Redes Sociais

Orkut ainda é a rede social preferida dos brasileiros

Postado em Redes Sociais - 29/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

O Twitter cresce entre as redes sociais, mas não desbanca o Orkut na blogosfera brasileira quando utilizado para publicação de depoimentos sobre a experiência de compra com produtos e serviços. Em 2008, a rede do Google possuía 61,1% do share of buzz dos internautas, enquanto o Twitter respondia por 3,8% do buzz envolvendo experiências de compra.

Em 2009, houve uma mudança: o Twitter subiu de 6º para o 2º serviço mais utilizado nas postagens de depoimentos sobre marcas e produtos, com 23%. Mesmo conquistando espaço, o microblog Twitter não ultrapassou a marca de 45,9% do Orkut, que continua líder no ranking.
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Empresas usam Twitter para divulgar vagas

Postado em Internet, Redes Sociais - 24/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Diversas empresas já aderiram ao microblog Twitter para divulgar vagas de trabalho. Por enquanto, o instrumento é mais usado por companhias dos ramos de tecnologia e informática, segundo especialistas, mas a expectativa é de, em pouco tempo, a ferramenta ser utilizada por todos os setores.
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Twitter: veja 15 dicas para usar o serviço com elegância e bom senso

Postado em Redes Sociais - 19/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Dar crédito, respeitar o limite de caracteres, oferecer bons links e não ser egocêntrico estão entre as boas atitudes no serviço.

Embora pareça simples responder à questão “O que você está fazendo?”, muitos perdem a postura ao compartilhar um link ou observação pessoal pelo Twitter.
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Twitter: 10,7% dos internautas brasileiros entraram no serviço em maio

Postado em Redes Sociais - 16/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

twitter_logoApós medir acessos em empresas, Ibope Nielsen Online aponta que 3,7 milhões de brasileiros acessaram o Twitter durante maio.

Um décimo dos internautas brasileiros acessaram o serviço de microblog Twitter durante o mês de maio, crescimento expressivo relacionado à inclusão da navegação em ambiente corporativo pelo Ibope Nielsen Online.
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Rede social não é só para peixe grande

Postado em Redes Sociais - 9/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

As pequenas empresas também já descobriram o potencial das redes para turbinar seus negócios

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Twittando a sua marca com relevância e interação

Postado em Redes Sociais - 9/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Após ser apenas mais uma novidade, o microblog no Twitter está se tornando uma poderosa forma de comunicação. É o que diz a capa de junho de 2009 da revista Time.

Se você não viveu dentro de uma caverna ultimamente, provavelmente já ouviu muito sobre o Twitter. O utilitário no qual os membros compartilham comentários curtos uns com os outros é o novo lugar para se comunicar na web.
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As redes sociais e o valor da influência

Postado em Internet, Marketing de busca, Redes Sociais - 2/junho/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

A corrida por amigos no Orkut e agora a corrida por seguidores. Será que apenas a ferramenta (Orkut, Twitter, Facebook, etc. ou todas elas juntas) vai resolver o problema de você conquistar a simpatia, atenção ou admiração das pessoas?

O que é necessário para conquistar a atenção e influenciar outras pessoas? Isso me faz lembrar o antigo e ainda muito contemporâneo livro: “Como fazer amigos e influenciar as pessoas” (Dale Carnegie,1937). Esse livro possui dicas muito úteis de como melhorar suas habilidades com as pessoas, e até hoje é amplamente aplicado pelo pessoal de vendas, gestores e líderes de equipes.

Qual a diferença entre ser famoso e ser influente?

Na era das celebridades instantâneas propagadas pela Internet, ser famoso pode ser algo relativamente fácil de conquistar mas proporcionalmente perecível. Nesse sentido, o famoso alcança visibilidade, muitas pessoas reconhecem a sua pessoa, sabem o seu nome, identificam a sua imagem. A Internet virou uma “máquina” de produzir celebridades instantâneas.

Virou celebridade na Internet após participação em programa na TV Britânica

Virou celebridade na Internet após participação em programa na TV Britânica

Acredito que Astros, Celebridades e Estrelas têm um papel importante na mídia social, são motores importantes das dinâmicas da propagação em rede, são o combustível para atrair a atenção das pessoas. Davenport descreve no seu livro “Economia da Atenção” o papel das celebridades como ferramentas de influência no consumo e comportamento das sociedades.

Seja também uma celebridade da Internet - Imprima e seja Susan Boyle!

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Influência e Poder

Fiz algumas pesquisas na Net sobre os conceitos: A influência vem da avaliação social do público em relação a uma pessoa, um grupo de pessoas ou uma organização. O poder está no uso da força, na imposição à revelia de tudo e de todos, já a influência é exercida pela afinidade de perspectivas, pelo respeito e pelo merecimento. O poder é a habilidade de impor a sua vontade sobre os outros, mesmo se estes resistirem de alguma maneira. A influência não, essa surge como um instrumento de convencimento e aceitação (o contrário de impor a sua vontade).

