Redes Sociais

Pouca leitura explica o gosto do brasileiro pelo Orkut

Postado em Redes Sociais - 22/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Uma das explicações que podemos ter para essa necessidade de forte relacionamento – e pelo gosto maior por redes sociais – é justamente a falta de prática da leitura. No Brasil, apenas 4,5% da população lê jornais.

Por Carlos Nepomuceno

Volta e meia me perguntam sobre o motivo do brasileiro ser um dos principais usuários do Orkut.

Hoje, suspeito que isso se deve à nossa cultura de massa ainda muito baseada na oralidade.

O Brasil, gostemos, ou não, ainda é um país oral. Apesar de termos só 10% da população analfabeta, quem já se alfabetizou lê pouco.

Quando lê, pouco escreve. E, quando escreve, pouco circula o que escreveu. (Tenho amigos que têm vergonha de cometer erros de português e, por causa disso, participam pouco de ferramentas interativas escritas na rede.)

Se isso acontece na classe média, imagina em outros segmentos?

As sociedades baseadas na cultura escrita tendem a conseguir as informações que querem sem a necessidade da conversa com o outro. Criam, de certa forma, uma cultura independente dos relacionamentos.

Ou seja, em resumo: o Brasil, apesar de todos as campanhas de alfabetização, ainda pode ser considerado um país oral. A maioria da sua população, ao invés de se informar através de livros ou jornais, prefere conversar, ouvir rádio e televisão. É um fato.

No Japão, 65% dos japoneses leem jornal, na Noruega 62,3%, na Alemanha 30%, na Eslovênia 25%, nos Estados Unidos 24,9%.

No Brasil temos 4,5% – e perdemos para El Salvador (5,8%), Costa Rica (4,9%) e Chile (4,9%)… Que vergonha!

Fonte: Blog do JJ – Publicidade & Marketing

Não é à toa que o próprio presidente da República diz que opta por ser informado através de conversas, do que pela leitura de jornais. É o típico representante de uma parcela significativa do povo brasileiro.

Uma das explicações que podemos ter para essa necessidade de forte relacionamento – e pelo gosto maior por redes sociais – é justamente a falta de prática da leitura.

Note ainda que o brasileiro é o povo que fica mais tempo fica online no mundo.

O internauta brasileiro passa, em média, 21 horas 20 minutos navegando na internet por mês. São consideradas usuários ativos as pessoas que acessam a rede ao menos uma vez por mês de casa.

O recorde de tempo de navegação é de dezembro de 2006, quando o internauta brasileiro passou 21 horas e 39 minutos na média do mês.

A França, com tempo médio por internauta residencial de 20 horas e 55 minutos, os Estados Unidos, com 19 horas e 30 minutos, Alemanha, com 18 horas e 56 minutos, o Japão, com 18 horas e 31 minutos e o Reino Unido, com 18 horas e 29 minutos, foram os países que mais se aproximaram do Brasil, entre os dez medidos com a mesma metodologia.

Fonte: Folha Online

(Seria interessante uma pesquisa para comparar o tempo que o brasileiro fica online com a sua atividade em rede. Nós ficamos mais tempo fazendo exatamente o que? Olhando o perfil dos outros no Orkut? Seria isso?)

Se você está em uma encruzilhada na estrada cheia de placas e não sabe ler, certamente, você precisará conversar com alguém para saber que caminho tomar. Já aqueles que sabem, passarão por lá sem necessidade de nenhum tipo de contato humano.

O livro impresso e a disseminação da leitura criaram a independência, mas, por outro lado, tivemos um preço a ser pago: a diminuição do relacionamento oral. Vide o ambiente metrô em uma cidade americana, por exemplo.

Se você entra num determinado ambiente em que existem placas explicativas ou compra determinado produto eletrônico, que vem com manual, terá dificuldade para se informar pelo papel se tem como prática ouvir e falar, ao invés da ler.

Por isso, talvez, tenhamos tanta gente perguntando nas ruas sobre uma informação que está numa placa acima das nossas cabeças!

Dessa maneira, a oralidade reforça a necessidade do relacionamento para contornar problemas.

