Marketing de busca

O que é um Blog Corporativo?

Postado em Blog Corporativo, Marketing de busca, Web Marketing - 3/novembro/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

É um blog mantido por uma empresa. Através dele, a empresa pode detalhar seus produtos e serviços, criar um canal de comunicação direta com os clientes, divulgar notícias próprias e do mercado, demonstrar seu know-how na área de atuação, entre outros.

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Site da Inside Rio Carnaval nas primeiras posições do Google

Postado em B4W, Google, Marketing de busca, Projetos B4W - 3/setembro/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Apenas 20 dias após o seu lançamento, o site da Inside Rio Carnaval já está nas primeiras posições do Google com as seguintes palavras:

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Buscas na web crescem 41% em um ano

Postado em Google, Internet, Marketing de busca - 31/agosto/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Sites de busca

A quantidade de buscas na internet realizadas no mês de julho  atingiu 113 bilhões no mundo, 41% a mais que no mesmo período de 2008, de acordo com estudo divulgado pela consultoria comScore nesta segunda-feira (31/8).
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Google turbina ferramenta de buscas

Postado em Google, Marketing de busca - 11/agosto/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Apelidada de ‘Caffeine’, nova busca melhora índice, respostas e muda valor do ranking de resultados.

O Google realizou uma atualização significativa em seu mecanismo de buscas nesta terça-feira (11/8). Apelidada de “Caffeine” (cafeína), a nova busca melhora o tamanho do índice, a velocidade das requisições e, mais importante, muda o valor dos rankings dos resultados.
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Buscador da Microsoft agora inclui posts do Twitter

Postado em Internet, Marketing de busca - 2/julho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Lançado há um mês, o buscador da Microsoft, Bing, passou a incluir em seus resultados posts recentes do Twitter. A novidade começou a aparecer na última quarta-feira.

Segundo o jornal norte-americano New York Times, a Microsoft está indexando “poucos milhares de pessoas, baseada inicialmente na quantidade de seguidores das contas (do Twitter) e em volume de tweets”.
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Otimização de sites para buscadores gera negócios para as empresas

Postado em Internet, Marketing de busca, Web Marketing - 24/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Estudo da Forbes com 161 profissionais de Marketing nos Estados Unidos mostra que a otimização de sites para buscadores como o Google, Yahoo e Bing é a forma mais eficiente de Marketing na Internet para conversão em vendas. Entre aqueles com verba acima de US$ 1 milhão – 49 executivos -, 53% afirmam que esse é o melhor método para gerar conversões em vendas na internet. Considerando toda a base ouvida, foram 48%.

Otimização para sites de busca

A otimização de sites leva o espaço virtual das empresas para milhões de consumidores acima de 16 anos que acessam a Internet no Brasil e boa parte desse público se utiliza do Google, Yahoo e Bing para encontrar soluções para suas necessidades e desejos.

No Brasil são realizadas mais de 1 milhão de visitas ao Google em um mês e esse número tende a aumentar devido a quantidade cada vez maior de internautas brasileiros.

“É importante ressaltar que a otimização de sites possibilita que esse mercado seja direcionado para a sua empresa e não para seus concorrentes”, declara Jorge Demetrio, da AllDreams, empresa de tecnologia especializada em desenvolvimento de sites.

Com a otimização,o site da empresa tem grande visibilidade na Internet não tendo que pagar nada ao Google, ao Yahoo ou ao Bing para estar na busca orgânica (busca natural) – um meio barato e eficiente de divulgar sua empresa para o seu público.

“Devido a esse crescimento da importância do marketing digital, com a otimização de sites para as empresas, nossos clientes passaram a nos solicitar esse serviço, e por isso fizemos parcerias com várias empresas, a fim de oferecermos cada vez mais opções. Na acirrada competição do mercado, uma vez que a empresa tenha seu site na primeira página do Google, Yahoo e Bing, leva enorme vantagem sobre os concorrentes”, finaliza Demetrio.

Fonte: Olhar Digital

As redes sociais e o valor da influência

Postado em Internet, Marketing de busca, Redes Sociais - 2/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

A corrida por amigos no Orkut e agora a corrida por seguidores. Será que apenas a ferramenta (Orkut, Twitter, Facebook, etc. ou todas elas juntas) vai resolver o problema de você conquistar a simpatia, atenção ou admiração das pessoas?