Ou seja: com o crescimento do processo de colaboração e produção de informação pelas próprias pessoas (desintermediação dos meios), exercer poder poderá ficar cada vez mais limitado.

Para pensar: Na era das redes sociais digitais, não estamos num processo de substituir o poder financeiro pelo poder da influência? Não será esse um ativo cada vez mais importante?

Seja relevante, seja influente, seja SOCIAL!

Se influenciar outras pessoas pode se tornar o “novo poder”, então preciso me tornar famoso como a Susan Boyle? Bem, acho que não é o caso de sair por aí querendo conquistar fama. O famoso muitos podem reconhecer, mas isso não garante influência e esse exercício de maneira sustentável (a longo prazo).

Importante considerar que uma pessoa pode ser influente em algumas dimensões, não em todas! Fora dela, sua influência é nula. E como em planejamento de marketing, é preciso pensar em foco, público alvo e segmentação. Não quero agora descrever um “guia de como ser influente”, mas apenas refletir sobre essa questão, que realmente passa a ser muito relevante para o marketing e os negócios.

Agora, com força da Mídia Social, acredito que as habilidades com pessoas vai continuar sendo ainda mais importante. Mas como influenciar pessoas através dos meios digitais? Não seria o caso de adaptar e aplicar os conceitos de Dale Carnegie para os ambientes em redes? Como seria essa releitura de “Como fazer amigos e influenciar as pessoas“?

Não é esse o papel do marketing: Fazer amigos e influenciar as pessoas!?

Fonte: Gilberto Machado

Redes sociais e suportes móveis são o futuro da internet, diz inventor da web

Postado em Redes Sociais - 23/abril/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar
Tim Berners Lee - Inventor do World Wide Web

Tim Berners Lee - Inventor do World Wide Web

MADRID, Espanha – As páginas web nasceram há 20 anos e, ainda que seu crescimento tenha sido muito rápido, seu futuro é ainda mais “amplo e promissor”, sobretudo por causa das redes sociais e suportes móveis, afirmou nesta quarta-feira o criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, na inauguração do Congresso Internacional www2009, em Madrid

No auditório repleto de engenheiros e especialistas em telecomunicações, o pai da World Wide Web expôs seus prognósticos sobre a web em dois âmbitos: suas aplicações em telefonia móvel e o desenvolvimento das redes sociais.

Numa sociedade que atravessa uma crise global, Berners-Lee acredita que a web 3.0 – sucessora da atual web 2.0, mãe das redes sociais – cresça em direção a uma intercomunicação mundial sem precedentes, com as barreiras linguísticas sendo derrubadas.

Esta ruptura fará com que a sociedade da comunicação se amplie com páginas com um desenho mais simples, mais protocolos de segurança e maior velocidade de acesso e download de todo tipo de documentos.

As páginas web, que em sua origem foram uma forma de troca de textos entre comunidades acadêmicas, se transformaram em um espaço no qual os internautas de todo o mundo publicam e baixam informação em todas as línguas e se comunicam graças a ferramentas de “chat” e correio-eletrônico.

Tim Berners-Lee estima que com um desenvolvimento da internet cada vez mais incontrolável é difícil analisar seu futuro, opinião compartilhada por Vinton Cerf, vice-presidente de Google e pai da internet.

Em sua apresentação conjunta na abertura da www2009, Berners-Lee e Cerf disseram que para eles a web é uma “oportunidade de desenvolvimento” do marco social, econômico e político de qualquer nação. A palavra democracia apareceu durante o congresso tanto quanto as mais novas aplicações da web.

Quanto aos avanços técnicos que estão por vir, Berners-Lee disse imagina que no futuro as pessoas vão se conectar através do telefone móvel que sai “muito barato nos países em desenvolvimento” e que pode funcionar como “um grande servidor” de informação e comunicação.

Por isso o desenvolvimento dos sites em espanhol – terceiro idioma mais popular na internet e segundo nas redes sociais -, segundo Berners-Lee, será tão grande como o “crescimento da rede em outros idiomas”.

Diante da expansão da internet, que Cerf descreveu como um “mundo maravilhoso para a informação”, os dois pioneiros apontaram a necessidade de se salvaguardar a segurança e a privacidade.

O vice-presidente do Google aposta na implementação de medidas como o controle governamental para “proteger o acesso” aos conteúdos, “a prevenção a nível tecnológico”, penalizar quem cometer crimes na rede, persuadir as pessoas a fazer as coisas da forma correta e “proteger a propriedade intelectual”.