Resumo da ópera: toda rede de conhecimento traz um preço a ser pago.

Se a leitura massificada com a rede escrita trouxe, de certa forma, uma independência, ao mesmo tempo nos levou a uma menor necessidade do contato com o outro.

E isso, a longo prazo, tende a fazer com que as pessoas diminuam a prática de se relacionar para se informar.

A internet com sua capacidade de troca de informações rápidas e instantâneas trás um pouco de volta essa cultura oral. É um pouco, aliás, o que defende Piérre Lévy.

No caso do Brasil, isso é facilitado pelo ambiente oral, pois o país ainda não passou para valer, de forma massificada, pelo caminho do livro. Assim, a interação – que é a grande marca das culturas orais – se expande na rede, principalmente, em países menos letrados

Some-se aí o clima tropical, a miscigenação, entre outros fatores culturais particulares brasileiros e tem-se uma explicação mais plausível para o uso desenfreado do Orkut.

Temos, assim, uma população mais preparada para trocar em rede, que tem muito uma oralidade ainda viva. Nosso desafio, porém, é transformar esse ambiente interativo com menos fofoca, com mais educação e projetos inclusivos socialmente – talvez um dos nossos grandes desafios enquanto nação rumo à rede digital.

E você o que dizes?

Fonte: Webinsider

Tem como divulgar meu produto nas redes sociais?

Postado em Redes Sociais - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

A resposta é que não existe receita pronta e a internet tem regras próprias, o que muitos profissionais não entendem. Confundem o papel das redes sociais e acreditam que através dela irão economizar verba.

Por Antonio Mafra

Recentemente li no Webinsider um artigo de um web planner que respeito muito, Felipe Morais (Medo de que falem mal de minha marca. O que faço?). O texto mostra que as grandes empresas temem críticas dos consumidores e que por este motivo perdem oportunidades.

Bom! Eu vou me atrever e estender um pouco mais o assunto e sinalizar alguns pontos. Minha intenção é propor uma reflexão e discussão acerca do que está em todos os veículos: redes sociais.

De uns tempos pra cá muitos amigos, colegas de trabalho, colegas de mercado e fornecedores perguntam a minha opinião e pedem dicas sobre como proceder para divulgar e comunicar seus produtos através das redes sociais. As dúvidas são tantas que fica difícil iniciar um papo com tantas perguntas. E tudo piora quando respondo sinceramente: “Não sei, mas você já está lá!”.

E ao dizer que essas redes não estão somente na internet, mas também nas mesas dos bares, nas escolas, nas faculdades, no cafezinho do trabalho, em casa ou no encontro casual com o vizinho, ai é que ficam mais cheios de dúvidas.

Não tem como ditar soluções para isso, pois a internet tem regras próprias e muitos profissionais não entendem isso. Confundem o papel das redes sociais. Acreditam que através dela irão economizar verba e falar diretamente com seu target.

Creem, também, que irão controlar conteúdo, conquistar audiência e credibilidade, mas este papel é realizado pelas mídias de massa (televisão, rádio, jornal, revistas e etc.). O papel da comunicação em blogs e comunidades, entre outras redes, é entrar na conversa corrente, o que pode ser muito mais relevante ao fazer parte do dia-a-dia das pessoas.

O que eu quero dizer, na verdade, é que eles deveriam, em primeiro lugar, utilizar a rede. Ou seja, ter um perfil próprio em uma comunidade, montar um blog pessoal ou mesmo criar uma conta no Twitter (febre do momento). E não apenas procurar respostas prontas, como se existisse uma receita.

Em um segundo momento, o monitoramento é essencial, pois assim você irá ouvir tudo o que dizem sobre você, sejam opiniões e comentários bons ou ruins. Essas análises podem apoiar você no aculturamento interno – para convencer seus superiores, seus pares ou mesmo o departamento de segurança para conseguir acesso aos sites – além de fornecer a você ótimos feedbacks.

Conte com bons parceiros. Você precisará envolvê-los no seu negócio, pois terão que estar preparados tanto quanto você. Crie, pense nos riscos e se pode suportá-los. Saiba que os erros aconteceram, mas isso é aprendizado, e acertando me conte.