O que é necessário para conquistar a atenção e influenciar outras pessoas? Isso me faz lembrar o antigo e ainda muito contemporâneo livro: “Como fazer amigos e influenciar as pessoas” (Dale Carnegie,1937). Esse livro possui dicas muito úteis de como melhorar suas habilidades com as pessoas, e até hoje é amplamente aplicado pelo pessoal de vendas, gestores e líderes de equipes.

Qual a diferença entre ser famoso e ser influente?

Na era das celebridades instantâneas propagadas pela Internet, ser famoso pode ser algo relativamente fácil de conquistar mas proporcionalmente perecível. Nesse sentido, o famoso alcança visibilidade, muitas pessoas reconhecem a sua pessoa, sabem o seu nome, identificam a sua imagem. A Internet virou uma “máquina” de produzir celebridades instantâneas.

Virou celebridade na Internet após participação em programa na TV Britânica

Virou celebridade na Internet após participação em programa na TV Britânica

Acredito que Astros, Celebridades e Estrelas têm um papel importante na mídia social, são motores importantes das dinâmicas da propagação em rede, são o combustível para atrair a atenção das pessoas. Davenport descreve no seu livro “Economia da Atenção” o papel das celebridades como ferramentas de influência no consumo e comportamento das sociedades.

Seja também uma celebridade da Internet - Imprima e seja Susan Boyle!

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Influência e Poder

Fiz algumas pesquisas na Net sobre os conceitos: A influência vem da avaliação social do público em relação a uma pessoa, um grupo de pessoas ou uma organização. O poder está no uso da força, na imposição à revelia de tudo e de todos, já a influência é exercida pela afinidade de perspectivas, pelo respeito e pelo merecimento. O poder é a habilidade de impor a sua vontade sobre os outros, mesmo se estes resistirem de alguma maneira. A influência não, essa surge como um instrumento de convencimento e aceitação (o contrário de impor a sua vontade).

Ou seja: com o crescimento do processo de colaboração e produção de informação pelas próprias pessoas (desintermediação dos meios), exercer poder poderá ficar cada vez mais limitado.

Para pensar: Na era das redes sociais digitais, não estamos num processo de substituir o poder financeiro pelo poder da influência? Não será esse um ativo cada vez mais importante?

Seja relevante, seja influente, seja SOCIAL!

Se influenciar outras pessoas pode se tornar o “novo poder”, então preciso me tornar famoso como a Susan Boyle? Bem, acho que não é o caso de sair por aí querendo conquistar fama. O famoso muitos podem reconhecer, mas isso não garante influência e esse exercício de maneira sustentável (a longo prazo).

Importante considerar que uma pessoa pode ser influente em algumas dimensões, não em todas! Fora dela, sua influência é nula. E como em planejamento de marketing, é preciso pensar em foco, público alvo e segmentação. Não quero agora descrever um “guia de como ser influente”, mas apenas refletir sobre essa questão, que realmente passa a ser muito relevante para o marketing e os negócios.

Agora, com força da Mídia Social, acredito que as habilidades com pessoas vai continuar sendo ainda mais importante. Mas como influenciar pessoas através dos meios digitais? Não seria o caso de adaptar e aplicar os conceitos de Dale Carnegie para os ambientes em redes? Como seria essa releitura de “Como fazer amigos e influenciar as pessoas“?

Não é esse o papel do marketing: Fazer amigos e influenciar as pessoas!?

Fonte: Gilberto Machado

Bing entra no ar como site beta

Postado em Marketing de busca - 1/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

No Brasil, novo buscador da Microsoft pesquisa apenas sites, imagens e notícias.

Bing

Novo serviço da Microsoft está ativo no Brasil com recursos limitados Foto: Reprodução

O Bing, novo buscador da Microsoft, já está no ar. Uma versão marcada como beta do buscador pode ser acessada no endereço www.bing.com alguns dias antes da data prevista pela companhia de Redmond (que havia anunciado o lançamento para quarta-feira desta semana).