Com a chegada de uma era com “mais internet, maior velocidade e mais internautas” a informação chegará em tempo real a um número maior de pessoas que a receberão em suportes como os telefones celulares ou outros que, hoje, parecem ficção científicas, como lentes de óculos, arrisca Berners-Lee.

Os dois pesquisadores receberam títulos de doutor Honoris Causa na Universidade Politécnica de Madrid, coorganizadora do encontro mundial que pela primeira vez se celebra na capital espanhola e se prolongará até esta quinta.

Para Berners-Lee a chave está em se “construir uma plataforma (ou rede) para as gerações futuras” sem poder se “presumir para que ela será usada”, uma vez que a web avança para ser “cada vez mais aberta e comunitária”.

Fonte: O Globo

Pouca leitura explica o gosto do brasileiro pelo Orkut

Postado em Redes Sociais - 22/abril/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

Uma das explicações que podemos ter para essa necessidade de forte relacionamento – e pelo gosto maior por redes sociais – é justamente a falta de prática da leitura. No Brasil, apenas 4,5% da população lê jornais.

Por Carlos Nepomuceno

Volta e meia me perguntam sobre o motivo do brasileiro ser um dos principais usuários do Orkut.

Hoje, suspeito que isso se deve à nossa cultura de massa ainda muito baseada na oralidade.

O Brasil, gostemos, ou não, ainda é um país oral. Apesar de termos só 10% da população analfabeta, quem já se alfabetizou lê pouco.

Quando lê, pouco escreve. E, quando escreve, pouco circula o que escreveu. (Tenho amigos que têm vergonha de cometer erros de português e, por causa disso, participam pouco de ferramentas interativas escritas na rede.)

Se isso acontece na classe média, imagina em outros segmentos?

As sociedades baseadas na cultura escrita tendem a conseguir as informações que querem sem a necessidade da conversa com o outro. Criam, de certa forma, uma cultura independente dos relacionamentos.

Ou seja, em resumo: o Brasil, apesar de todos as campanhas de alfabetização, ainda pode ser considerado um país oral. A maioria da sua população, ao invés de se informar através de livros ou jornais, prefere conversar, ouvir rádio e televisão. É um fato.

No Japão, 65% dos japoneses leem jornal, na Noruega 62,3%, na Alemanha 30%, na Eslovênia 25%, nos Estados Unidos 24,9%.

No Brasil temos 4,5% – e perdemos para El Salvador (5,8%), Costa Rica (4,9%) e Chile (4,9%)… Que vergonha!

Fonte: Blog do JJ – Publicidade & Marketing

Não é à toa que o próprio presidente da República diz que opta por ser informado através de conversas, do que pela leitura de jornais. É o típico representante de uma parcela significativa do povo brasileiro.

Uma das explicações que podemos ter para essa necessidade de forte relacionamento – e pelo gosto maior por redes sociais – é justamente a falta de prática da leitura.

Note ainda que o brasileiro é o povo que fica mais tempo fica online no mundo.

O internauta brasileiro passa, em média, 21 horas 20 minutos navegando na internet por mês. São consideradas usuários ativos as pessoas que acessam a rede ao menos uma vez por mês de casa.

O recorde de tempo de navegação é de dezembro de 2006, quando o internauta brasileiro passou 21 horas e 39 minutos na média do mês.

A França, com tempo médio por internauta residencial de 20 horas e 55 minutos, os Estados Unidos, com 19 horas e 30 minutos, Alemanha, com 18 horas e 56 minutos, o Japão, com 18 horas e 31 minutos e o Reino Unido, com 18 horas e 29 minutos, foram os países que mais se aproximaram do Brasil, entre os dez medidos com a mesma metodologia.

Fonte: Folha Online

(Seria interessante uma pesquisa para comparar o tempo que o brasileiro fica online com a sua atividade em rede. Nós ficamos mais tempo fazendo exatamente o que? Olhando o perfil dos outros no Orkut? Seria isso?)

Se você está em uma encruzilhada na estrada cheia de placas e não sabe ler, certamente, você precisará conversar com alguém para saber que caminho tomar. Já aqueles que sabem, passarão por lá sem necessidade de nenhum tipo de contato humano.

O livro impresso e a disseminação da leitura criaram a independência, mas, por outro lado, tivemos um preço a ser pago: a diminuição do relacionamento oral. Vide o ambiente metrô em uma cidade americana, por exemplo.

Se você entra num determinado ambiente em que existem placas explicativas ou compra determinado produto eletrônico, que vem com manual, terá dificuldade para se informar pelo papel se tem como prática ouvir e falar, ao invés da ler.

Por isso, talvez, tenhamos tanta gente perguntando nas ruas sobre uma informação que está numa placa acima das nossas cabeças!