No mais, aquela velha regra do marketing continua valendo. Atenda bem seus clientes e tenha produtos e serviços bons e relevantes. Assim provavelmente seus clientes irão indicar você para outras pessoas de forma positiva. Caso você faça tudo ao contrário, prepare-se, porque vão falar mal de você por aí e você não estará lá para se defender.

Fonte: Webinsider

Conheça 6 empresas com estratégias inovadoras em mídias sociais

Postado em Redes Sociais - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

São Paulo – Veja como empresas como Dell, Ford, Adobe e Zappos usaram a mídia social de maneira inovadora para se aproximar de seus clientes.

Não basta criar um perfil social – tem que participar. Pode-se dizer que esta máxima deve ser não apenas aplicada, mas seguida religiosamente pelas empresas interessadas em interagir online com seus clientes e consumidores.

Afinal, segundo levantamento da Nielsen Online publicado nessa semana, 67% dos internautas do mundo usam redes sociais e blogs – atualmente com mais uso do que e-mails pessoais. E como as empresas obtém sucesso na comunicação com este público?

Mais que simplesmente criar uma comunidade centrada na sua marca ou promover eventos com blogueiros de determinada área que escrevem sobre o encontro em questão, como utilizar as ferramentas digitais de interação para quebrar ainda mais a distância entre quem produz e vende e quem compra e usa?

O IDG Now! selecionou 6 exemplos de empresas que fugiram à mesmice da atuação social , promovendo ações que levam realmente a sério algo que Tom Smith, fundador da consultoria em mídia social Trendstream, lembra em seu blog: embora muitas empresas invistam em anúncios nos ambientes sociais, o retorno de verdade vem de comunidades e da conversa direta com consumidores.

Entre os exemplos estão a Dell, que começou a conversar com seus clientes e fãs em 2006 pela comunidade Direct2Dell, ou a Ford, que direciona sua estratégia social massivamente no Twitter.

Acompanhe alguns bons exemplos de estrategistas que se aproveitam de ferramentas populares para escrever um capítulo social, devidamente bem pensado, no histórico de comunicação corporativa.

Veja 6 cases de sucesso em mídias sociais:

> Adobe
> Dell
> EMC
> Ford
> Skittles
> Zappos

Fonte: IDGNow

Redes Sociais e sua Importância em SEO

Postado em Marketing de busca, Redes Sociais - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

As Redes Sociais da Web, seus papéis na divulgação de conteúdo e como estas influenciam no aumento de visitas ao seu site e no posicionamento nos sites de busca.

Entende-se por Rede Social como “uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres humanos entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos.” (Definição: Wikipédia).

Atualmente na web, as redes sociais estão presentes em sites de relacionamento online, e muitas vezes é possível se construir uma rede de contatos dentro de sites de mídia social. Alguns exemplos de redes sociais são o orkut, facebook, myspace e twitter.

E como isso proporciona o favorecimento em SEO?

Assim como qualquer meio de divulgação online, no qual se incluem várias técnicas de SEO, as redes sociais possibilitam espalhar links externos pela Web.

A grande diferença no uso de redes sociais é, além de espalhar links externos, poder fazer com que esses links sejam acessados pelo máximo de pessoas possíveis. Isso se consegue criando uma forte rede de contatos de possíveis pessoas que gostariam de apreciar seu conteúdo.

Para isso busque sempre compartilhar links com pessoas que tenham interesse no seu conteúdo, submeta seus links em comunidades ou categorias relacionadas ao tema de sua submissão, e aos poucos torne-se alguém “importante” dentro da rede social da qual você atua. E mais um ponto importante: não use de técnicas desonestas como spam para se promover em uma rede social. As conseqüências podem ser ruins, podendo resultar em punições, para você e para o site ou blog de onde você está postando a notícia.

Att.

Doze dicas para melhorar sua imagem profissional na web

Postado em Marketing de busca, Redes Sociais, Web Marketing - 20/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Toronto – Blogs e redes sociais são ferramentas importantes para dar um gás na carreira. Mas é preciso tomar cuidados com o que é publicado.

