação se refere ao nível de conforto que o usuário sente ao utilizar a interface e qual a aceitação como maneira de alcançar seus objetivos ao navegar no site.</p>
<h3><span class="mw-headline">Outras perspectivas da usabilidade</span></h3>
<p>Segundo a norma citada acima (parte 11 da norma ISO 9241) a usabilidade pode ser especificada ou medida segundo outras perspectivas, como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Facilidade de aprendizado &#8211; o usuário rapidamente consegue explorar o sistema e realizar suas tarefas;</li>
<li>Facilidade de memorização &#8211; após um certo período sem utilizá-lo, o usuário não freqüente é capaz de retornar ao sistema e realizar suas tarefas sem a necessidade de reaprender como interagir com ele;</li>
<li>Baixa taxa de erros &#8211; o usuário realiza suas tarefas sem maiores transtornos e é capaz de recuperar erros, caso ocorram;</li>
</ul>
<h3><span class="mw-headline">Medição</span></h3>
<p>O conjunto de atributos representando a usabilidade evidencia o esforço necessário para a utilização de um software. Da mesma forma é considerado o julgamento individual de seu uso através de um conjunto implícito ou explícito de usuários (Avouris, 2001). Para tanto, os critérios de medição da característica de usabilidade estabelecidos pela norma ISO 9241 reflete na:</p>
<ul>
<li>análise das características requeridas do produto num contexto de uso específico;</li>
<li>análise do processo de interação entre usuário e produto;</li>
<li>análise da eficiência (agilidade na viabilização do trabalho), da eficácia (garantia da obtenção dos resultados desejados) e da satisfação resultante do uso desse produto.</li>
</ul>
<h3><span class="mw-headline">Testes de Usabilidade e Avaliações de Ergonomia</span></h3>
<p>O teste de usabilidade é uma técnica formal que pode envolver usuários representando a população alvo para aquele determinado sistema. Estes usuários são designados para desenvolver tarefas típicas e críticas havendo com isso uma coleta de dados para serem posteriormente analisados. Contudo o teste de usabilidade caracteriza-se por utilizar diferentes técnicas voltadas em sua maioria para a avaliação da ergonomia dos sistemas interativos.</p>
<ul>
<li>Avaliação Heurística;</li>
<li>Critérios Ergonômicos;</li>
<li>Inspeção Baseada em Padrões, Guias de Estilos ou Guias de Recomendações;</li>
<li>Inspeção por <span class="new">Checklists</span>;</li>
<li>Percurso (ou Inspeção) Cognitivo;</li>
<li>Teste Empírico com Usuários.</li>
<li><span class="mw-redirect">Entrevistas e Questionários</span></li>
</ul>
<p>Algumas técnicas de avaliação para testes de usabilidade podem incluir uma lista de métodos que direciona os esforços dos usuários em realizar uma variedade de tarefas em um protótipo ou sistema. Enquanto realiza estas tarefas ele é observado por inspetores que coletam dados referentes aos processos de interação do usuário, incluindo erros cometidos pelo usuário, quando e onde eles confundem-se ou se frustram, a rapidez com a qual o usuário realiza a tarefa, se eles obtêm sucessos na realização da tarefa e a satisfação do usuário com a experiência.</p>
<p>Entretanto, testes de usabilidade que envolve usuários reais nos procedimentos de interação transformam-se em um procedimento mais oneroso e complexo. A utilização de heurísticas, por exemplo, permite identificar erros mais sérios e difíceis de serem identificados. Mas estudos apontam que a utilização conjunta de ambos os processos, aplicação de heurísticas e testes de usabilidade, é a melhor abordagem de investigações de usabilidade.</p>
<h3><span class="mw-headline">Engenharia de Usabilidade</span></h3>
<p>A Engenharia de Usabilidade é uma abordagem de projeto de sistemas onde são utilizados vários níveis de usabilidade especificados quantitativamente numa etapa anterior ao seu desenvolvimento e tendo como objetivo a tomada de decisões de engenharia que vai ao encontro das especificações através de medidas chamadas métricas.</p>
<p>Trata-se, portanto, de uma abordagem metodológica e de natureza científica de produção que objetiva a entrega de um produto usável ao usuário. Para isso utiliza métodos para agrupar requerimentos, desenvolver e testar <span class="new">protótipos</span>, avaliar projetos alternativos, analisar problemas de usabilidade, propor soluções e testes com usuário (Garner, 2003). Preece (1994) apresenta uma lista de etapas que descreve a seqüência do processo de engenharia de usabilidade:</p>
<ul>
<li>definir objetivos de usabilidade utilizando métricas;</li>
<li>especificar níveis de usabilidade planejados que precisam ser alcançados;</li>
<li>analisar o impacto de possíveis soluções de projeto;</li>
<li>incorporar retorno derivado do usuário no processo de projeto;</li>
<li>iterar através do ciclo “projeto-avaliação-projeto” até que os níveis planejados sejam alcançados.assim</li>
</ul>
<h3><span class="mw-headline">Norma ISO 13407 &#8211; Projeto centrado no usuário</span></h3>
<p>O paradigma de desenvolvimento de uma interface com o usuário deve permitir a realização de sucessivos ciclos de &#8220;análise/concepção/testes&#8221;, com a necessária retro-alimentação dos resultados dos testes, de um ciclo a outro. A estratégia consiste em, a cada ciclo, identificar e refinar continuamente o conhecimento sobre o contexto de uso do sistema e as exigências em termos de usabilidade da interface. Na seqüência dos ciclos se constroem versões intermediárias da interface do sistema que são submetidas a testes de uso, em que os representantes dos usuários simulam a realização de suas tarefas. Inicialmente eles participarão de simulações &#8220;grosseiras&#8221;, usando maquetes, mas, com o avanço do desenvolvimento, eles recorrerão a protótipos e versões acabadas do sistema, em simulações mais e mais fidedignas. O objetivo é avaliar a qualidade das interações e levar em conta os resultados dessas avaliações para a construção de novas versões das interfaces. Se implementada desde cedo no desenvolvimento, tal estratégia pode reduzir o risco de falhas conceituais do projeto, garantindo que, a cada ciclo, o sistema responda cada vez melhor às expectativas e necessidades dos usuários em suas tarefas. (Cybis, Betiol &amp; Faust, 2007).</p>
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