Dessa maneira, a oralidade reforça a necessidade do relacionamento para contornar problemas.

Resumo da ópera: toda rede de conhecimento traz um preço a ser pago.

Se a leitura massificada com a rede escrita trouxe, de certa forma, uma independência, ao mesmo tempo nos levou a uma menor necessidade do contato com o outro.

E isso, a longo prazo, tende a fazer com que as pessoas diminuam a prática de se relacionar para se informar.

A internet com sua capacidade de troca de informações rápidas e instantâneas trás um pouco de volta essa cultura oral. É um pouco, aliás, o que defende Piérre Lévy.

No caso do Brasil, isso é facilitado pelo ambiente oral, pois o país ainda não passou para valer, de forma massificada, pelo caminho do livro. Assim, a interação – que é a grande marca das culturas orais – se expande na rede, principalmente, em países menos letrados

Some-se aí o clima tropical, a miscigenação, entre outros fatores culturais particulares brasileiros e tem-se uma explicação mais plausível para o uso desenfreado do Orkut.

Temos, assim, uma população mais preparada para trocar em rede, que tem muito uma oralidade ainda viva. Nosso desafio, porém, é transformar esse ambiente interativo com menos fofoca, com mais educação e projetos inclusivos socialmente – talvez um dos nossos grandes desafios enquanto nação rumo à rede digital.

E você o que dizes?

Fonte: Webinsider

Tem como divulgar meu produto nas redes sociais?

Postado em Redes Sociais - 20/abril/2009 por Denis Eustáquio – Seja o primeiro a comentar

A resposta é que não existe receita pronta e a internet tem regras próprias, o que muitos profissionais não entendem. Confundem o papel das redes sociais e acreditam que através dela irão economizar verba.

Por Antonio Mafra

Recentemente li no Webinsider um artigo de um web planner que respeito muito, Felipe Morais (Medo de que falem mal de minha marca. O que faço?). O texto mostra que as grandes empresas temem críticas dos consumidores e que por este motivo perdem oportunidades.

Bom! Eu vou me atrever e estender um pouco mais o assunto e sinalizar alguns pontos. Minha intenção é propor uma reflexão e discussão acerca do que está em todos os veículos: redes sociais.

De uns tempos pra cá muitos amigos, colegas de trabalho, colegas de mercado e fornecedores perguntam a minha opinião e pedem dicas sobre como proceder para divulgar e comunicar seus produtos através das redes sociais. As dúvidas são tantas que fica difícil iniciar um papo com tantas perguntas. E tudo piora quando respondo sinceramente: “Não sei, mas você já está lá!”.

E ao dizer que essas redes não estão somente na internet, mas também nas mesas dos bares, nas escolas, nas faculdades, no cafezinho do trabalho, em casa ou no encontro casual com o vizinho, ai é que ficam mais cheios de dúvidas.

Não tem como ditar soluções para isso, pois a internet tem regras próprias e muitos profissionais não entendem isso. Confundem o papel das redes sociais. Acreditam que através dela irão economizar verba e falar diretamente com seu target.

Creem, também, que irão controlar conteúdo, conquistar audiência e credibilidade, mas este papel é realizado pelas mídias de massa (televisão, rádio, jornal, revistas e etc.). O papel da comunicação em blogs e comunidades, entre outras redes, é entrar na conversa corrente, o que pode ser muito mais relevante ao fazer parte do dia-a-dia das pessoas.

O que eu quero dizer, na verdade, é que eles deveriam, em primeiro lugar, utilizar a rede. Ou seja, ter um perfil próprio em uma comunidade, montar um blog pessoal ou mesmo criar uma conta no Twitter (febre do momento). E não apenas procurar respostas prontas, como se existisse uma receita.

Em um segundo momento, o monitoramento é essencial, pois assim você irá ouvir tudo o que dizem sobre você, sejam opiniões e comentários bons ou ruins. Essas análises podem apoiar você no aculturamento interno – para convencer seus superiores, seus pares ou mesmo o departamento de segurança para conseguir acesso aos sites – além de fornecer a você ótimos feedbacks.

Conte com bons parceiros. Você precisará envolvê-los no seu negócio, pois terão que estar preparados tanto quanto você. Crie, pense nos riscos e se pode suportá-los. Saiba que os erros aconteceram, mas isso é aprendizado, e acertando me conte.

No mais, aquela velha regra do marketing continua valendo. Atenda bem seus clientes e tenha produtos e serviços bons e relevantes. Assim provavelmente seus clientes irão indicar você para outras pessoas de forma positiva. Caso você faça tudo ao contrário, prepare-se, porque vão falar mal de você por aí e você não estará lá para se defender.

Fonte: Webinsider