A internet pode ser uma grande ajuda na hora de expor suas habilidades no mundo online e de dar um empurrãozinho na carreira. Mal utilizada, pode ser uma armadilha e revelar mais informações que você gostaria que seu atual – ou futuro – empregador soubesse. Por isso, compilamos 12 dicas para você fazer bom uso da web para se promover e fortalecer seu nome no mundo digital.

1. Fique de olho na privacidade

Várias pessoas usam diferentes redes sociais para separar a vida profissional da particular. É trabalho? Então vai para o LinkedIn. Se for de lazer, Orkut ou Facebook. Mas a verdade é que a maioria dos empregadores tem acesso aos dois tipos de informações. A não ser que você reforce sua privacidade e permita que apenas um número limitado de pessoas tenha acesso aos seus perfis em redes sociais.

2. Não desatualize seu perfil

Para Paolo Pasquini, porta-voz da área de consumo da Microsoft Canadá, os perfis em redes sociais não podem ser criados e depois deixados de lado. “Quando você entra para uma comunidade como o LinkedIn e depois deixa de atualizá-la mostra que você não está tão preocupado com sua carreira”, afirmou. Pasquini sugere usar um agregador que permita atualizar vários perfis de uma vez.

3. Divulgue as informações certas

Quando você entra para as redes sociais, é importante saber quais informações você quer divulgar em todas elas. Por exemplo, todos os seus perfis podem ter a informação de que você é casado e tem filhos. Informações muito pessoais devem ser limitadas a apenas alguns perfis, acessado apenas por familiares e amigos mais próximos.

4. Transparência

Lionel Menchaca, o responsável pelos blogs da Dell, explica que as pessoas precisam deixar claro o motivo pelo qual elas publicam ou postam algumas mensagens. “Em meus posts, procuro equilibrar meus interesses pessoais e meu trabalho como funcionário da Dell. Se você é empregado de uma grande empresa e faz algum comentário como representante dessa companhia, isso tem que ficar claro.”

5. Tenha um site

Apesar de parecer uma medida antiquada, ter um site pessoal ajuda bastante. É como ter um quartel-general online. “As pessoas acham que esse é um truque velho, mas você precisa ter um site para redirecionar seus seguidores no Twitter”, disse John Carson, consultor de mídia interativa social da Echo Communications. Segundo ele, sites são bons pontos de partida para aqueles que querem saber um pouco mais sobre sua vida profissional, por isso é importante ter uma cópia do currículo por lá.

6. Chame atenção

Segundo Carson, investir num perfil online pode ser uma forma de ganhar relevância e ver seu nome aparecer no Google, espontaneamente. Compre um domínio na internet com o seu nome, comece um blog, use tags e comece a colocar links para sites de outras pessoas. Ao mesmo tempo, peça para outros blogueiros colocarem links de volta para seu site/blog. O segredo é manter tudo atualizado, disse Michael O’Connor Clarke, vice-presidente da Thornley Fallis Communications. “Mesmo que você esteja em um bom emprego e tenha estabilidade, ninguém sabe o que pode acontecer no mercado.”

7. Reúna depoimentos e recomendações

“Se você vai contratar uma pessoa, é preciso olhar para ela como uma marca e ver o que as pessoas estão dizendo sobre ela, se elas são bem recomendadas, se receberam depoimentos (que justifiquem essa fama)”, disse Carson, da Echo Communications. Peça para as pessoas escreverem uma pequena referência sobre seu trabalho. “Essa é uma forma pró-ativa de marketing e que qualquer pessoa pode fazer.”

8. Participe de comunidades online

“Ninguém é obrigado a ter um blog, mas com certeza é uma boa ideia participar mais ativamente de comunidades”, afirmou Michael Clarke, da Thornley Fallis. “Se você vê coisas que de fato te interessam ou então um assunto que você domina, por que não comentar sobre elas?”, disse. Isso pode ajudar a demonstrar sua experiência e conhecimento. “Uma coisa é se manter atualizado, outra coisa é usar isso para formar uma comunidade e conversar com ela”, acrescentou Pasquini, da Microsoft Canadá.