O site, no entanto, estreou com uma variedade limitada de serviços no Brasil. Os recursos Bing Travel e Bing Cashback (buscas de passagens aéreas e de serviços financeiros) não estão disponíveis no País. É possível apenas buscar por sites, imagens e notícias do Brasil.
Apesar de ainda estar em estágio beta, é possível dizer que a Microsoft está se esforçando para competir em pé de igualdade com o Google. A busca de imagens se mostrou tão eficiente quanto o Google Images e ainda traz mais opções do que a do rival: é possível filtrar os resultados por tamanho, formato da foto (horizontal, vertical), cor, estilo e se há pessoas ou não na foto.

Fonte: IDGNow

Yahoo pretende transformar modelo de buscas da web

Postado em Marketing de busca - 20/maio/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Para sobreviver no mercado de buscas da internet, o Yahoo pode mudar a maneira como esse serviço trabalha atualmente. A empresa quer implantar um serviço que entenda o usuário e com isso, os dados pesquisados e apresentados serão exatamente o que ele deseja.

A iniciativa do Yahoo, que detém somente 20,4% do segmento de buscas, pretende diminuir a ação do Google, com 64% do total em abril, segundo informações da comScore.

Para Pradbhakar Raghavan, diretor de estratégia e chefe do Yahoo Labs, as pessoas não querem fazer buscas.  “Eles querem é descobrir rapidamente as informações que estão procurando, e não ficar navegando por uma lista de links”, afirmou, nesta terça-feira (19), durante um encontro com repórteres em São Francisco.

Dessa forma, a nova ferramenta da empresa pretende interpretar o internauta e saber qual é a sua verdadeira intenção. O Glue, mecanismo de busca, já é empregado e está em teste, mas qualquer usuário pode acessá-lo. A companhia começou a desenvolver outra versão que somente algumas pessoas estão testando.

O Wolfram|Alpha e o Google estão procurando novas formas para mudar o atual modo de buscas com uma lista de links.

O objetivo do Yahoo é elaborar uma lista em que os resultados tenham ligação. Os problemas para que o mecanismo funcione passam por algumas variáveis como: descobrir qual é o desejo do internauta além de compreender o conteúdo das páginas.

Google amplia liderança

O Google reafirmou o posto de líder isolado no segmento de busca na internet. A empresa aumentou a distância para os concorrentes em março, segundo dados da comScore.

Nos EUA, a participação do Google cresceu de 60% em fevereiro para 64% no mês seguinte. Por outro lado, perderam espaço os tradicionais rivais Microsoft, que perdeu 1 ponto percentual em buscas e o Yahoo!, que teve queda de 2 pontos.

O crescimento da empresa da Califórnia parece inabalado mesmo diante de novidades que chegam para disputar terreno. o último deles foi o Cuil, produto que nasceu em 2008 apelidado de grande ameaça ao Google, mas que, atualmente, não ultrapassa a marca de 1% de participação.

O Wikia Search, lançamento da Wikipedia, também nasceu com o mesmo propósito do Cuil. No entanto, promeria ir além e oferecer resultados mais relevantes a partir de opiniões da comunidade de usuários, ao invés algoritmos como o PageRank, tática usada pelo Google.

Com informações do IDGNow! e do Plantão Info

Fonte: AdNews

5 dicas para fugir dos charlatões do SEO

Postado em Marketing de busca - 5/maio/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

A atividade de SEO é conhecida como “resource intensive” e está ligada à concepção e montagem de sites, não a fórmulas mágicas.

Marketing em mecanismos de busca / Otimização para sites de busca

Marketing em mecanismos de busca / Otimização para sites de busca

A integração entre buscadores e browsers gerou um fenômeno interessante. Ainda que os internautas saibam os endereços dos sites que eles desejam buscar, escrever uma palavra (ou parte dela) e clicar Enter é praxe entre aqueles que prezam por atalhos na web. Esse cenário é mais um dos indicadores que mostram a importância de uma empresa estar bem colocada dentro de serviços como o Google, Yahoo! e Live Search, da Microsoft. As empresas brasileiras já sacaram há tempos que estar na internet é essencial para a sua sobrevivência. Na última pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, 97% das empresas que possuem computador estão conectadas à web e 53% têm um site próprio, aumento de 7% em relação a 2008.