9. Na dúvida, evite se expor

Se você não se sente seguro sobre o que falar, evite dar uma mancada no meio online. “É mais difícil apagar uma má impressão”, disse Carson, da Echo Communications. “Há inúmeros casos de pessoas que disseram a coisa errada na hora errada ou um funcionário que mandou um e-mail para quem não devia.”

10) O Facebook é importante

O fato de você não estar no Orkut ou no Facebook não quer dizer que seus amigos não estejam – pior, eles podem estar publicando fotos suas, algumas até constrangedoras. “Se você não está administrando seu perfil corretamente, então outras pessoas podem fazer isso em seu lugar, e não da melhor maneira possível”, disse Pasquini, da Microsoft. Se você não tem um perfil nas redes sociais mais populares, abra um, nem que seja para controlar as informações que possam ser publicadas sobre você.

11. Não se esqueça do Google

Saber o que as pessoas estão falando sobre você pode ser bem mais fácil se você contar com a ajuda do Google. Pesquise seu nome eventualmente e veja se existe alguma informação que possa prejudicar sua reputação. Veja também se é possível entrar em contato com o autor e pedir para a informação ser removida.

12. Seja discreto

Além de administrar todas as informações que seus amigos, inimigos ou parentes possam publicar sobre você, vale a pena seguir uma regra básica: seja discreto e cuidadoso. Tudo que você escreve ou publica na web pode ser encontrado – e usado contra seus interesses. Portanto, moderação ajuda a evitar problemas e manter a (boa) imagem.

Jennifer Kavur, editora do Computerworld, em Toronto

Fonte: IDGNow

Rede social

Postado em Redes Sociais - 19/abril/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Rede Social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres humanos entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes. Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum.

Segundo Fritjof Capra, “redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os limites culturais e as relações de poder”. São também consideradas como uma medida de política social que reconhece e incentiva a atuação das redes de solidariedade local no combate à pobreza e à exclusão social e na promoção do desenvolvimento local. As redes sociais são capazes de expressar idéias políticas e econômicas inovadoras com o surgimento de novos valores, pensamentos e atitudes. Esse segmento que proporciona a ampla informação a ser compartilhada por todos, sem canais reservados e fornecendo a formação de uma cultura de participação, é possível, graças ao desenvolvimento das tecnologias de comunicação e da informação, à globalização, à evolução da cidadania, à evolução do conhecimento científico sobre a vida etc. as redes unem os indivíduos organizando-os de forma igualitária e democrática e em relação aos objetivos que eles possuem em comum.

Redes sociais terão 800 milhões de usuários até 2012, diz estudo

Postado em Redes Sociais - 3/março/2009 por B4W – Seja o primeiro a comentar

RIO. Um estudo divulgado hoje pela IBM alerta que os fornecedores de soluções de telecomunicações precisam criar novos serviços que atendam às necessidades dos usuários das redes sociais. Segundo o estudo, até 2012 o número de internautas em redes sociais ultrapassará 800 milhões e o tráfego na internet alcançará 20 mil petabytes por mês. Em junho do ano passado, este público já representava cerca de dois terços dos usuários de internet no mundo. A previsão é que 90% do consumo de banda larga do tráfego da internet seja direcionado para as redes sociais até 2012. Entre as ferramentas que devem apresentar maior crescimento neste período estão: TV pela internet, com aumento de 104%; comunicações por vídeo, 44%; games, 30%; e voz sobre internet, 24%.

O estudo diz que as redes sociais já são usadas no trabalho para prover a interação entre empresas, clientes e parceiros de negócios. De acordo com os dados, 69% dos profissionais se valem aplicativos assim para aumentar a colaboração, 55% agilizam o tempo de resposta e outros 36% pretendem diminuir os custos de tecnologia com essas ferramentas. Já entre os usuários finais entrevistados, 69% usam ferramentas como Facebook e MySpace para interagir com amigos e familiares, 65% trocam mensagens com parentes distantes, 47% tentam localizar amigos que perderam contato e 29% buscam informações sobre músicas e bandas. O estudo cita Skype e Google como empresas que podem se beneficiar da tendência criando novas formas de colaboração na internet.

Fonte: O Globo Online