Mas não basta criar seu cantinho na internet. Para ser visto, é preciso investir em algumas técnicas, no conhecido termo SEO (Search Engine Optimization). As boas práticas a serem seguidas estão todas por aí, a diferença e como e quando implementá-las. Para isso, cresce o número de empresas que prestam serviços e consultoria de otimização de ferramenta de busca, na sigla em inglês. Mas, como todo trabalho que une técnicas objetivas a um belo percentual de subjetividade, é preciso estar atento a aproveitadores. Basta uma navegada para encontrar empresas que prometem maravilhas, por um preço baixinho e num curto espaço de tempo. Conversamos com alguns especialistas em SEO, que levantaram algumas dicas para escapar desses charlatões da web. Vamos a elas:

Sua empresa no topo do Google
Se alguém prometer que, após o trabalho, basta jogar a palavra ‘pizza’ no Google para que o seu promissor negócio de bairro apareça entre os primeiros resultados, é melhor usar o dinheiro para contratar outro pizzaiolo. Não existem garantias para qualquer trabalho de SEO. É certo que ele vai melhorar sua posição e fará com que o internauta que o procurar não tenha uma decepção. Mas as garantias param por aí. Primeiro lugar no Google, só se você for dono da Pizza Hut.

O barato sai caro
Só porque a maioria das boas práticas para melhorar o posicionamento está disponível na internet, um trabalho de SEO não é barato e rápido. Vai depender de cada trabalho. Se o site é bem recente ou está começando do zero, pode ser mais ágil. Mas se a base de conteúdo é extensa e demanda horas e mais horas de trabalho, fica difícil pensar num preço muito baixo. Quer um exemplo? Uma das técnicas é a presença de palavras chave no ‘title’ da página. Se um site possui um histórico de 500, mil páginas que precisam ser alteradas, calcule o tempo necessário para fazer as aleterações. Na dúvida, é melhor dar uma bela pesquisada de preço antes de fechar com o seu consultor.

Mudar é preciso
Desconfie de qualquer empresa de SEO que afirme que vai aumentar seus acessos de buscadores sem que isso envolva mudar aspectos, como código, estrutura de navegação, escrita de conteúdo em seu site. É preciso reescrever o conteúdo que não esteja de acordo com as técnicas para que o robozinho do buscador identifique seu site. O mesmo vale para estrutura de código, elementos que facilitam a navegação etc.

Fórmula secreta
Vale a pena perguntar qual a metodologia utilizada pelo consultor de SEO. Se a resposta for algo parecido a “usamos técnicas proprietárias e secretas. Este é o nosso diferencial num mercado cheio de aproveitadores”, é melhor ficar com um pé atrás. É bem provável que ele seja mais um dos aproveitadores que estão inchando o tal mercado. “A atividade de SEO é conhecida como “resource intensive” e está ligada à concepção e montagem de sites, não a fórmulas mágicas”, diz Ricardo Maekawa, gerente de produtos responsável pela área de SEO da Abril Digital.

Dispense o chapéu preto
Lembra do primeiro tópico, sua empresa no topo do Google? Existem, na verdade, algumas formas de conseguir aparecer no topo dos resultados. Quem te prometer isso, você resolver arriscar e, de um dia para o outro, seu site aparecer bem ranqueado, prepare-se. Não para ganhar muito dinheiro, mas para ser condenado ao eterno esquecimento. Os algoritmos dos buscadores são bem – e cada vez mais – preparados para identificar técnicas ilegais de SEO. Basicamente, elas usam os métodos comuns, mas com resultados multiplicados em muitas vezes por meio de robôs, fakes e inserção de malware. As consequências são catastróficas. O buscador te joga numa blacklist e o seu domínio some do mapa. O trabalho para conseguir tirá-lo envolve uma carta de desculpas e muita reza-braba.

O mais sem graça dos exemplos é o uso de palavras escondidas no site. Imagine uma farmácia que possui um conteúdo visível sobre remédios numa página de fundo vermelho. Escondidas, no mesmo tom de vermelho, aparecem palavras de apelo sexual, normalmente ligadas a celebridades, que são muito acionadas em buscadores. Ou seja, ao digitar “Pamela Anderson nua”, o internauta dá de cara com os benefícios gerados pelo consumo responsável de analgésico.

Fonte: Info Abril